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11h11: Vale (VALE3, R$ 11,81, -0,84%; VALE5, R$ 8,49, -1,16%)
As ações da Vale viveram turbulência nesta manhã, entre alta do minério de ferro e relatório de produção. Os papéis chegaram a subir 2%, mas perderam força e viraram para queda de até 3%. Neste momento, as ações tentam amenizar as perdas, após 2 pregões de forte euforia.
Para o BTG Pactual, o papel da mineradora deveria refletir a alta da commodity hoje, que deveria ofuscar o relatório de produção um pouco pior do que o esperado. A Vale divulgou nesta manhã o maior nível de produção de minério de ferro da história. A oferta trimestral de minério de ferro, incluindo compras de terceiros, atingiu 88,4 megatoneladas no quarto trimestre de 2015. Além disso, a companhia ressaltou que começaram os primeiros testes de equipamentos na S11D. No fim de janeiro, o Transportador de Correia de Longa Distância (TCLD), com 9,5 quilômetros de extensão, foi ligado – energizado, na linguagem técnica
11h08: Usiminas (USIM5, R$ 0,94, -6,00%)
As ações da Usiminas lideram as perdas do Ibovespa nesta quinta-feira, após reportar prejuízo líquido atribuível aos controladores de R$ 1,39 bilhão no 4° trimestre, nove vezes maior do que o registrado um ano antes. Segundo o BTG Pactual, o resultado veio muito ruim, com a alavancagem, medida pelo dívida líquida/Ebitda, indo para cima de 20 vezes. Com a queda de 6%, a Usiminas descola do restante das siderúrgicas listadas na Bolsa, com Gerdau (GGBR4, R$ 4,22, 0,0%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 1,42, -1,39%) e CSN (CSNA3, R$ 4,56, +0,22%) operando entre leves ganhos e perdas.
Sobre a reunião do conselho da véspera, nada foi decidido quanto aumento de capital e troca de gestão. O impasse continua e a decisão foi adiada para março. A companhia com Ebitda negativo, incertezas de ‘turnaround’, queda de volumes, alavancagem preocupante e seguidos desentendimentos entre os sócios segue com uma situação muito desafiadora, destacou o BTG, em relatório desta manhã.
11h03: Braskem (BRKM5, R$ 25,31, +5,02%)
A petroquímica Braskem teve lucro líquido de R$ 158 milhões no quarto trimestre, revertendo resultado negativo de R$ 24 milhões sofrido um ano antes. A companhia teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$ 2,234 bilhões em termos ajustados, alta de 65% sobre o obtido um ano antes.
10h25: Natura (NATU3, R$ 25,02, -2,07%)
A Natura Cosméticos teve lucro líquido consolidado de 145,4 milhões de reais no quarto trimestre de 2015, queda de 35,4% na comparação com o mesmo período de 2014, informou na noite de quarta-feira. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado foi de 453,2 milhões de reais no período, queda de 7,8% ano contra ano.
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Analistas do BTG Pactual e Credit Suisse disseram que os números da companhia foram fracos no 4° trimestre, com destaque negativo para a operação no Brasil, que ofuscou a forte performance da América Latina. Os analistas seguem com uma visão negativa sobre a empresa. O Credit Suisse tem recomendação underweight (desempenho abaixo da média) para o papel.
10h20: Ultrapar (UGPA3, R$ 61,86, +2,93%)
O grupo Ultrapar teve lucro líquido de 496,8 milhões de reais no quarto trimestre, alta de 34% sobre o mesmo período de 2014, informou a companhia nesta quarta-feira. O Ebitda aumentou 29% na mesma base de comparação, a 1,177 bilhão de reais. A empresa também reafirmou seu plano de investimentos de 1,809 bilhão de reais para 2016.
10h17: Petrobras (PETR3, R$ 7,01, +3,39%; PETR4, R$ 4,82, +3,21%)
As ações da Petrobras saltam 3% com a alta dos preços do petróleo lá fora, depois de o Irã expressar apoio à iniciativa encabeçada pela Rússia e Arábia Saudita para congelar a produção de forma a impulsionar os preços. Neste momento, o petróleo Brent subia 2,49%, a US$ 35,36 o barril.
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No radar da estatal, relatório divulgado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que a Petrobras contratou R$ 167 bilhões em serviços e bens sem a realização de processo licitatório, entre os anos de 2011 e 2014. Esse volume de recursos equivale a 45% de tudo o que foi contratado pela estatal nesses quatro anos. Ao todo, foram analisadas 695 mil contratações realizadas no período, quando R$ 369 bilhões foram gastos pela empresa com seus fornecedores. Os demais 55%, que somam R$ 202 bilhões, se basearam em contratos precedidos de licitação.
Quando se analisa esses contratos, porém, nota-se que 99% dos valores estão ligados a contratações feitas na modalidade “convite”, modalidade em que a Petrobras seleciona determinadas empresas para participar da disputa. Se considerado o número de contratações, este chega a 98% dos casos. Conclui-se, portanto, que do total de R$ 202 bilhões em contratações precedidas de licitação, R$ 200 bilhões foram contratados mediante convite.
O TCU critica há anos a modalidade de contratação da Petrobras, que desde 1998 não é obrigada a seguir a tradicional Lei de Licitações (8666/93), conforme as demais estatais. Por meio de mandados de segurança impetrados no Supremo Tribunal Federal (STF), a Petrobras se submete apenas a um decreto (2.745/1998) que permite a contratação de serviços e produtos sem licitação ou por meio de convite, dada a especificidade de suas necessidades.
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Além disso, o Banco do Brasil negou a discussão para converter dívida da Petrobras em ações, segundo a assessoria de imprensa do banco. A agência de notícias Reuter havia noticiado que BNDES, o BB e a Caixa poderiam trocar a dívida da Petrobras (PETR3;PETR4) por ações para auxiliar a estatal,
Por fim, a Petrobras concluiu a perfuração do poço 3-BRSA-1305A-RJS (3-RJS-739A), localizado na área noroeste do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, confirmando a descoberta de petróleo de boa qualidade em reservatórios de excelente produtividade. O poço encontrou uma coluna de óleo de aproximadamente 270 metros e reservatórios de elevada qualidade em comunicação com outros já perfurados na área. Dois testes de formação, realizados em dois intervalos distintos, confirmaram a excelente produtividade desses reservatórios e a boa qualidade do óleo (28º API), similar ao que foi encontrado nos poços 2-ANP-2A-RJS e 3-RJS-731. No momento, há dois outros poços em perfuração na área noroeste do bloco de Libra: 3-BRSA-1322-RJS (3-RJS-741) e 3-BRSA-1339-RJS (3-RJS-742). No primeiro, o intervalo portador de óleo foi constatado por meio de perfis a cabo (registro das formações de hidrocarbonetos atravessadas pelo poço) e amostras de fluido, que serão caracterizadas por análise de laboratório. O poço encontra-se atualmente a uma profundidade de 5.527 metros. Já o 3-RJS-742 começou a ser perfurado no último dia 6 de fevereiro.
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