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SÃO PAULO – Com a aproximação do dia da apresentação oficial da oferta da Mittal pela Arcelor, a direção da siderúrgica européia ainda não desistiu de lutar contra sua aquisição.
No final de semana, um representante da Arcelor, Joseph Kinsch, afirmou a um jornal belga que a Arcelor ainda tem munição para resistir à proposta da Mittal.
“Estamos envolvidos em uma guerra e ainda não mostramos nossas armas, mas estamos nos mexendo e, acredite, temos muita imaginação”, disse Kinsch ao diário belga. “Ainda não usamos toda nossa munição, mas eu não posso falar mais”, completou.
Parcela russa?
Especulações dão conta de que a munição a que se refere Kinsch estaria relacionada ao encontro entre o CEO da Arcelor, Guy Dollè, e o bilionário russo Vladimir Lisin, também no último final de semana.
Dollè estaria tentando convencer Lisin a adquirir uma participação na Arcelor, em uma tentativa de bloquear a oferta da Mittal.