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SÃO PAULO – O dólar comercial fechou em forte queda nesta terça-feira, por conta dos investidores que aproveitaram a valorização dos últimos dias e ajustaram suas posições.
Reforçando a desvalorização da divisa, foi divulgado pela manhã o Consumer Confidence, que reverteu as quedas dos últimos nove meses e ficou acima do esperado em setembro.
Este resultado amenizou as preocupações em torno da desaceleração do crescimento da economia norte-americana.
Banco Central: duas atuações
O Banco Central retomou nesta sessão sua atuação no mercado de câmbio à vista, após três sessões sem intervenções.
Segundo fontes do mercado, autoridade monetária aceitou sete propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,192.
Além disso, o BC também realizou um leilão de swap cambial reverso nesta terça-feira. A entidade vendeu 4.400 contratos, de uma oferta total de 8.500, movimentando US$ 202,2 milhões.
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Dólar comercial fechou em forte queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1920 na compra e R$ 2,1930
na venda, forte baixa de 1,08% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3500, representando um ágio de 7,21%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 2,29% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 5,60%.
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Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 2.194,
forte baixa de 1,26% em relação ao fechamento
de R$ 2.222
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em forte baixa de 1,16%,
atingindo R$ 2.208 frente
à R$ 2.234 do fechamento de
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ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,193.
Curva de FRA de cupom cambial
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O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,00% para novembro de 2006, queda de 0,15 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.