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AGU recorre de decisão que suspende fusão Embraer-Boeing, Eletrobras faz leilão de distribuidora e mais destaques

Confira os destaques corporativos desta segunda-feira (10)

Embraer - Jatos E175
(Divulgação/Embraer)

SÃO PAULO - No radar InfoMoney desta segunda-feira (10), Bradesco aprova JCP complementar de R$ 4,67 bilhões, AGU recorre para derrubar a liminar que impedia fusão Embraer-Boeing, Petrobras investiga vazamento de óleo na Baía de Guanabara e mais notícias.

Confira esses e mais destaques corporativos desta manhã:

Petrobras (PETR3; PETR4)

De acordo com a Petrobras, o vazamento de óleo que atingiu a Baía de Guanabara no último sábado, pode ter sido provocado por uma tentativa de furto em um oleoduto da Transpetro, na Baixada Fluminense.

Em nota, a Transpetro disse que comunicou as autoridades competentes e que está mobilizando todos os recursos necessários para recolher o produto e realizar a limpeza e recuperação das áreas atingidas.

Segundo a Reuters, a Petrobras deve apresentar um novo acordo de compra e venda antes do final de dezembro para a venda da Tag, empresa de gasodutos da estatal. A venda da Tag havia sido paralisada por uma decisão da justiça e pode render à Petrobras US$ 7 bilhões.

CCR (CCRO3)

O Conselho de Administração da CCR aprovou medidas de melhores controles internos e estrutura de governança corporativa após o término das investigações da operação Lava Jato por comitê independente, que terminou em 5 de dezembro.

Em fato relevante, a companhia afirmou que também aprovou a criação de um plano de trabalho para atender às recomendações do comitê e avaliar os riscos relacionados às atividades da companhia e suas subsidiárias e controladas.

Bradesco (BBDC3; BBDC4)

O Conselho de Administração do Bradesco aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio complementares no valor total de R$ 4,665 bilhões. O valor representa R$ 0,663820730 por ação ordinária e R$0,730202804 por ação preferencial do banco. Esses preços correspondem a um dividend yield de 1,93%. A aprovação será definida em reunião do conselho no dia 21 de dezembro. 

O pagamento está proposto para o dia 8 de março de 2019 no valor líquido de R$ 0,564247621 por ação ordinária e R$ 0,620672383 por ação preferencial, já deduzido o imposto de renda na fonte de 15% (quinze por cento), exceto para os acionistas pessoas jurídicas que estejam dispensados da referida tributação, que receberão pelo valor declarado.

Eletrobras (ELET3; ELET6); BR Distribuidora (BRDT3)

A Eletrobras realizou o pagamento antecipado de R$ 75 milhões relacionados à dívida da Ceron. Segundo comunicado, as últimas condicionantes referentes à transferência do controle acionário da Eletroacre foram cumpridas e a operação foi concluída, com a Energisa recebendo ações de emissão da Eletroacre representativas de 87,6% do seu capital total.

Além disso, a Eletrobras assumiu uma parte da dívida com a BR Distribuidora, com previsão de garantia mais sólida, consubstanciada na cessão de créditos de contratos com empresas do sistema Eletrobras. A BR Distribuidora diz que recebeu cerca de R$ 1,14 bilhão até o momento.

Também no radar da companhia, a Justiça derrubou uma liminar que poderia impedir a realização do leilão de privatização da Amazonas Energia. Dessa forma, o leilão acontece nesta segunda-feira (10) às 17h.

Embraer (EMBR3)

A Advocacia Geral da União (AGU) pediu a suspensão da liminar que impedia o conselho de administração da Embraer de seguir com a fusão com a Boeing. O órgão afirma que a liminar não respeita a separação dos poderes, pois impede que a União decida se dá aval ao negócio ou não.

Ainda segundo a AGU, a liminar coloca em risco a ordem econômica, citando a queda das ações da Embraer depois que a decisão em 1ª instância veio a público.

Telefônica Brasil (VIVT4)

O Conselho de Administração da Telefônica aprovou um programa de recompra de até 37,736 milhões de ações preferenciais e 583,4 mil ações ordinárias. Segundo a companhia, as ações que forem recompradas poderão ser depois canceladas, revendidas ou mantidas em tesouraria. O prazo para execução do programa vai até 6 de junho de 2020.

Omega Geração (OMGE3)

A Omega Geração concluiu a aquisição de 50% do Complexo Pirapora, considerado o maior parque solar em operação no Brasil, em transação de R$ 1,1 bilhão. Pelo acordo, a companhia adquire 30% da participação da EDF Renewables no Brasil e os 20% de participação da Canadian Solar.

O portfólio da Omega Geração passa a ter capacidade instalada de 636,7 MW, o que deve crescer para 744,7 MW no início de 2019 com a previsão de concluir a aquisição dos complexos eólicos Delta 5 e Delta 6, no Maranhão.

Queiroz Galvão (QGEP3)

De acordo com o jornal o Estado de S. Paulo, o grupo Queiroz Galvão está tentando convencer o TCU (Tribunal de Contas da União) de que pode contribuir com a apuração de irregularidades em obras, trazendo provas de superfaturamento e elevando o valor a ser cobrado das empresas infratoras, em troca da redução de penas impostas à companhia.

O Itaú BBA elevou para 'compra' os papéis de QGEP, atualizando as estimativas do papel para incorporar as últimas mudanças na tese de investimento, incluindo o aumento da participação do campo de Atlanta. Os analistas elevaram o preço-alvo de R$ 11,90 em 2018 para R$ 14,40 em 2019.

Gol (GOLL4)

A Gol anunciou a aceleração da renovação e modernização da frota, assim como a realização de um contrato de arrendamento operacional de 11 aeronaves Boeing 737 MAX 8 com a Avolon. De acordo com a companhia, a Gol vai manter sua disciplina de capacidade e a aceleração não vai alterar a capacidade planejada. 

Na opinião da XP Investimentos, o anúncio é positivo, dado que a aeronave é mais econômica e deve resultar em custo unitário menor em 2019.

Direcional (DIRR3)

A companhia foi rebaixada a 'neutra' pelos analistas do JP Morgan, com preço-alvo de R$ 9.

Mahle Metal Leve (LEVE3)

Os papéis da Mahle Leve foram elevados a 'overweight' pelo JP Morgan, com preço-alvo de R$ 31.

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