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SÃO PAULO – Em dia de agenda repleta de indicadores de peso, o dólar comercial reverteu a tendência vista no início da sessão e sofreu queda de 0,11% nesta quinta-feira (29), cotado a R$ 1,792.
O mais relevante desses indicadores foi divulgado pela manhã. O PIB norte-americano cresceu 4,9%, em linha com o esperado no terceiro trimestre, aliviando temores de uma possível desaceleração.
Paralelamente, outra publicação, o New Home Sales, registrou queda abaixo do esperado no número de casas novas vendidas nos EUA em outubro.
No País
Já no plano doméstico, as perspectivas de forte ingresso de recursos externos no país com a oferta da BM&F também influenciam o real a ganhar terreno frente ao dólar.
O Banco Central realizou nova compra de dólares à vista no mercado, via leilão. Na sessão, a autoridade monetária fixou a taxa de corte da moeda em R$ 1,780 e, de acordo com fontes do mercado, ao menos uma proposta foi aceita.
Confira as cotações
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O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7900 na compra e R$ 1,7920
na venda, leve baixa de 0,11% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,0300, representando um ágio de 13,41%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 3,29% em novembro, frente
à baixa de 5,40% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 16,14%.
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Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em dezembro
encerrou o dia cotado a R$ 1.792,
estável em relação ao fechamento
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em janeiro, por sua vez, fechou em baixa de 0,28%,
atingindo R$ 1.795 frente
à R$ 1.800 do fechamento de
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ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,793.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 6,0% para janeiro de 2008, alta de 0,19 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.