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SÃO PAULO – O Ibovespa inicia a sessão desta quinta-feira (25) pressionado pela instabilidade das bolsas internacionais, operando em queda de 0,59%, a 49.379 pontos. Internamente, investidores acompanham divulgação da taxa de desemprego.
Mesmo com a divulgação de uma contração do PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano levemente abaixo do esperado os mercados internacionais traçam caminho negativo nesta sessão, mais preocupados com o processo de recuperação global. Ao mesmo tempo, os pedidos de seguro desemprego superaram as projeções.
Internamente, o destaque maior fica por conta da divulgação de dados sobre o mercado de trabalho. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego teve leve recuo para 8,8% em maio.
No plano corporativo, ganha destaque o abatimento de US$ 25 bilhões da dívida que a seguradora AIG possui junto ao Federal Reserve, em troca da concessão de ativos ao poder público. Por aqui, destaque para a parceria entre Vale e Petrobras para investimentos em gás natural.
Perspectivas
Ressaltando a depressão dos indicadores de força relativa, analistas técnicos da corretora Spinelli afirmam que, “para anular o sinal de baixa, o Ibovespa precisaria recuperar os
patamares de 50,6 mil e 51,6 mil pontos”.
Segundo analistas da Bradesco Corretora, “a exemplo dos últimos dias, as notícias internacionais devem dar a tendência do mercado hoje, e na abertura, o Ibovespa deve operar no campo negativo”.
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Papéis em destaque
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para
Cosan ON (CSAN3, R$ 14,22, -2,94%),
TAM PN N2 (TAMM4, R$ 19,31, -2,43%),
Sid Nacional ON (CSNA3, R$ 41,59, -2,37%),
Duratex PN (DURA4, R$ 19,56, -2,25%) e VCP PN (VCPA4, R$ 19,57, -2,15%).
O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de quarta-feira em leve baixa de 0,28%, atingindo 49.672 pontos e registrando uma alta acumulada no ano de 32,28%.
O volume financeiro foi de R$ 5,29 bilhões.