AO VIVO Stock Pickers entrevista RI da Cogna: após entrevistarmos gestores comprados e vendidos, é hora de falarmos com o RI da empresa; assista

Stock Pickers entrevista RI da Cogna: após entrevistarmos gestores comprados e vendidos, é hora de falarmos com o RI da empresa; assista

Tempo Real

Anima despenca 5% após leilão de venda das ações, bancos avançam e Vale sobe 2%

Confira a atualização dos principais destaques da Bovespa na sessão desta segunda-feira

12h31: Anima (ANIM3, R$ 20,65, -5,06%)
As ações da companhia educacional despencam após passaram por um leilão de 1h na Bovespa – entre 11h25 e 12h27. De acordo com a nota da Bolsa, eram 1 milhão de ações – representativas de 1,2% dos papéis em circulação -, ao preço de R$ 20,81 no leilão.

11h17: Construção
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que foram contingenciados cerca de R$ 6 bilhões do Minha Casa, Minha Vida, e que o programa ainda tem R$ 13 bilhões disponíveis para pagamento neste ano. Segundo Barbosa, o ritmo de execução do Minha Casa será adequado. Na Bolsa, as empresas que possuem maior exposição ao programa são MRV Engenharia (MRVE3, R$ 7,74, -1,02%) e Direcional (DIRR3, R$ 5,90, -2,48%).

Além disso, com o aumento da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) dos bancos, sofrem as empresas que dependem muito do crédito, principalmente o setor de construção. Além das duas citadas acima, caem mais de 1% hoje as ações da Gafisa (GFSA3, R$ 2,52, -1,56%), PDG Realty (PDGR3, R$ 0,41, -2,38%), Rossi (RSID3, R$ 1,65, -5,17%) e Eztec (EZTC3, R$ 17,00, -1,62%). 

10h56: Exportadoras
Os papéis de empresas voltadas à exportação aparecem entre as altas do Ibovespa com a alta do dólar. Neste momento, a moeda subia 0,92%, a R$ 3,1250. Nos destaques, as ações das empresas do setor de papel e celulose Fibria (FIBR3, R$ 42,79, +0,92%) e Suzano (SUZB5, R$ 15,61, +0,77%). Já a fabricante de aeronaves Embraer (EMBR3, R$ 25,17, +0,08%) opera praticamente estável.  

10h53: Educacionais
Os papéis do setor educacional voltam a cair após cortes de Orçamento para o setor. Na sexta-feira, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, citou que o Pronatec terá novas vagas este ano mesmo com o contingenciamento, “mas não tanto quando se planejava inicialmente”. No Ministério da Educação, o contingenciamento foi de R$ 9,42 bilhões (o terceiro maior entre os ministérios).

Na Bolsa, caem hoje as ações da Kroton (KROT3, R$ 12,16, -3,03%), Estácio (ESTC3, R$ 18,35, -2,91%) e Ser Educacional (SEER3, R$ 14,05, -0,92%). 

10h46: Siderúrgicas
As ações das siderúrgicas sobem apesar de dados ruins do setor mas com a disparada do preço do minério de ferro na China nesta sessão. Na Bolsa, sobem as ações da Usiminas (USIM5, R$ 5,37, +1,32%), CSN (CSNA3, R$ 7,24, +0,56%), Gerdau (GGBR4, R$ 9,25, +0,43%) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 8,21, +0,37%).  

Segundo dados divulgados na última sexta-feira (25) pela associação que representa o setor, Worldsteel, a produção global de aço bruto caiu 1,7% em abril, para 135 milhões de toneladas ante 138 milhões no mesmo período de 2014. Os preços do aço, porém, seguem no ponto mais baixo em quase seis anos diante do excesso de oferta, queda nos preços do minério de ferro e desaceleração do crescimento chinês, que fez parte significativa da produção do país ser direcionada ao exterior a preços reduzidos.

10h37: Bancos 
As ações dos bancos viram para alta após cair por cinco pregões seguidos em meio ao cenário político e econômico conturbado no País e após o anúncio do aumento do tributo sobre os bancos, oficializado na sexta-feira mas que vinha ganhando força desde o início da semana passada. As ações dos grandes bancos listados na Bolsa viraram para alta hoje após abrirem em queda: Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 35,33, +0,08%), Bradesco (BBDC4, R$ 29,33, +0,79%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 23,44, +0,39%). A exceção era o Santander (SANB11, R$ 16,40,  -0,54%), que seguia em queda. Entre eles, o Santander foi o que menos caiu semana passada. 

PUBLICIDADE

7 ações têm a pior semana de 2015 na Bolsa; Itaú e Bradesco estão na lista

10h33: Vale (VALE3, R$ 20,73, +2,32%; VALE5, R$ 17,44, +2,29%)
As ações da Vale ganham força com a disparada do minério de ferro nesta sessão, que subiu 2,05% no mercado spot do porto de Qingdao na China. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 11,14, +1,64%), holding que detém participação na Vale. Lá fora, os papéis das concorrentes BHP Billiton e Rio Tinto também sobem.  

10h12: Petrobras (PETR3, R$ 13,90, -1,42%; PETR4, R$ 12,91, -1,30%)
A Petrobras vai realizar assembleia geral extraordinária, às 15h (horário de Brasília) desta segunda-feira, para deliberar junto aos acionistas sobre o relatório da administração e demonstrações contábeis de 2014, acompanhadas de parecer do conselho fiscal. Na semana passada, dois fundos de investimento, Ibiúna e HBK, pediram à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) o adiamento ou a interrupção da AGE, o que foi negado pela autarquia, conforme apurou o Broadcast. Os fundos questionavam a decisão da companhia de não pagar dividendos referentes a 2014. 

Ainda sobre a estatal, a companhia apresentou nova defesa em ação coletiva movida nos Estados Unidos por investidores estrangeiros com uma estratégia que pode reduzir significativamente o número de acionistas representados pelo processo e a indenização que pode vir a desembolsar, informou o Valor. A estatal quer excluir da ação coletiva todas os investidores que compraram ADRs (American Depositary Receipts) e também ações negociadas na BM&FBovespa no período determinado pela ação, de janeiro de 2010 até março deste ano. 

Além disso, um ano e dois meses depois de deflagrada a Operação Lava Jato, a força-tarefa responsável pela investigação da corrupção na Petrobras acredita já ter reunido indícios para tentar comprovar que o esquema de desvios nos contratos de construção de refinarias da estatal foi também reproduzido no mercado do pré-sal. São obras de plataformas, construção e locação de navios e sondas de perfuração para exploração de petróleo – a maior parte deles vigente – que envolvem volume de investimentos público e privado superior aos projetos até agora sob escopo da operação.