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BB "misto", Azul animadora e Braskem fraco: o que os analistas acharam dos balanços que agitaram esta 5ª

Além delas, SulAmérica, Enauta, Notre Dame, Totvs, entre outras, divulgaram os números referentes a abril e junho deste ano, com diferentes reações no mercado

Azul linhas aéreas
(Divulgação)

SÃO PAULO - A sessão voltou a ser de alta para o Ibovespa, com empresas ligadas a commodities como a Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3;PETR4) registrando fortes ganhos acompanhando o exterior. Mas, além de commodities, o destaque no noticiário corporativo ficou para as empresas que divulgaram balanços, com destaque para Banco do Brasil, Braskem e Azul. Confira os balanços e as análises de corretoras e grandes bancos:

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,432 bilhões no segundo trimestre, cifra 36,8% maior ante um ano, de R$ 3,240 bilhões. Na comparação com os três meses anteriores o resultado foi 4,4% superior. De janeiro a junho, o lucro líquido ajustado do BB alcançou R$ 8,679 bilhões, 38,5% maior em relação à primeira metade de 2018, quando o montante foi de R$ 6,266 bilhões.

"O resultado foi influenciado pelo crescimento do crédito para pessoas físicas e micro, pequenas e médias empresas e pela especialização do atendimento somado ao avanço da estratégia digital com impactos positivos no desempenho das rendas de tarifas, bem como no controle das despesas e na satisfação dos clientes", explica o banco, em comunicado à imprensa.

A carteira de crédito ampliada do BB era de R$ 686,564 bilhões ao fim de junho, 0,2% superior em relação a março. Em um ano, os empréstimos se reduziram em 0,4%.

O destaque no segundo trimestre foram as operações às pessoas físicas, cujo saldo da carteira de crédito aumentou 2,1% no fim de junho ante março e 7,6% em um ano. Já os empréstimos para empresas encolheram 1,5% e 7,8%, respectivamente, o que fez o banco revisar suas projeções para crédito em 2019.

O BB fechou junho com R$ 1,541 trilhão em ativos totais, montante 6,3% maior em um ano. Na comparação com o fim de março cresceu 1,6%. O patrimônio líquido do BB era de R$ 101,930 bilhões no segundo trimestre deste ano, 0,7% inferior em um ano. Na comparação trimestral diminuiu 3%.

A rentabilidade do BB no critério mercado (RSPL) foi a 17,6% no segundo trimestre contra 16,8% nos três meses anteriores e 13,2% um ano antes.

Considerando eventos extraordinários, o lucro líquido do BB foi a R$ 4,207 bilhões no segundo trimestre, alta de 34,2% em um ano, quando era de R$ 3,135 bilhões. No comparativo trimestral cresceu 5,1%. A diferença de R$ 225 milhões em relação ao lucro líquido ajustado no segundo trimestre se deu por conta de um impacto negativo de R$ 240 milhões por planos econômicos e, do lado positivo, R$ 691 milhões em provisões para demandas fiscais.

Segundo Jorge Kuri, analista do Morgan Stanley, os resultados operacionais do Banco do Brasil vieram mais fracos do que o esperado, impactados pela mais baixa recuperação do crédito e aumento das provisões. Do lado positivo, os empréstimos no varejo subiram 15% na comparação anual. "Empréstimos a pessoas físicas cresceram 2% em relação ao trimestre passado e 8% na comparação com o mesmo período do ano passado", destaca.

Já o UBS aponta que o banco foi beneficiado de menores taxas, enquanto os fundamentos mostram tendências mistas, ao mesmo tempo em que o guidance de 2019 foi praticamente mantido. Do lado positivo, o banco segue em sua trajetória de diminuir a diferença do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em relação aos seus pares, que foi a 15% neste trimestre, leve alta ante o 14,8% no primeiro trimestre de 2019 e com variação positiva de 3,2 pontos percentuais frente os 11,8% registrados no mesmo período do ano passado. 

Braskem (BRKM5)

A petroquímica Braskem reportou um lucro líquido atribuível aos acionistas da companhia de R$ 129 milhões no segundo trimestre deste ano, representando uma queda de 91% na comparação com o primeiro trimestre deste ano e retração de 76% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. A receita líquida de vendas somou R$ 13,3 bilhões no segundo trimestre, queda de 3%.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) recorrente foi de R$ 1,611 bilhão, queda de 49%. Em dólares, a empresa reportou alta de 12%, explicada pelo melhor desempenho operacional das plantas de PP nos Estados Unidos; maior volume de vendas de químicos no mercado brasileiro; e alta nos spreads internacionais de químicos e manutenção dos spreads de PP nos Estados Unidos em patamares elevados.

A Braskem reapresentou ainda os resultados do primeiro trimestre deste ano, com destaque para o reconhecimento de créditos de PIS/COFINS pela exclusão do ICMS de ações transitadas em julgado até 31 de março, referentes ao período de junho de 2002 a dezembro de 2011, no valor de R$ 544 milhões. Inicialmente, a empresa havia registrado os créditos referentes ao período de janeiro de 2012 a fevereiro de 2017. Dessa forma, o crédito total registrado em 31 de março de 2019 foi de R$ 1,809 bilhão.

A análise geral é de que a Braskem reportou números fracos, com a entrada em operação de novos empreendimentos nos Estados Unidos e na Ásia pressionando os spreads de resinas e químicos básicos.

A demanda foi fraca no Brasil o que, aliado à transição no modelo de produção de PVC por conta da paralisação da unidade de Alagoas, o que trouxe impacto para o Ebitda e margem da área, conforme destaca o Morgan Stanley.

Já a Coinvalores ressalta que, se nos EUA o volume cresceu, com os preços mais baixos levando à formação de estoques, na Europa e no México o desempenho econômico fraco pesou, gerando queda nas vendas e menor diluição dos custos fixos. Assim, houve retração de 50% do Ebitda em um ano, com a margem Ebitda [Ebitda/receita líquida] caindo de 23% para 12%. 

A expectativa é de que as ações sigam pressionadas por conta da recuperação judicial da sua controladora, a Odebrecht, além dos desdobramentos dos eventos geológicos em Maceió (AL). Isso porque há a possibilidade de afundamento de três bairros na cidade causado pela extração de sal-gema feita pela petroquímica. O UBS mantém recomendação neutra para as ações da companhia com preço-alvo de R$ 45, enquanto o Morgan Stanley possui recomendação underweight (exposição abaixo da média do mercado) com preço-alvo de R$ 34,50. 

Azul (AZUL4)

A aérea Azul reportou um lucro líquido de R$ 345,5 milhões no segundo trimestre, revertendo um prejuízo líquido de R$ 791,4 milhões do mesmo período do ano passado.

O Ebitda somou R$ 733,2 milhões, um avanço de 40,4%, com uma margem de 28% (+1,8 p.p.). Já o Ebit somou R$ 339,9 milhões, o que representou uma alta de 69,9%, com margem de 13% (+3 p.p.).

A receita líquida avançou 31,3%, para R$ 2,617 bilhões, devido ao aumento de 30,5% na receita de transporte de passageiros e ao crescimento de 47,0% em outras receitas.

A Azul ainda revisou suas projeções para este ano, com expectativa da capacidade entre 20% a 22%, sendo com um crescimento de 23% a 25% nos ASKs domésticos e de 10% a 15% na capacidade internacional.

Com a introdução de mais assentos em nossa malha, a empresa prevê ainda que ocorra uma variação entre 0% a 2% nos custos por assento (CASK).

Já a margem operacional se manteve com a projeção de alta de 18% a 20%, de acordo com o padrão IFRS 16.

A XP Research aponta que os resultados referentes ao segundo trimestre ficaram ligeiramente acima do esperado, impulsionados (i) por receitas auxiliares mais fortes que o esperado, e (ii) por custos abaixo das expectativas. "No geral, foi um trimestre positivo, beneficiado por um ambiente competitivo mais favorável".

A XP reforçou a recomendação de compra para as ações AZUL4, suportada por (i) tendências construtivas na esfera macroeconômica, (ii) racionalidade no mercado e (iii) valuation atrativo em nossa visão, considerando perspectivas de crescimento superiores. 

SulAmérica (SULA11)

A SulAmérica apresentou lucro líquido de R$ 260,5 milhões no segundo trimestre, cifra 92,6% acima da registrada no mesmo intervalo do ano passado. As receitas consolidadas totalizaram R$ 5,4 bilhões, alta de 7,0%.

O índice combinado atingiu 98,6%, uma melhora de 0,3 p.p. na comparação trimestral, enquanto o índice combinado ampliado somou 95,6%, piora de 0,1 p.p.. A sinistralidade ficou em 77,4%, idêntica à reportada um ano antes.

O resultado financeiro foi positivo em R$ 159,4 milhões no segundo trimestre, cifra 5,2% inferior a do mesmo período do ano anterior.

Para os analistas Eduardo Nishio, Marcel Campos e Felipe Reboredo, do Brasil Plural, os resultados do segundo trimestre da Sulamerica mostraram uma continuidade na evolução da sua unidade principal de saúde, o que garante a manutenção da recomendação overweight (desempenho acima da média do mercado) para a seguradora.

A receita líquida recorrente saltou 46% na comparação anual, para R$ 198 milhões, 4% acima da projeção do Brasil Plural e 13% maior que o consenso de mercado. "As unidades de saúde e de planos odontológicos foram os destaques do trimestre", apontam os analistas.

Já o Bradesco BBI avalia que a companhia conseguiu manter ritmo positivo com uma performance forte em prêmios no segmento de saúde, enquanto os segmentos de seguro auto e de propriedades e responsabilidades para empresas (P&C, na sigla em inglês) tiveram performance fraca. 

"Esperamos que o segmento de saúde continue acelerando à medida que a economia também melhore e também com oferta de planos mais baratos; além disso, a potencial venda da divisão auto reforça o foco da companhia como um player de cuidados com a saúde, o que deve contribuir para uma reclassificação consistente do papel", afirmam os analistas. 

Enauta (ENAT3)

A Enauta apresentou um lucro líquido de R$ 20,4 milhões no trimestre segundo trimestre, 76% menor quando comparado ao mesmo período do ano passado, “em função de um menor resultado operacional e financeiro, além da adoção da norma IFRS 16 válida desde janeiro de 2019”

O Ebitdax foi de R$ 99,9 milhões, pouco abaixo dos R$ 100,7 milhões do mesmo período do ano passado. Já a receita líquida subiu 16,1%, para R$ 183,8 milhões, puxada pela “contribuição de um trimestre inteiro da produção de Atlanta, que compensou a queda de produção do Campo de Manati”.

Dentre os pontos positivos, o Morgan destaca o terceiro poço de Atlanta começou com uma boa produção, a produção de petróleo em geral registrou crescimento enquanto que, do lado negativo, houve queda de produção por conta da demanda fraca por gás natural e houve um efeito negativo de R$ 1 milhão por meio de operações de hedge. 

O Morgan mantém recomendação equalweight avaliando que, apesar da correção recente (em conjunto com o desempenho do preço do Brent), há razões limitadas para ser construtivo com o papel dado o seu portfólio de ativos concentrado e de curta duração. Já o Itaú BBA possui recomendação outperform para os ativos. 

NotreDame (GNDI3)

A NotreDame reportou um lucro líquido de R$ 89,6 milhões no segundo trimestre, representando uma alta 74,8% na comparação anual. Já o lucro líquido ajustado subiu 24%, para R$ 130,7 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado atingiu R$ 270,6 milhões, incremento de 49,3%. A margem Ebitda ajustada ficou em 13,3%, alta de 1,3 ponto porcentual.

A receita líquida consolidada totalizou R$ 2,035 bilhões no segundo trimestre, de 34,5% na comparação anual.

De acordo com o Bradesco BBI, o resultado foi positivo com destaque para a adição de 89 mil vidas, significativamente acima do case mais positivo do banco, além de crescimento de margem Ebitda, que acelerou com integração da Green Line, além da diluição de despesas gerais e administrativas.

"Esse resultado nos mostra que a história de crescimento orgânico baseado em eficiência e em preço é uma realidade. Isso deve fazer com que a companhia continue mostrando ganho de participação de mercado, mesmo com competição de outros players passando a oferecer planos mais baratos. O valuation de 30 vezes o preço sobre lucro para 2020 parece de fato alto, mas justificável dada a performance consistente, potencial de crescimento e fusões e aquisições", avalia a equipe de análise do banco. 

Totvs (TOTS3)

A Totvs apresentou um lucro líquido de R$ 57,5 milhões de abril a junho, expansão de 88,5%. Em termos ajustado, a empresa informa que a alta seria de 108,7%.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 116,2 milhões no segundo trimestre, alta de 40,9%. A margem Ebitda ajustada ficou em 20,6%, aumento de 4,7 pontos porcentuais.

A receita líquida somou R$ 564 milhões, com avanço de 8,8% na mesma base de comparação.

Os resultados da Totvs foram bem vistos pelos analistas, com o Bradesco BBI destacando o crescimento da receita recorrente em 12% na base anual, o aumento da eficiência no opex que impulsionou a expansão da margem Ebitda o que, junto a um crescimento relevante em vendas de licenças, compensou a queda de 12% em receitas de serviços. 

O banco avalia que este é o segundo trimestre seguido em que companhia entrega resultados melhores que o esperado avaliando que,  apesar do cenário macroeconômico ainda fraco, a empresa conseguiu superar a expectativa pelo Ebitda em 13%. 

O Itaú BBA também avalia que os números vieram fortes, com a expansão das margens acima das expectativas e com crescimento das receitas. 

JHSF (JHSF3)

A JHSF registrou um lucro de R$ 5 milhões no segundo trimestre, revertendo perdas de R$ 0,03 milhão do mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, retirando efeitos não recorrentes e sem efeito caixa, o lucro teria somado R$ 50,6 milhões.

O Ebitda atingiu R$ 101,2 milhões, alta de 108%. Já o Ebitda ajustado somou R$ 51,2 milhões, um aumento de 39,3%, com uma margem de 36,4% (+4,6 p.p.). A receita líquida somou R$ 156,3 milhões, um aumento de 21,8%.

Segundo o Bradesco BBI, os números foram neutros, tendo como destaque a alta de 11,8% das vendas nas mesmas lojas e da alta de 8,8% do aluguel nas mesmas lojas. Os analistas avaliam que houve forte melhora nas principais métricas operacionais dos três segmentos (shoppings, hotéis e restaurantes e construções residencial). Contudo, ainda não veem isso convertido em níveis significativos de rentabilidade.

BR Properties (BRPR3)

A BR Properties reportou um lucro líquido de R$ 57,07 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 61,7 milhões do mesmo período do ano passado, por conta da melhora nas despesas financeiras.

O Ebitda ajustado atingiu R$ 70,8 milhões, uma queda de 11%. Já margem Ebitda ajustada recuou 4 pontos porcentuais, ficando em 72%. A receita líquida recuou 6%, para R$ 98,141 milhões.

De acordo com o Credit Suisse, o lucro da BR Properties foi abaixo das estimativas, mas mostrou uma tendência positiva. "O destaque foi a aceleração na atividade de aluguel e a redução do custo da dívida, o que deve levar a uma melhora no resultado. No entanto, a receita ficou estável dado que as receitas dos contratos da Caixa e WeWork no Passeio Corporate e no Plaza Centenário, respectivamente, não foram considerados nesse trimestre, levando também a maior custo de vacância, afirmam. Para os analistas do banco suíço, contudo, o ponto de virada está próximo. 

  • Comgás (CGAS5)

  • A Comgás apresentou um lucro líquido normalizado pela conta corrente regulatória de R$ 307 milhões no segundo trimestre, resultado 40,1% acima quando comparado ao segundo trimestre de 2018.

O Ebitda normalizado totalizou R$ 578 milhões no trimestre, alta de 18% em relação, “justificado pela correção das margens pela inflação associado ao maior volume de vendas”.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 2,3 bilhões no período, aumento de 47%, “refletindo o repasse do aumento do custo do gás nas tarifas do período, recuperação de conta corrente regulatória e o crescimento do volume distribuído”.

A Comgás revisou para cima sua projeção de capex para 2019 que agora passa a ser de R$ 800 milhões a R$ 900 milhões. Anteriormente a previsão ia de R$ 400 milhões a R$ 900 milhões. Em 2018, o capex ficou em R$ 530 milhões.

Já a projeção para o Ebitda normalizado se manteve inalterada, para uma faixa entre R$ 1,95 bilhão e R$ 2,1 bilhão.

A Coinvalores destacou que houve um forte desempenho para a companhia, com volume de vendas 3% superior na base de comparação anual, com melhora em todas as classes de consumo. O destaque fica para a classe comercial, com adição de novos clientes, e industrial, com o início da recuperação da atividade.

"Cabe destacar a greve dos caminhoneiros, que pressionou as vendas no segundo trimestre de 2018. De toda forma, com reajuste de preços pela inflação e contínuo controle sobre custos e despesas o Ebitda normalizado da companhia avançou 18% em um ano, enquanto o lucro líquido foi 40% maior no período, beneficiado pela menor despesa financeira neste trimestre", avalia a equipe de análise. 

CPFL Renováveis (CPRE3)

A CPFL Renováveis apresentou um prejuízo de R$ 38,5 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representou perdas na última linha do balanço 5,4% superiores na comparação anual. O Ebitda recuou 1,9%, para R$ 250,9 milhões, com uma margem de 61% (-0,6 ponto porcentual).

A receita líquida total atingiu R$ 411,3 milhões, queda de 0,9%. A geração de energia somou 1.558,4 GWh (+5,8%).

Segundo a Coin, o resultado da companhia foi regular, com a queda na geração dos parques eólicos sendo compensada pelo aumento da geração em pequenas centrais hidrelétricas e pela menor necessidade de compra de energia.

Além disso, um efeito não recorrente no segundo trimestre do ano anterior inflou a base de comparação, enquanto a entrada em operação da PCH Boa Vista 2 elevou os custos com depreciação e amortização no período. 

Ouro Fino (OFSA3)

A Ouro Fino teve lucro líquido ajustado de R$ 15,3 milhões no segundo trimestre, uma queda de 27,5% ante igual período do ano passado.

O Ebitda ajustado somou R$ 34,6 milhões, queda de 15%. A margem Ebitda ajustada ficou em 19,5% (-5,7 p.p.). A receita liquida, por sua vez, subiu 10%, para R$ 177,7 milhões.

O Itaú BBA ressaltou que os números foram neutros, com o Ebitda 0,5% abaixo do esperado da estimativa dos analistas, tendo destaque o crescimento no segmento de produtos para "pets".


Tegma (TGMA3)

A Tegma apresentou lucro líquido R$ 32,5 milhões no segundo trimestre, uma alta 15,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. O Ebitda atingiu R$ 59,4 milhões, mas, para efeitos comparativos, se desconsiderarmos os impactos do IFRS16, teria atingido R$ 51,2 milhões, alta de 13,3%.

A receita líquida subiu 13,1%, para R$ 331 milhões, refletindo “a melhora da distância média e da quantidade de veículos transportados na divisão logística automotiva”.

Segundo o Itaú BBA, os números foram bons, com tendências positivas na divisão automotiva e expansão substancial da receita consolidada, Ebitda e lucro líquido. 

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