Balança

Balança tem superávit de US$ 1,976 bi na 1ª semana de junho

No ano, a balança comercial brasileira acumula déficit de US$ 329 milhões, resultado de vendas externas que somam US$ 79,362 bilhões e importações de U$S 79,691 bilhões

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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,976 bilhão na primeira semana de junho (de 1 a 7). De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 08, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações somaram US$ 4,661 bilhões e as importações, US$ 2,685 bilhões no período.

No ano, a balança comercial brasileira acumula déficit de US$ 329 milhões, resultado de vendas externas que somam US$ 79,362 bilhões e importações de U$S 79,691 bilhões. De acordo com o MDIC, houve uma exportação de plataforma para extração de petróleo no valor de US$ 690 milhões.

A média diária das exportações em junho foi de US$ 1,165 bilhão, o que significou alta de 13,9% em comparação com a média diária de US$ 1,023 bilhão de junho de 2014. A alta é reflexo do crescimento de produtos manufaturados (+50,6%, de US$ 337,2 milhões para US$ 507,7 milhões), decorrente de plataformas para extração de petróleo, torneiras e válvulas e suco de laranja não congelado, segundo o MDIC. Os semifaturados também foram responsáveis pela alta (+10,8% , de US$ 117 milhões para US$ 129,6 milhões), pelo aumento de catodos de cobre, ferro fundido, borracha, celulose e alumínio bruto.

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Houve queda nas vendas externas de básicos (-7,8%, de US$ 543,1 milhões para US$ 500,8 milhões), por conta minério de ferro, farelo de soja, carne suína e café em grão.

Em relação a maio deste ano, o crescimento das exportações na média foi de 39%. O resultado foi puxado por três setores: manufaturados (+74%, de US$ 290,5 milhões para US$ 507,7 milhões), semimanufaturados (+30,1%, de US$ 99,6 milhões para US$ 129,6 milhões) e básicos (+16,6%, de US$ 429,5 milhões para US$ 500,8 milhões).

A média diária de importações ficou abaixo 25,9% em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 671,3 milhões contra US$ 906 milhões de 2014. A queda foi causada principalmente por combustíveis e lubrificantes (-48,7%), farmacêuticos (-30,8%), adubos e fertilizantes (-30,6%), aparelhos eletroeletrônicos (-19,2%).

Ante maio de 2015, houve queda de 4,2%, pelos recuos em Adubos e fertilizantes (-29,1%), farmacêuticos (-26,5%), aparelhos eletroeletrônicos (-13,3%) e siderúrgicos (-6,7%).