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SÃO PAULO – Depois da forte valorização da véspera, o dólar comercial fechou em queda nesta terça-feira, refletindo, sobretudo, o movimento de ajuste do mercado brasileiro em torno da defasagem da última sessão.
Além disso, a disputa pela formação da taxa Ptax, que servirá de base para liquidação dos contratos futuros de dólar, e o forte ingresso de recursos externos influenciaram as negociações no mercado de câmbio.
No mercado externo, o Consumer Confidence, indicador da confiança do consumidor dos EUA, e o Chicago PMI, que mede o nível da atividade industrial no país, ficaram bem abaixo do esperado pelo mercado em outubro, pressionando a divisa.
Banco Central
Conforme já era esperado, o Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares nesta terça-feira. No entanto, a nova atuação não foi suficiente para impulsionar a divisa.
Segundo fontes de mercado, a autoridade monetária aceitou cinco propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,1425.
Dólar comercial fecha em baixa
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1400 na compra e R$ 2,1410
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na venda, baixa de 0,37% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3450, representando um ágio de 9,58%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,38% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,83%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.144,
baixa de 0,26% em relação ao fechamento
de R$ 2.150
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,37%,
atingindo R$ 2.154 frente
à R$ 2.162 do fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,143.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,19% para janeiro de 2007, alta de 0,02 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.