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SÃO PAULO – O indicador de risco-País registrou alta de 10 pontos-base nesta sexta-feira (30), atingindo 274 pontos. Entretanto, na semana o indicador permaneceu estável. Apesar do anúncio da véspera sobre a extensão do fundo de resgate aprovado pelo Parlamento alemão, o mercado voltou a ser dominado pelo pessimismo nesta data.
A preocupação com a desaceleração econômica global abalou a confiança dos investidores, que seguiram a tendência negativa dos principais indicadores econômicos externos. Entre eles, o PMI (Purchasing Managers’ Index) chinês revelou contração da atividade manufatureira naquele país, alcançando o pior nível nos últimos dois anos e meio.
Front Interno
O setor público brasileiro teve um superávit primário de R$ 4,6 bilhões durante o mês de agosto, registrando redução de R$ 632 milhões em relação ao observado no mesmo período do ano anterior. Ainda por aqui, a confiança da indústria apontou nova queda de 1,6% entre agosto e setembro de 2011.
Referências externas
Já nos Estados Unidos, o Chicago PMI (Purchasing Managers Index) que mede o nível da atividade industrial na região, atingiu 60,4 pontos, superior as projeções do mercado, que previam 54 pontos. Por sua vez, a confiança do consumidor norte-americano foi melhor do que a esperada para setembro, ao registrar 59,4 pontos, superior às expectativas dos analistas que previam 57,5 pontos.
Ainda por lá, o núcleo do índice de preços PCE (Personal Consumption Expenditures), um dos indicadores mais observados pelo Banco Central daquele país, alcançou alta de 0,2% no mês de agosto, em linha com as estimativas do mercado
Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,33% na noite desta sexta-feira, cotado a 132,05 centavos de dólar.
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Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 274 pontos-base.