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B2W e Magazine Luiza confirmam interesse por Netshoes; Petrobras se prepara para vender fatia na BR e mais notícias

Confira os destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira

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(Shutterstocks)

SÃO PAULO - No Radar InfoMoney desta quinta-feira (11) destaque para a Petrobras com a possível venda de até 30% de sua participação na BR Distribuidora, Sabesp pelo reajuste de 4,7% de suas tarifas, CSN com a captação de até US$ 1 bilhão e Cemig que é alvo de uma operação da Polícia Federal nesta manhã.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras se prepara para vender até 30% de sua participação na BR Distribuidora, apurou o Estadão. A empresa reduziria sua participação na subsidiária de distribuição de combustíveis por meio de uma emissão de ações, cuja expectativa é de que possam ser levantados cerca de R$ 8 bilhões. A fatia da petroleira na BR está avaliada em cerca de R$ 20 bilhões.

Já o jornal O Globo destacou que a empresa poderá se desfazer de mais gasodutos, após a TAG, e que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não deu garantias de que a liberação dada pelo Ibama para a inclusão de áreas sensíveis no litoral baiano na 16ª Rodada de Licitações receba o licenciamento ambiental para os vencedores.

Ainda sobre a petroleira, a empresa enviou comunicado à CVM negando estar negociando a devolução das concessões de suas distribuidoras de gás natural no Uruguai. Segundo a empresa, foi proposto ao governo uruguaio a instauração de um processo arbitral, que, entre outros pontos, possibilita à petroleira sair antecipadamente das concessões, obtendo indenizações em relação às perdas sofridas.

Cemig (CMIG4)

Nesta manhã, a Polícia Federal deflagrou a quarta fase da Operação Descarte. Segundo o blog de Fausto Macedo no Estadão, o objetivo da operação é apurar o desvio de recursos da Cemig Geração e Transmissão por meio de um aporte de R$ 850 milhões na Renova Energia. A PF investiga a participação de executivos e acionistas da Andrade Gutierrez, da Cemig, da Renova e da Casa dos Ventos, além de operadores financeiros e outras empresas usadas para escoar o dinheiro.

Sabesp (SBSP3)

A Sabesp informou que a agência reguladora (Arsesp) autorizou a aplicação de reajuste anual de 4,72% sobre as tarifas de água e esgoto vigentes. Ainda sobre a Sabesp, o Valor destaca que a empresa de saneamento quer fazer no curto e médio prazo a ampliação da coleta e o tratamento de esgoto nas cidades atendidas. A empresa estuda um modelo de parceria com empresas privadas que devem melhorar a qualidade da água despeja nos rios Tietê e Pinheiros.

CSN (CSNA3)

A CSN anunciou uma captação de até US$ 1 bilhão em títulos de dívida no mercado externo. Segundo a empresa, os Notes serão emitidos por sua subsidiária, CSN Resources, no valor de US$ 600 milhões, com vencimento em 2026 e juros de 7,625% ao ano. Adicionalmente, ocorrerá outra emissão no valor de US$ 400 milhões, com vencimento em 2023 e juros de 7,625% ao ano. A intenção da companhia é recomprar títulos com vencimento entre 2019 e 2020.

B2W (BTOW3) e Magazine Luiza (MGLU3)

A B2W e o Magazine Luiza confirmaram que analisam a possibilidade de compra das operações da Netshoes. Segundo as empresas, porém, ainda não há qualquer decisão tomada, tampouco qualquer documento vinculante.

Gafisa (GFSA3)

O mercado ainda segue sem saber qual será o valor do aumento de capital a ser realizado pEla Gafisa, destaca o Valor. Citando relatório do Credit Suisse, a publicação reforça que tudo indica que a capitalização poderá ser maior do que a esperada.

Vale (VALE3)

Os impactos pós-tragédia de Brumadinho seguem repercutindo na Vale, dessa vez com a interdição de seis barragens em Minas Gerais. Segundo autoridades fiscais, há existência de grave e iminente risco à segurança dos trabalhadores. A Bloomberg informou que, em comunicado, a Vale afirmou que já havia comunicado sobre a paralisação destas barragens em 1º de abril.

Ainda sobre mineradora, o Ministério Público planeja uma denúncia criminal contra a Vale e seus funcionários pelo desastre em Brumadinho. A procuradoria alega ter provas de que os funcionários tinham conhecimento sobre os riscos do desabamento.

Banco Inter (BIDI4)

O Banco Inter divulgou nesta quinta-feira prévia operacional do primeiro trimestre com um volume transacionado em cartões de R$ 1,3 bilhão. O desempenho é 3,9 vezes maior do que o reportado um ano antes. Na mesma base de comparação, o número de correntistas cresceu 3,6 vezes, somando 1,9 milhão. No trimestre, o banco bateu recorde de abertura de contas, com 489 mil novas contas - com uma media de abertura de 8,5 mil contas por dia útil. Já as solicitações de portabilidade de salário somaram 41,8 mil no trimestre.

Entre janeiro e março, o banco atingiu 55,8 milhões de acessos em seu aplicativo. No período, o número de downloads atingiu 2 milhões, apontando um crescimento anual de 279%. Somente no mês de março foi registrado 1 milhão de acessos/dia.

A Plataforma Aberta Inter (PAI) contabilizou 176 mil clientes ativos no primeiro trimestre, e 574 mil transações no mês de março. No segmento de Home Broker o banco ultrapassou a marca de 10,7 mil clientes ativos, com mais de 644 mil acessos na plataforma em março.

No primeiro trimestre, a originação de crédito do Banco Inter cresceu 46% ante um ano antes, somando R$ 761 milhões, enquanto o crédito consignado registrou aumento de 48%, para R$ 152 milhões, o crédito empresas aumentou 43,6%, para R$ 361 milhões, e o crédito imobiliário cresceu 48,1%, atingindo R$ 247 milhões.

Kroton (KROT3)

A Kroton anunciou que irá fazer uma captação de R$ 800 milhões em debêntures. Segundo a empresa, os recursos líquidos captados por meio da emissão serão destinados ao reforço de capital de giro e alongamento do passivo financeiro.

BR Malls (BRML3)

A BR Malls teve a recomendação reduzida a ’equal-weight’ por Morgan Stanley

(Agência Estado e Bloomberg)

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