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SÃO PAULO – Os temores de uma nova ameaça terrorista já não afetam tanto o mercado de câmbio, após as revelações de que os relatórios apresentados pelo governo norte-americano seriam anteriores aos atentados de 11 de setembro.
O preço do petróleo, que atingiu patamares recordes nesta terça-feira (3), é ainda fator de cautela para os investidores.
Mercado nacional em expectativa
No cenário nacional, ainda preocupam as denúncias de irregularidade fiscal envolvendo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Os economistas estão convencidos de que o seu depoimento ao Senado é extremamente necessário para recuperar a confiança, ainda desgastada.
O mercado aguarda também os resultados do leilão de rolagem do Banco Central, que serão divulgados no início desta tarde. O BC se propôs a renovar até 22% da dívida cambial de US$ 1,53 bilhão que vence no próximo dia 12, com a oferta de cerca de US$ 340 milhões em contratos de swap cambial nesta quarta-feira.
Dólar comercial opera em alta
Assim, o dólar comercial opera cotado a R$ 3,0600 na compra e R$ 3,0610
na venda, alta de 0,29% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$3,1930, representando um ágio de 4,35%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o dólar acumula valorização de 0,79% em agosto, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 5,48%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
opera cotado a R$ 3.092,
alta de 0,26% em relação ao fechamento
de R$ 3.084
da última terça-feira.