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SÃO PAULO – A rentabilidade das reservas internacionais apurada em 2010 foi de 1,82%, segundo o relatório de Gestão das Reservas Internacionais, divulgado nesta sexta-feira (19) pelo Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin).
Apesar do resultado ser superior ao registrado em 2009, que foi de 0,83%, o valor encontra-se abaixo da média anual de 5,2% projetada para o período de 2002 a 2010.
Segundo a instituição, a maior prudência do BCB, com prazos médios de investimentos mais curtos, associada a um ambiente de baixas taxas de juros no mercado financeiro internacional contribuíram para a menor rentabilidade do período.
Em 31 de dezembro de 2010, as reservas internacionais do Brasil, conceito liquidez, totalizavam US$288,57 bilhões, montante 20,7% maior que o apontado na mesma data de 2009.
O acúmulo de reservas internacionais durante 2010 foi uma política adotada por vários países, e o Brasil ocupa a sétima posição no ranking de maiores reservas internacionais no mundo.
Por outro lado, nosso país apresenta a segunda menor proporção de reservas em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) entre os países dessa mesma lista, com valor aproximadamente três vezes menor que a média.
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Sobre o documento
O Relatório de Gestão das Reservas Internacionais apresenta dados gerenciais relativos às operações realizadas pelo Departamento de Operações das Reservas Internacionais (Depin).