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SÃO PAULO – A despeito das tensões da cena externa, o dólar comercial, que abriu a sessão praticamente estável, assumiu uma trajetória declinante pressionado pelo forte ingresso de recursos externos.
Apesar de subir quatro pontos para 211 pontos base, o risco-país que na última quarta-feira atingiu o menor nível da história, segue em patamares atrativos. Os equilibrados fundamentos, os altos juros e as melhores perspectivas para a economia doméstica beneficiam a entrada de capitais.
Todavia, vale mencionar que, embora o fluxo vendedor esteja mantendo a divisa estrangeira em baixa, a cena externa se mostra tensa com os agentes avaliando a notícia de que a polícia inglesa impediu a realização de um ataque terrorista em um vôo entre a Grã-Bretanha e os EUA. Novas atuações do Banco Central também não estão descartadas.
Dólar em queda
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,1610 na compra e R$ 2,1620 na venda, baixa de 0,18% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,3710 na venda, representando um ágio de 9,72% em relação ao dólar comercial.
Dólar futuro na BM&F também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro está sendo cotado a R$ 2.174,
baixa de 0,25% em relação ao fechamento
de R$ 2.179
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera
em leve baixa de 0,09%,
atingindo R$ 2.189 frente
a R$ 2.191 do fechamento de quarta-feira.