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SÃO PAULO – O dólar comercial reverteu seu movimento de queda visto pela manhã e passa a registrar alta no início da tarde da segunda-feira (15). O movimento foi impulsionado principalmente pela quinta compra consecutiva de dólares à vista pelo Banco Central, via leilão.
Pela manhã, a divisa recuava, com a cotação da moeda respondendo aos indicadores dos EUA divulgados na última sexta-feira, quando o mercado brasileiro esteve fechado por feriado, como o Retail Sales, que registrou vendas no varejo acima do esperado, e o PPI, cujo núcleo apresentou uma alta menor do que a prevista.
Nesta sessão, foi divulgado o NY Empire State Index, também com resultados acima do esperado para o nível da atividade industrial.
Setor interno
No plano doméstico, os destaques ficam por conta dos dados da balança comercial da segunda semana do mês, que marcou um expressivo saldo de US$ 1,06 bilhão, além do relatório Focus, que demonstrou uma previsão de corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic na próxima reunião do Copom.
Confira as cotações
O dólar comercial opera cotado a R$ 1,8090 na compra e R$ 1,8110
na venda, alta de 0,22% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,1000, representando um ágio de 16,09%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 1,25% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 15,26%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
opera cotado a R$ 1.818,
alta de 0,44% em relação ao fechamento
de R$ 1.810
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da última sexta-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, opera em alta de 0,16%,
atingindo R$ 1.810 frente
à R$ 1.807 do fechamento de
sexta-feira.