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Produção de petróleo da Petrobras, leilão de distribuidora da Eletrobras mais notícias no radar

Confira os destaques corporativos desta sexta-feira (28)

Petrobras
(Alf Ribeiro / Shutterstock.com)

Petrobras (PETR3; PETR4)
A Petrobras divulgou dados de sua produção de petróleo e gás natural no mês de novembro. Houve uma queda de 2% em relação a outubro, passando de 2,66 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) para 2,62 milhões de boed. No acumulado do ano, a produção está em 2,6 milhões de boed, enquanto a meta para o ano é de 2,7 milhões de boed.

A Petrobras justifica que a queda se deve principalmente à realização de paradas para manutenção no FPSO Cidade de Ilhabela, no campo de Sapinhoá, na área do pré-sal da Bacia de Santos, e também nas plataformas P-18 e P-37, no campo de Marlim, na Bacia de Campos. No mês passado, entrou em operação a plataforma P-75, segunda unidade instalada no campo de Buzios, também na Bacia de Santos.

A produção total operada da Petrobras, contando também a parcela de terceiros, chegou a 3,28 milhões de boed, dos quais 3,15 milhões no Brasil.

A produção própria de óleo no Brasil caiu 1% em novembro, para 2,01 milhões de barris por dia (bpd). No acumulado em 2018, a produção de óleo está em 2 milhões de barris por dia, enquanto a meta é de 2,1 milhões de bpd.

Além disso, a Petrobras anunciou corte de 3% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para a sexta-feira, para R$ 1,5087. Além disso, a estatal manteve sem alteração o preço do diesel, em R$1,8088, conforme tabela disponível no site da empresa.

Eletrobras (ELET3; ELET6)
A Eletrobras confirmou que irá realizar hoje o leilão da distribuidora Ceal, de Alagoas, às 17 horas. Esta é a última das seis distribuidoras a ser leiloada e é considerada a de maior atratividade. A venda da companhia, porém, atrasou devido a uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), em junho, mas que foi derrubada pelo próprio ministro em novembro.

Além disso, o conselho de administração da companhia aprovou seu plano de negócios 2019-2023, prevendo investimentos de R$ 30,2 bilhões no período, sendo R$ 12 bilhões para Angra 3.

A empresa também busca concluir programa de desinvestimento até
o final de 2019. Entre medidas de redução de custos está um programa de demissão voluntária para desligamento de 2.187 funcionários, sendo estimada uma economia anual de R$ 574 milhões a um custo de cerca de R$ 731 milhões.

Vale (VALE3)
O Conselho de Administração da mineradora aprovou a recondução do diretor-presidente, Fabio Schvartsman, para um novo mandato. A renovação do mandato está em harmonia com a nova política de sucessão da companhia e alinhada às melhores práticas de governança e transparência do Novo Mercado, disse a Vale.

Gafisa (GFSA3)
A Gafisa divulgou um documento em que relata as decisões tomadas pela nova gestão da construtora, que teve início em outubro. O maior destaque é o item redução de custos.

A companhia vai encerrar o ano com 354 funcionários, ante 375 ao final de novembro, o que vai gerar uma economia adicional de R$ 8,3 milhões por ano. A empresa também cancelou temporariamente inscrições em algumas entidades de classe, com economia anual de R$ 1,3 milhão.

No que diz respeito à nova sede, a Gafisa afirma que permanecerá em São Paulo, e que a diminuição no número de funcionários permitirá que a companhia se situe em um escritório menor e mais barato. Segundo a companhia, a redução de gastos com locação, condomínio e IPTU será de aproximadamente R$ 4 milhões por ano.

Neste item, a nova administração da Gafisa ressalta que todas as ações implementadas geraram um corte de despesas de R$ 53 milhões por ano. E em uma segunda etapa, a companhia acredita que ainda é possível conseguir redução adicional entre R$ 20 milhões e R$ 50 milhões.

Nas outras frentes consideradas prioridade para a companhia, a nova administração destaca que concentrou os esforços de vendas de estoques em 11 empreendimentos “mais relevantes”, para aumentar a velocidade de vendas e manter as margens. A Gafisa está otimista em relação a 2019, e lembra que 78% do VGV total em estoque está concentrado em São Paulo, que continuará sendo o foco da construtora.

Alpargatas (ALPA4)
A Alpargatas e a Safilo renovaram a licença para Havaianas Eyewear. O acordo de licenciamento global da linha de óculos da marca Havaianas vale agora até dezembro de 2024.

"Estamos muito orgulhosos com essa renovação antecipada, que visa fortalecer um projeto iniciado em 2016”, disse em comunicado Angelo Trocchia, CEO do Safilo Group.

"Temos muito orgulho de contar com a Safilo como nossa parceira estratégica de óculos, que oferece recursos exclusivos, know-how de longa data, foco em qualidade, design de produtos, inovação e distribuição qualitativa comprovada e generalizada”, afirmou Carla Schmitzberger, CEO da havaianas.

Light (LIGT3)
O conselho da Light aprovou o financiamento de R$ 600 milhões com o BNDES. Será constituída cessão fiduciária dos direitos creditórios provenientes da prestação de serviços de distribuição de energia elétrica da Light SESA em favor do BNDES em percentual correspondente a 2,45% da receita operacional líquida mensal da Light, disse a empresa em comunicado. Os recursos vão financiar o plano de investimentos da Light SESA na atividade de distribuição de energia no biênio 2017-2018.

Aliansce (ALSC3)
O Conselho de Administração da Aliansce elegeu Renato Feitosa Rique como diretor presidente. Ele irá acumular as funções também de presidente do conselho de administração. Rique permanece como diretor presidente enquanto Rafael Sales Guimarães se recupera de uma cirurgia após um acidente sofrido em outubro.

Wiz (WIZS3)
A Wiz anunciou uma associação da Wiz BPO com a Comp Line, que concordou em transferir para a Wiz BPO alguns contratos de prestação de serviços em troca de uma participação de 25% no capital social da sua subsidiária. Os contratos serão transferidos em 1º de janeiro, desde que satisfeitas algumas condições.

A partir da apuração da receita bruta de 2019, a Wiz poderá recomprar parte da fatia da Comp Line na Wiz BPO, dependendo da receita a ser proporcionada pelos contratos transferidos.

(Com Agência Estado)

 

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