Bolsas atuam em compasso de espera antes de PIB norte-americano

Sinal negativo predomina antes de agenda dos EUA; balanço da Petrobras é destaque no Brasil

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SÃO PAULO – À espera de dados sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano, os mercados acionários ao redor do globo operam em campo negativo no pregão desta sexta-feira (26).

O Departamento do Comércio publica do indicador às 10h30 (horário de Brasília). A estimativa de economistas é de que a economia dos EUA apresente expansão anualizada de 1,8% no terceiro trimestre, depois da alta de 1,3% no trimestre anterior.

Mais tarde, a Universidade de Michigan anuncia a leitura final do índice de confiança do consumidor norte-americano para outubro. “O indicador aumentou quase cinco pontos para 83,1 na leitura prelimar e esperamos que a mediação final aponte um aumento mais modeste, para 81,0”, afirma relatório do Danske Bank.

Outros dados
Na Europa, relatórios mostraram que a confiança do consumidor francês recuou em outubro, enquanto a taxa de desemprego da Espanha subiu no terceiro trimestre. Na Alemanha, o índice de confiança do consumidor aumentou em outubro para o maior nível em cinco anos.

Por fim, na agenda nacional, a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o INCC-M de outubro, enquanto o Banco Central publica a nota de política monetária e operações de crédito.

Notícias corporativas
A cautela antes dos números norte-americanos ganha reforço em meio às preocupações de que os lucros das companhias mundias está se deteriorando. Nos EUA, a pressão vem da Apple, que publicou resultado abaixo do estimado por analistas no terceiro trimestre.

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No Velho Continente, foi a Ericsson quem decepcionou os investidores. Por aqui, o mercado aguarda o balanço da Petrobras (PETR3; PETR4), após o fechamento do pregão. A expectativa é que o lucro da estatal no trimestre não passe de R$ 5,8 bilhões.

Bancos franceses
Também no front corporativo, as ações de bancos franceses têm um dia de performance negativa, refletindo a decisão da Standard & Poor’s de reduzir o rating de várias instituições do país, incluindo o BNP Paribas.