Alliança Saúde (AALR3), ex-Alliar, vê prejuízo ajustado triplicar no primeiro trimestre, para R$ 32,2 mi

Ebitda ajustado totalizou R$ 63,2 milhões no 1T23, um crescimento de 23,6% em relação ao 1T22

Felipe Moreira

Divulgação Alliar

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A Alliança Saúde (AALR3), antiga Alliar, reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 32,2 milhões no primeiro trimestre de 2023 (1T23), montante 205,2% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2022, decorrente principalmente da maior despesa financeira no período.

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 63,2 milhões no 1T23, um crescimento de 23,6% em relação ao 1T22.

Segundo a Alliança, o aumento do Ebitda está diretamente relacionado: (i) ao aumento da receita líquida e (ii) à maior diluição das despesas gerais, sendo ambos oriundos das alavancas implementadas pela atual gestão, mesmo considerando o impacto das despesas com pessoal no período.

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A margem Ebitda ajustada atingiu 21,9% entre janeiro e março deste ano, alta de 3,3 pontos percentuais (p.p.) frente a margem registrada em 1T22.

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A receita líquida, excluindo receita de construção, somou R$ 289,2 milhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 5,1% na comparação com igual etapa de 2022.

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O lucro bruto atingiu a cifra de R$ 99,4 milhões no primeiro trimestre de 2023, um aumento de 15,3% na comparação com igual etapa de 2022. A margem bruta foi de 34,3% no 1T23, alta de 3 p.p. frente a margem do 1T22.

“Esse resultado se deu pela combinação de aumento de receitas com eficiência operacional e de custos, mesmo considerando o impacto de reclassificação de determinados custos”, explica a empresa.

As despesas gerais e administrativas subiram 2,3% no 1T23 vs. 1T22.

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 50,8 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma elevação de 46,4% sobre as perdas financeiras da mesma etapa de 2022.

Em 31 de março de 2023, a dívida líquida da companhia era de R$ 885,7 milhões, um crescimento de 20,2% na comparação com a mesma etapa de 2022.

O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 4,5 vezes em março/23, elevação de 1,4 p.p. em relação ao mesmo período de 2022.