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SÃO PAULO – Após marcar cinco quedas consecutivas e presenciar a quebra de diversos recordes nos mercados, o dólar comercial interrompeu a seqüência e apresentou alta na terça-feira (2). Sua cotação final foi de R$ 1,825, o que representa uma alta de 0,88% em relação ao dia anterior, em meio a um ajuste de posições.
No plano externo, a agenda do dia reservou poucas referências, o que contribuiu para uma correção nas bolsas após forte histórico recente. Um dos poucos indicadores foi o Pending Home Sales, que registrou um recuo de 6,5% na assinatura de contratos de imóveis existentes nos EUA. Esse retrocesso foi superior ao esperado pelo consenso do mercado, que projetava um recuo de 2,0%.
Internamente, o Banco Central não realizou operação de compra de dólares à vista via leilão.
Confira as cotações
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,8230 na compra e R$ 1,8250
na venda, forte alta de 0,88% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,1000, representando um ágio de 15,19%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 0,49% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 14,60%.
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Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
encerrou o dia cotado a R$ 1.826,
forte alta de 0,55% em relação ao fechamento
de R$ 1.816
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, fechou em alta de 0,38%,
atingindo R$ 1.836 frente
à R$ 1.829 do fechamento de
segunda-feira.
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Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 1,823.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,80% para dezembro de 2007, alta de 0,04 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.