Publicidade
SÃO PAULO – A perda da região dos 51.200 pontos por parte do Ibovespa na terça-feira (16) acendeu o sinal de alerta no mercado brasileiro, sugerindo uma correção mais importante tendo em vista o movimento das ondas de Elliott no gráfico semanal.
Para os adeptos à teoria, o índice acabou de fazer uma onda 4, de proporções positivas, até a região dos 55.000 pontos, onde marcou sua máxima. Agora, engata um movimento corretivo até a casa dos 46.000 pontos, aproximando-se novamente da média móvel de 21 semanas, segundo analistas técnicos.
Curto prazo
No curto prazo, o Ibovespa, segundo a Focques Analistas Técnicos, tem suporte imediato na casa dos 50.690 pontos, já testado no intraday desta segunda-feira (22), e principal no perímetro entre 50.260 pontos e 50.000 pontos, como destaca a equipe de análise técnica do Itaú.
Confirmando a perda dos suportes traçados, eleva-se a probabilidade de uma correção mais forte por parte do índice, que a partir daí encontra suportes apenas em 49.000 pontos, 48.200 pontos e 47.600 pontos, visando os 46.000 pontos.
Para o Itaú, o Ibovespa retomará sua tendência de alta no curtíssimo prazo apenas com o rompimento para cima da média dos 51.700 pontos, com resistências em 51.930 pontos, 52.000 pontos e 52.640 pontos, perímetro importante para o mercado.
Superando definitivamente os 52.640 pontos, a equipe do banco vislumbra a retomada da tendência de alta de curto prazo, devendo buscar primeiramente os 55.000 pontos. Acima deste patamar, a resistência principal fica em 58.300 pontos.
Continua depois da publicidade
Dow Jones
Após quatro pregões acima dos 8.500 pontos, o Dow Jones, índice que mede o desempenho das 30 principais blue chips dos EUA, perdeu seu principal suporte de curto prazo na abertura da sessão desta segunda-feira, indicando um movimento de baixa.
Confirmando o rompimento deste patamar, o mercado norte-americano encaminha-se para os 8.460 pontos e 8.370 pontos, com principal suporte em 8.250 pontos, destaca Eduardo Collor, analista técnico da Ativa Corretora. Para maiores avanços, o índice deve romper sua média móvel de 200 dias com um volume acima da média.