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Ibovespa Futuro tem leve alta antes de dados dos EUA e com notícia de medidas do governo

Mercado tem leve ânimo, mas ainda opera perto da estabilidade em semana que precede o início da temporada de resultados

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(Shutterstock)

SÃO PAULO - O Ibovespa Futuro abre em leve alta nesta quarta-feira (17) e sinaliza o terceiro pregão seguido de estabilidade. O principal fato na agenda hoje é a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve, que pode dar indicações mais claras do que o banco central norte-americano fará na próxima reunião para decisão de juros. Também serão divulgados os dados de construção referentes ao mês de junho. 

Às 9h10, o contrato futuro do Ibovespa para agosto tinha leve alta de 0,33% a 104.680 pontos, enquanto o dólar futuro com mesmo vencimento caía 0,16% a R$ 3,767. 

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2021 recua um ponto-base a 5,57%, ao passo que o DI para janeiro de 2023 cai no mesmo montante a 6,37%. 

Por aqui, a grande notícia é que o Ministério da Economia estuda liberar o saque de até 35% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para contas ativas e inativas. A expectativa do governo é injetar até R$ 42 bilhões na economia. 

As medidas devem sair antes do fim da tramitação da reforma da Previdência ao contrário do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse meses atrás quando a possibilidade de se liberar o FGTS foi aventada pela primeira vez. 

Também no radar, o presidente Jair Bolsonaro participa hoje da Cúpula dos Chefes do Mercosul, em Santa Fé, na Argentina. À tarde, há previsão de uma coletiva de imprensa, com a presença do presidente argentino, Mauricio Macri.

Na comitiva, estão Paulo Guedes e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que devem participar de um encontro de ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais de países do Mercosul e de Países Associados.

Noticiário Corporativo

A Petrobras anunciou ontem que serão tomadas as medidas administrativas necessárias para o encerramento das concessões da Conecta e da Distribuidora de Gas de Montevideo, no Uruguai, até o dia 30 de setembro.

“Ambas as partes adotarão as providências necessárias para pôr fim aos litígios pendentes, sem pleitos adicionais de qualquer espécie”, informou a empresa, acrescentando que o Estado Uruguaio assumirá as operações de ambas as concessões por meio de instrumentos legais cabíveis, dando continuidade aos serviços.

O Valor Econômico destaca que a Vale tornou-se alvo de um processo arbitragem por parte de investidores institucionais por causa das perdas sofridas com a tragédia de Brumadinho. Segundo a publicação, o requerimento foi levado à Câmara de Arbitragem do Mercado (CAM) da B3, no dia 5 deste mês, por um grupo de ao menos 25 gestoras independentes de recursos e alguns fundos de pensão.

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