Em mercados / acoes-e-indices

É possível colocar até 100 estatais para privatização e liquidação, diz ministro

Tarcísio Gomes de Freitas incluiu subsidiárias de empresas como Eletrobras, BNDES, Banco do Brasil e Caixa, mas não citou nenhuma estatal específica

Tarcísio Gomes de Freitas
(Luis Macedo/ Câmara dos Deputados)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou que o governo estuda colocar aproximadamente 100 estatais para privatização ou liquidação.

Na conta, ele incluiu subsidiárias de empresas como Eletrobras, BNDES, Banco do Brasil e Caixa, mas não citou nenhuma estatal específica. O objetivo, disse o ministro, é liberar o orçamento para investimento em prioridades da gestão.

"Se levar em conta essas subsidiárias, é possível bater em um número próximo disso (100). Falamos não só de privatizações, mas também de liquidação de empresas que hoje não fazem tanto sentido", disse Freitas à rádio CBN. "Estamos levantando uma série de situações dessas para promover liquidação que de certa forma vai desonerar o orçamento e com isso vai sobrando dinheiro para investimento em outras prioridades."

A extinção de empresas deficitárias foi facilitada por decreto publicado no dia 30 de dezembro que deu mais poder ao Ministério do Planejamento (hoje fundido com outras áreas no Ministério da Economia) para liquidação de estatais. Atualmente, duas estatais empresas nesse processo: a Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais e a Companhias Docas do Maranhão.

Rodovias
Além da privatização e liquidação de estatais, o governo estuda também conceder à iniciativa privada trechos de rodovias federais que somam 5,6 mil quilômetros, disse o ministro à emissora. Fora isso, a renovação de outros 4 mil quilômetros de concessões em vigor estão no radar.

Invista com a ajuda da melhor assessoria do Brasil: abra uma conta na XP - é de graça!

O objetivo da Pasta, de acordo com Freitas, é conceder à iniciativa privada o máximo de trechos possível para aumentar a capacidade de o governo investir diretamente em trechos onde não há possibilidade de administração privada.

 

Contato