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Ânimo com Ultrapar faz ação saltar mais de 5% e mais destaques dos balanços que movimentaram esta 5ª

Dona da Ipiranga animou investidores, enquanto resseguradora não agradou; ações de Movida e Azul subiram, enquanto Banco Inter teve forte queda

SÃO PAULO – A temporada do terceiro trimestre ganha força nesta reta final, com grandes companhias divulgando os seus números entre a noite da última quarta-feira e a manhã desta quinta – suscitando movimentos bastante fortes entre os papéis por conta de números que decepcionaram ou que surpreenderam positivamente os investidores.

Entre os destaques positivos, estão as ações da Ultrapar (UGPA3), que saltaram até 7% na esteira de um balanço bastante positivo e que traz sinais de uma virada na tendência negativa na empresa. Na ponta oposta, estão os papéis da IRB (IRBR3), que caíram mais de 4% com os resultados considerados fracos pelos analistas.

Já entre as variações intermediárias, estão os papéis do Banco do Brasil (BBAS3), que operam perto da estabilidade após terem chegado a subir 1,70%, enquanto Notre Dame (GNDI3) tem leves perdas. Confira os destaques:

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Ultrapar (UGPA3, R$ 20,58, +5,27%)

A Ultrapar teve lucro líquido ajustado de R$ 307 milhões, queda ante os R$ 323,2 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda ajustado após IFRS 16 foi de R$ 979 milhões. A receita líquida do grupo caiu 3% ano a ano, para R$ 23,2 bilhões, refletindo em parte o menor preço dos combustíveis vendidos pela rede Ipiranga.

Segundo os analistas Bruno Montanari e Guilherme Levy, do Morgan Stanley, todas as unidades de negócios da companhia superaram expectativas no trimestre, mas deve ser ponderado, pois revela muito sobre o baixo nível de confiança que se tinha no resultado.

“Os destaques foram a maior margem na distribuição de combustíveis, uma melhora nos lucros operacionais em Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e o oxiteno também apresentando recuperação”, avaliam os especialistas.

As margens da marca Ipiranga cresceram acima das projeções e pela primeira vez sugerem números melhores para os próximos trimestres. A Extrafarma, por sua vez, apresentou um forte fechamento líquido de lojas, e pela primeira vez desde 2017 conseguiu reportar um Ebitda positivo, mesmo que de apenas R$ 1,3 milhão.

O Morgan Stanley também ressaltou que o foco da teleconferência da Ultrapar desta quinta esteve na sustentabilidade futura dos resultados do terceiro trimestre, bem como oportunidades de investimento que surgem por conta das vendas de ativos que são promovidas pela Petrobras.

Sensível a esse cenário, o banco promoveu uma elevação no preço-alvo das ações da companhia de R$ 20,50 para R$ 22,00, mas a recomendação segue equal-weight (desempenho dentro da média do mercado).

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A equipe de análise da XP também tem uma visão positiva sobre a companhia. “Em particular, destacamos o desempenho positiva da Ipiranga, que apresentou melhores margens que o esperado em termos de Ebitda por metro cúbico de combustível vendido”, avaliam.

Dito isso, o analista Gabriel Francisco acredita que resta ver se tal desempenho deve ser recorrente daqui para frente, dado o ambiente ainda competitivo no setor de distribuição de combustíveis, tendência que deve continuar mesmo em um cenário de recuperação macroeconômica.

Já o Bradesco BBI destaca que o grupo vem apresentando uma recuperação sequencial bastante sólida e o resultado confirma a visão: o Ipiranga mostrou recuperação de participação de mercado; Oxiteno se beneficiou da depreciação do câmbio e corte de custo; Ultragaz teve um EBITDA recorde devido ao impacto do preço mais baixo do gás.

“A empresa já passou pelo pior e os resultados devem melhorar ainda mais em 2020”, apontam os analistas.

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 47,67, 0%)

O Banco do Brasil teve lucro líquido contábil de R$ 4,256 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 34% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o lucro ajustado foi de R$ 4,543 bilhões, montante 33,5% superior.

Veja mais: Lucro do Banco do Brasil sobe 33,5% e atinge R$ 4,5 bilhões no terceiro trimestre

O resultado do BB no terceiro trimestre foi impulsionado, conforme informa em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, por maiores margens financeiras e ainda redução de imposto de renda e contribuição social. Maiores receitas com tarifas e despesas sob controle também beneficiaram o desempenho do banco neste período.

A carteira de crédito ampliada do BB atingiu R$ 686,7 bilhões de julho a setembro, estável em relação aos três meses anteriores. Em um ano, os empréstimos da instituição apresentaram leve queda de 0,7%.

“O lucro superou as estimativas do consenso em 4%, explicado por margens financeiras mais fortes, provisões para perdas com empréstimos mais baixas e uma taxa tributária efetiva mais baixa”, afirma a equipe de análise do Itaú BBA.

O Banco do Brasil ainda retomou suas projeções de desempenho para este ano após concluída a oferta de ações anunciada em outubro com ajustes em parte das estimativas até então divulgadas. Enquanto de um lado melhorou a expectativa para seus resultados neste exercício frente ao passado, do outro, passou a prever um crescimento mais tímido da sua carteira de crédito rural.

O BB espera que seu lucro líquido ajustado fique entre R$ 16,5 bilhões e R$ 18,5 bilhões neste ano ante faixa anterior de R$ 14,5 bilhões a R$ 17,5 bilhões. No acumulado de 2019, o banco já entregou resultado de R$ 13,222 bilhões, incremento de 36,8% ante mesmo intervalo do exercício passado.

Para a carteira de crédito rural, a instituição espera aumento de 0,5% a 3,0% neste ano frente a 2018. Antes, sua projeção ia de 3,0% a 6,0%. Até setembro, porém, o BB entregou crescimento de apenas 0,8% no crédito rural. “O desempenho foi influenciado pela performance abaixo do esperado no financiamento para o segmento”, justifica o banco, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.

A mudança do guidance também foi bem recebida pelo Itaú BBA, que destacou também o bom controle nas despesas operacionais, com uma alta de apenas 0,8% na comparação trimestral e de 1,5% na base anual. Assim, a recomendação para os ativos é outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 63 para os ativos – ou um potencial de alta de 31% frente o fechamento da última quarta-feira.

“Após ganhos sequenciais na lucratividade, nós vemos o BB entregando um ROAE (Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio) de 17% em 2019, o que deve garantir múltiplos mais altos para os ativos”, apontam os analistas.

Já o Morgan Stanley destacou que o BB reportou resultados operacionais “apenas OK”. O crescimento da receita líquida, na avaliação dos analistas, foi fraco, enquanto os empréstimos ao consumidor estão crescendo bem abaixo dos pares do setor privado. Enquanto isso, a qualidade dos ativos diminuiu. Contudo, “o controle de custos mais do que compensou as fracas receitas, de modo que os lucros antes dos impostos acabaram registrando um bom crescimento. No entanto, o banco mostra atraso em seguir a linha das tendências positivas de receita que vimos na maioria dos bancos do setor privado”, avaliam.

Carrefour Brasil (CRFB3, R$ 19,17, +0,47%)

O Carrefour Brasil registrou lucro líquido ajustado dos acionistas controladores de R$ 448 milhões, um crescimento de 14,7%, antes do pré-IFRS 16. Após esses efeitos, o lucrou somou R$ 430 milhões, alta de 21,1%.

O Ebitda ajustado registrou alta de 7,2%, para R$ 1,1 bilhão, antes do IFRS 16, e com margem estável de 7,7%, “apesar dos investimentos em iniciativas omnicanal”.

As vendas brutas crescem 8,9%, a R$ 15,1 bilhões, o que incluiu gasolina, “com forte desempenho em todos os negócios”. Apenas o Atacadão teve crescimento de 9,0%.

O Credit Suisse avaliou que o Carrefour entregou um Ebitda 3% superior ao projetado pela instituição. De positivo estão o e-commerce, que continua contribuindo para a aceleração das vendas mesmas lojas do varejo, e o resultado do banco. No negativo, a desaceleração das vendas mesmas lojas do Atacadão e a contração da margem.

Segundo o Bradesco BBI, os ganhos nos formatos de varejo e de banco, com as duas divisões mostrando um forte crescimento como resultado de iniciativas internas, são um bom presságio para os próximos trimestres.

Dito isto, o Atacadão continua sendo a “joia da coroa” no Carrefour Brasil. Assim, a fraqueza dessa divisão no terceiro trimestre provavelmente será o principal foco.

“Não está totalmente claro por que o crescimento de vendas nas mesmas lojas se deteriorou e, se houver um ambiente mais competitivo por trás disso, o crescimento poderá permanecer fraco nos próximos trimestres”, avaliam os analistas. Assim, apesar da queda recente dos ativos, os papéis não oferecem uma relação risco-retorno atrativa.

 

NotreDame (GNDI3, R$ 59,04, -0,40%)

A companhia do ramo de saúde NotreDame Intermédica apresentou um lucro de R$ 99,7 milhões no terceiro trimestre, alta de 5,9%. Em termos ajustados, o lucro líquido subiu 22,4%, a R$ 155,7 milhões. O Ebitda ajustado atingiu R$ 319,6 milhões, alta de 50,2%, e a receita líquida avançou 39,6%, para R$ 2,174 bilhões.

De acordo com o Bradesco BBI, o resultado foi muito bom, com adição de 72 mil vidas, enquanto a aquisição de Belo Dente foi um passo importante da receita de dental. “A empresa continua focada na verticalização de fusões e aquisições recentes, principalmente em exames diagnósticos. Mantemos visão bastante otimista para a empresa e segmento”, avaliam os analistas.

Guararapes (GUAR3, R$ 20,51, -2,43%)

A Guararapes, dona da varejista Riachuelo, teve lucro de R$ 67,9 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 18,5% sobre o mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado subiu 13,7%, a R$ 254,3 milhões. A receita líquida cresceu 9,2%, a R$ 1,885 bilhão, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas subiram 5,4% no trimestre.

Segundo o Bradesco BBI, o resultado de varejo foi um pouco mais fraco que o esperado, mas sem grande destaque negativo. O crescimento de vendas nas mesmas lojas foi de 5,4% (considerável melhora frente a queda de 1,6% do último trimestre), enquanto as vendas totais no varejo aumentaram 7% na base anual, enquanto o Ebitda de varejo caiu 5%, para R$ 97 milhões. “O ponto positivo do resultado foi a redução de estoque, mas vemos um potencial limitado para o papel no curto prazo, avaliam os analistas.

Banco Inter (BIDI11, R$ 46,50, -5,01%)

O Banco Inter apresentou lucro líquido de R$ 11,8 milhões no trimestre, uma queda de 0,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, mas acumula alta de 19,6% entre janeiro e setembro, somando R$ 56,8 milhões. O Ebitda do terceiro trimestre somou R$ 3,6 milhões, um incremento de 1,4%. Já a margem Ebitda atingiu 0,7%, uma queda de 0,1 ponto porcentual.

A empresa atingiu a marca de 3,3 milhões de contas digitais, alta de 211% na comparação anual, com mais de 12 mil novas contas por dia útil em setembro de 2019. As receitas totais somaram R$ 297,3 milhões, crescimento de 37,8%. O banco digital reportou ainda que ultrapassou a marca de R$ 1,5 bilhão em depósitos à vista, com crescimento anual de 213%, “o que reafirma o forte índice de ativação e primarização das contas do Banco Inter”, destacou.

A companhia atingiu ainda a marca de R$ 4,4 bilhões na carteira de crédito, crescimento anual de 43,7%. Já o custo de captação recuou 11,6 p.p., chegando a 72,1% do CDI.

O Banco Inter anunciou ainda a aquisição da DLM Invista Gestão de Recursos Ltda, por R$ 49,0 milhões, referentes à fatia de 70% da sociedade controladora. Desse valor, R$ 24,5 milhões serão pagos no fechamento e R$ 24,5 milhões em quatro parcelas anuais, sujeitas a ajustes para cima ou para baixo de acordo com a performance financeira da DLM nos exercícios de 2020, 2021, 2022 e 2023.

Os principais sócios da DLM manterão 30% de participação na referida sociedade e a independência em suas funções executivas. A equipe, os processos de decisão e a gestão do negócio permanecerão segregados. A DLM possui R$ 4,5 bilhões em ativos sob gestão, atuando na gestão de patrimônio, de fundos e carteiras de clientes de alta renda e na gestão de fundos de investimentos e previdência privada, possuindo cerca de 40 mil cotistas.

“Como resultado desta aquisição, pretendemos explorar e desenvolver as sinergias existentes em nossa Plataforma Aberta Inter (PAI), que já conta com 338 mil investidores. A DLM trará mais robustez aos segmentos Wealth e Asset, que deverá converter-se em melhor atendimento aos clientes e maior oferta de produtos e serviços”, afirmou.

De acordo com o Morgan Stanley, o resultado foi negativo, com um ROE de apenas 2%. “Nossa tese de investimento [com recomendação underweight] baseia-se nos desafios de execução que a empresa pode enfrentar ao expandir os negócios. Este trimestre destacou nossas preocupações, uma vez que as provisões e despesas com operações de crédito ficaram acima do esperado, e o ROA e o ROE atingiram uma baixa. Embora o crescimento de clientes tenha sido impressionante, a capacidade da empresa de monetizar clientes não é evidente”, avaliam os analistas.

Azul (AZUL4, R$ 52,49, +1,47%)

A Azul registrou prejuízo de R$ 438,0 milhões no terceiro trimestre deste ano, elevando as perdas frente ao prejuízo de R$ 47,8 milhões de um ano antes. A empresa informou ainda o resultado líquido excluindo o impacto não-caixa da variação cambial totalizou, que, neste caso, apontou para uma alta de 56,7% no lucro, para R$ 441,4 milhões.

O Ebitda somou de R$ 935,8 milhões, cifra 24,4% maior, representando uma margem de 30,9% (-0,3 p.p.). O Ebit subiu 31,4%, para R$ 559,3 milhões, com margem de 18,5% (+0,8p.p.). Já a receita subiu 25,5%, para R$ 3,030 bilhões.

A empresa informou ontem ainda os resultados preliminares de outubro, com aumento de 36,3% no tráfego de passageiros consolidado (RPKs), frente a um aumento de 33,3% na capacidade (ASKs), resultando em uma taxa de ocupação de 84,2%, aumento de 1,8 ponto percentual comparado com o mesmo período de 2018.

A taxa de ocupação doméstica foi de 83,9% e a internacional totalizou 85,4%.

A Azul informou ainda sobre a revisão de seus guidances. Segundo a empresa, a expectativa de aumento da capacidade deve ficar em torno de 20% – ante projeção anterior de um intervalo entre 20% e 22%. Apenas para o doméstico, a projeção é de cerca de 23% – contra um intervalo estimado antes de 23% a 25%.

A empresa prevê uma margem operacional excluindo não recorrente de cerca de 18%, ante 18% a 20% estimadas anteriormente. Já para o CASK nominal, excluindo não recorrentes, a projeção atual é de um intervalo entre -0,5% e +1,5%, ante 0% a 2% de antes.

De acordo com a XP Investimentos, os resultados da Azul foram levemente abaixo do esperado, refletindo um yield (valor médio pago por passageiro para cada quilômetro voado) cerca de 2% abaixo da estimativa, impacto que se carregou para as outras linhas do resultado.

“Em geral, mesmo com números levemente abaixo em termos absolutos, o terceiro trimestre foi marcado por um crescimento forte e saudável das receitas, impulsionado principalmente pelo forte crescimento de oferta por parte da companhia no mercado doméstico e acompanhado de um crescimento sólido da demanda, permitindo assim uma precificação saudável”, aponta a analista Bruna Pezzin, que reforça recomendação de compra para o papel.

Para o Itaú BBA, os resultados da Azul foram positivos, em um trimestre marcado por uma ampla geração de receita e maior redução de custos, “indicando que a empresa está no caminho de apresentar uma sólida margem EBIT para o ano de 2019”.

Sobre os resultados da prévia operacional de outubro, o Itaú avaliou que foram sólidos e mostraram outro mês de demanda robusta no Brasil, superando as adições de capacidade.

IRB (IRBR3, R$ 36,35, -4,37%)

A resseguradora IRB teve lucro líquido de R$ 392,5 milhões no terceiro trimestre deste ano, representando uma expansão de 28,9% em relação ao mesmo período de 2018. Os prêmios emitidos atingiram R$ 2,298 bilhões, crescimento de 17,8%. O ROAE no terceiro trimestre foi de 37%, avanço de cerca de 3,7 pontos percentuais sobre os 33% obtidos no mesmo período do ano anterior.

A empresa anunciou ainda o pagamento de Juros sobre Capital Próprio de R$ 198,445 milhões, equivalente a R$ 0,21307633814 por ação. As ações ficam “ex-JCP” a partir de 19 de novembro e o pagamento correspondente será efetuado em 5 de dezembro.

Para o Itaú BBA, o resultado do IRB foi ligeiramente negativo, porém foi marcado por uma forte redução nas despesas gerais e administrativas e de uma receita financeira robusta.

“No geral, o resultado final ficou um pouco abaixo das nossas projeções, tendo em vista o crescimento do prêmio pior do que o esperado e o nível de sinistros”, acrescentou o Itaú BBA.

Movida (MOVI3, R$ 16,28, +3,83%)

A Movida apresentou lucro líquido de R$ 60 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 45,8% na comparação anual. O Ebitda atingiu R$ 192 milhões, incremento de 60,6%. Já a receita liquida avançou 57,1%, para R$ 960,8 milhões.

Para a XP, o resultado geral da Movida foi positivo, com os esforços no aprimoramento da eficiência e da manutenção do giro da frota em níveis saudáveis, em meio a resultados sequencialmente melhores. A XP mantém a recomendação de compra baseada na melhora sequencial de margens, maior geração de valor com o amadurecimento do segmento de Seminovos e múltiplos atrativos.

Totvs (TOTS3, R$ 61,07, -0,73%)

A Totvs teve um lucro líquido ajustado de R$ 79,5 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 96,7%. O Ebitda ajustado atingiu R$ 120,5 milhões, incremento de 33,7%, enquanto a receita somou R$ 575,2 milhões (+7,5%).

A Totvs reportou resultado forte, com um mix de vendas de melhor qualidade, destacou o Credit Suisse. Segundo a instituição, o Ebitda veio acima do esperado, com a empresa se beneficiando a alavancagem operacional. Já o lucro veio acima do consenso, com melhores números operacionais e financeiros, além de uma alíquota abaixo do esperado de impostos.

O Bradesco BBI também apontou que a companhia publicou resultados sólidos, sendo os principais destaques o crescimento de receita recorrente em 12,2% e o crescimento de receita com ganhos de eficiência. “Mantemos a companhia como nossa top pick do setor”, destacam os analistas do banco.

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