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SÃO PAULO – Na ausência de sinais concretos do novo pacote na China, as bolsas globais tiveram forte perdas nesta quinta-feira (5), que contou ainda com referências pessimistas sobre o setor bancário e automobilístico norte-americano. Refletindo este cenário, o risco-Brasil fechou com alta de 2 pontos, cotado a 431 pontos-base.
Na cena corporativa, além de colocar sob revisão as classificações de Wells Fargo e Bank of America, a Moody’s revisou a perspectiva do JPMorgan Chase para negativa. No setor automotivo, a General Motors revelou que seus auditores enxergam uma “preocupação crescente” em suas finanças.
Com o clima de aversão ao risco nos mercados, o preço dos Treasuries fechou com avanço, e os títulos da dívida externa brasileira contrariam esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano e dos Globais determina o indicador risco-Brasil.
Global 40 cai
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, fechou com baixa de 0,32% nesta quinta-feira, cotado a 121,00 centavos de dólar.
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 431 pontos-base, alta de 2 pontos em relação ao fechamento anterior.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 121,00 | 121,40 | -0,32 |