Apesar do preço, mulheres compram jóias para usar diariamente

Além disso, a maioria das consumidoras tem entre 25 e 44 anos, são solteiras, das classes B e C, estudam e trabalham fora

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SÃO PAULO – Mesmo custando caro, as jóias são compradas pelas mulheres para o uso diário, segundo pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em 2005.

Além disso, o estudo aponta que as mulheres da região Sudeste são as principais consumidoras de jóias, sendo que a maioria tem entre 25 e 44 anos, são solteiras, das classes B e C, estudam e trabalham fora.

Escolhas próprias

De acordo com Eva Zorzetti, proprietária de um escritório de designers, hoje, a mulher moderna trabalha fora, é independente e faz suas próprias escolhas sobre o que consumir. “Elas querem se sentir elegantes, charmosas, bonitas e sensuais, por isso, valorizam o uso de jóias”.

Ainda segundo o levantamento da Fiesp, as compras de jóias recaem em alianças, brincos, anéis e correntes, seja para dar de presente, seja para uso próprio.

Mercado

No ano passado, o setor joalheiro nacional faturou US$ 1,3 bilhão, o que significa US$ 300 milhões acima da meta, de acordo com a Associação do Comércio de Jóias, Relógios e Óptica do Rio Grande Do Sul (Ajorsul).

Este ano, foram identificadas 2.170 indústrias que atuam no setor, sendo 850 do segmento de lapidação, 730 do setor de joalheria em ouro e prata e 590 do setor de joalheria em folheados de metais preciosos.