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SÃO PAULO – Em evento de lançamento da nova marca da companhia, Marco Antônio Castello Branco, presidente da Usiminas, declarou que, apesar do primeiro trimestre deteriorado, enxerga uma melhora nas margens da companhia até o final de 2009.
Segundo análise do executivo, as margens do primeiro trimestre foram muito sacrificadas pela perda da ocupação e pela depressão dos preços.
“No final do ano eu espero que a gente já consiga ver na prática os efeitos do lançamento da nova marca da atuação integrada no mercado. Nós estamos mudando justamente para acelerar a saída da crise”, nas palavras de Castello Branco.
Momento de se adaptar
No entanto, a siderúrgica reconhece os desafios presentes na atual conjuntura econômica. O executivo afirmou que o cenário é preocupante. “Está menos favorável do que há dois meses atrás, principalmente pelo excesso de capacidade e baixa demanda nas exportações”.
Ou seja, a empresa não vislumbra uma melhora nas exportações como projetava anteriormente. “E não vai haver também uma retomada da atividade econômica brasileira como esperávamos”, disse Castello Branco destacando que os números do PIB (Produto Interno Bruto) e da queda na atividade industrial no último quarto do ano passado são extremamente preocupantes.
Redução em investimentos
Ainda segundo o executivo, os investimentos na nova marca foram reduzidos. Em 2009 a empresa planeja investir R$ 2,9 bilhões, sem contar o que já foi investido na compra da distribuidora gaúcha de produtos siderúrgicos Zamprogna.
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“Nós vamos fazer lançamentos mais modestos, mas não estamos parados”, complementou. Neste contexto, ele relembrou os aportes na construção de um novo Laminador de Tiras a Quente, que tem entrada em operação prevista para 2011.