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SÃO PAULO – Depois de operar em R$ 2,015, o dólar comercial reflete a nova intervenção do Banco Central no mercado de derivativos e opera em leve queda, bem próximo à estabilidade, na tarde desta sexta-feira. Vale observar que a moeda segue em seu menor patamar desde março de 2001.
Pela manhã, a autoridade monetária inaugurou sua estratégia de não anunciar com antecedência o leilão de swap cambial reverso, fator que impede uma desvalorização mais significativa da divisa norte-americana.
Por outro lado, o bom humor dos mercados internacionais influencia no recuo do risco-país, principal indicador de confiança dos investidores estrangeiros na economia brasileira, que renovou seu piso histórico intraday em 144 pontos-base, elevando a perspectiva de entrada de recursos.
Dólar comercial opera próximo à estabilidade
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,0240 na compra e R$ 2,0270 na venda, leve baixa de 0,05% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,2000 na venda, representando um ágio de 8,70% em relação ao dólar comercial.
Dólar futuro na BM&F também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio está sendo cotado a R$ 2.028,
baixa de 0,20% em relação ao fechamento
de R$ 2.032
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, opera
em leve baixa de 0,06%,
atingindo R$ 2.039 frente
a R$ 2.040 do fechamento de quinta-feira.