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SÃO PAULO, 4 Ago (Reuters) – A BB Seguridade está trabalhando com avaliação de que o fenômeno climático El Niño deve gerar efeitos pouco relevantes para seus resultados neste ano, embora veja riscos para o próximo ano, a depender de como chuvas impactarem o setor agrícola no Centro-Sul do país.
O braço de seguros e previdência do Banco do Brasil não espera um impacto material do fenômeno em 2026, mas para 2027 ‘potencialmente’ pode haver efeitos sobre o milho segunda safra, disse o vice-presidente financeiro, Rafael Sperendio, em conferência com analistas após publicação de resultados de segundo trimestre da empresa na noite da véspera.
‘Para 2026, esse excesso de chuva no Centro-Sul pode impactar mais na sinistralidade na carteira de danos…para o segmento agrícola precisa olhar para um horizonte mais longo’, disse Sperendio.

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‘Para 2026, vemos pouco impacto do El Niño. A safra de verão já foi colhida, a safra de inverno já está em fase bastante avançada, sem nenhum ponto de atenção’, acrescentou o executivo.
‘Mas dependendo da severidade do impacto e a forma como ele afetará plantio, para 2027, potencialmente, (poderá haver efeitos) sobre milho segunda safra. Temos que olhar o nível de chuvas entre setembro e novembro deste ano.’