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Marfrig, JBS e Cemig têm prejuízo, lucro da Eletrobras salta 823% e outras notícias

Confira esses e outros destaques corporativos desta quarta-feira 

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SÃO PAULO - A JBS reportou aumento em seu prejuízo decorrente do impacto bilionário de variação cambial sobre o resultado financeiro e a Marfrig também ficou no vermelho com a adesão da empresa ao programa de renegociação da dívida do Funrural. Do outro lado, o lucro líquido da Eletrobras disparou 823% no segundo trimestre.

Confira esses e outros destaques corporativos desta quarta-feira (15): 

JBS (JBSS3)

A JBS teve prejuízo de R$ 827 milhões, revertendo resultado positivo do segundo trimestre do ano passado. O resultado negativo é decorrente do impacto bilionário de variação cambial sobre o resultado financeiro da companhia. A companhia afirmou sem o impacto cambial, o lucro líquido seria de R$ 3 bilhões. A despesa financeira líquida somou R$ 4,7 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de de R$ 4,24 bilhões, aumento de 12,8% em base anual. 

Marfrig (MRFG3)

A Marfrig reportou prejuízo líquido de R$ 537,7 milhões ante prejuízo de R$ 262 milhões no segundo trimestre de 2017. O resultado foi impactado pela adesão da empresa ao programa de renegociação da dívida do Funrural. O Ebitda ajustado foi de R$ 461 milhões, alta de 199%. 

Suzano (SUZB3)

A Suzano admite que a aprovação da operação por órgãos antitruste poderá envolver a imposição de "remédio comportamental", de acordo com o presidente da companhia, Walter Schalka. Nesse caso, a Suzano teria de garantir um volume mínimo de celulose a ser ofertado em determinado mercado, por exemplo, mas escaparia de ter de vender ativos para fechar o negócio. As informações são do jornal Valor Econômico. "Não vemos possibilidade de remédio estrutural, como a venda de ativos. Mas é possível que haja remédio comportamental e a companhia estará pronta para lidar com isso", disse Schalka.

Itaú (ITUB4)

O Itaú informou que vai recorrer de decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), por meio de agravo, em caso envolvendo a cobrança de CSLL (Imposto de Renda e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) no âmbito da fusão com o Unibanco. O TRF-1 liberou, na terça-feira (14), o julgamento de um processo de R$ 26,6 bilhões do Itaú pela Carf (Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). 

Petrobras (PETR4; PETR3)

A Petrobras elevou o preço da gasolina nas refinarias em 1,49%. Com isso, o preço da gasolina A passará de R$ 1,9420 para R$ 1,9711 entre quarta e quinta-feira (16). Na terça-feira (14), a estatal aumentou em 1,28% preço do combustível. Desde o início da nova metodologia, o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 50,02% e, o do diesel, valorização de 49,92%.

Kroton (KROT3)

A Kroton reportou queda de 12,8% em seu lucro líquido ajustado, para R$ 562 milhões. O Ebitda ajustado foi de R$ 641,5 milhões, queda de 8,4%. A margem Ebitda ajustada caiu 4,1 pp, para 42%.

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Eletrobras (ELET6)

A Eletrobras reportou lucro líquido de R$ 2,83 bilhões, crescimento de 823% em relação ao mesmo período de 2017. A receita operacional líquida da empresa atingiu R$ 12,288 bilhões, um aumento de 35% em base anual.

A diretoria executiva da estatal aprovou os preços mínimos de venda das SPEs (Sociedades de Propósito Específico) nas quais é sócia. O valor estipulado é de R$ 3,1 bilhões. O leilão está previsto para 27 de setembro e serão alienadas 71 participações societárias em SPEs reunidas em 18 lotes, que incluem ativos de geração eólica e linhas de transmissão. O objetivo é reduzir a alavancagem financeira da empresa e de suas controladas. 

CCR (CCRO3)

O lucro líquido da CCR despencou 58,4%, para R$ 277,7 milhões, com os impactos negativos da greve dos caminhoneiros. O Ebitda foi de R$ 1,187 bilhão, queda de 31% em relação ao segundo trimestre de 2017, e a receita líquida alcançou R$ 2,044 bilhões, crescimento de 3%.

Estácio (ESTC3)

O lucro líquido da Estácio cresceu 42,5%, para R$ 236,9 milhões. O Ebitda ficou em R$ 274,1 milhões, aumento de 7,9% na comparação anual. Segundo a empresa, o resultado reflete aumento de eficiência e faturamento maior com expansão da base de alunos e do ticket médio.

Qualicorp (QUAL3)

A Qualicorp teve lucro líquido consolidado de R$ 88,6 milhões, crescimento de 24% ante o segundo trimestre de 2017. O Ebitda ajustado foi de R$ 214,4 milhões, apontando recuo de 9,7%  em decorrência de maior gasto com pessoal e despesas operacionais ligadas ao processo de reajuste que busca maior retenção de clientes. A margem Ebitda ajustada caiu de 48,7% para 44,4%.

Cemig (CMIG4)

A Cemig teve prejuízo de R$ 60,4 milhões ante lucro de R$ 138,1 milhões no terceiro trimestre de 2017. O Ebitda foi de R$ 274,1 milhões, aumento de 7,9%.

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Positivo (POSI3)

A Positivo registrou prejuízo líquido de R$ 11,6 milhões ante lucro líquido de R$ 2,2 milhões no segundo trimestre do ano passado. O resultado foi impactado pela alta do dólar e aumento dos custos de insumos. A receita líquida foi de R$ 485,1 milhões, em alta de 11,4%. O Ebitda ajustado alcançou R$ 7,9 milhões, queda de 76,8% em base anual.

Gafisa (GFSA3)

O conselho de administração da Gafisa autorizou a companhia a desenvolver potenciais alternativas estratégicas, inclusive por meio da venda do controle ou combinação dos negócios. A decisão do conselho foi tomada após o acionista GWI Assest Management ter pedido a convocação de uma assembleia geral extraordinária para a destituição de todos os integrantes do conselho de administração. O conselho também autorizou a administração da empresa a contratar assessores financeiros e jurídicos para auxiliar no processo.

Anima Educação (ANIM3)

A Anima Educação anunciou na terça-feira (14) a eleição de Marcelo Battistella Bueno, então vice-presidente executivo da companhia, ao cargo de presidente, em substituição ao sócio-fundador Daniel Castanho. Em fato relevante enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a empresa esclarece que a Daniel deixou a presidência para liderar o conselho de administração, no lugar de Daniel Goldberg, que passará a ocupar a posição de vice-presidente do colegiado.

Even (EVEN3)

A Even informou na manhã desta quarta-feira que Dany Muszkat renunciou ao cargo do diretor-presidente da companhia. Ele permanecerá como membro da administração da Even ocupando uma cadeira no Conselho de Administração no lugar de John Harris que também renunciou hoje à sua posição como Conselheiro. Muszkat está na empresa há 20 anos e foi um dos sócios fundadores. Em reunião do Conselho de Administração, Leandro Melnick foi eleito para ocupar o cargo de diretor-presidente. Ele é o atual presidente do Conselho de Administração da Companhia, cargo que continuará ocupando de forma cumulativa por até um ano.

General Shopping (GSHP3)

A General Shopping e Outlets do Brasil teve prejuízo líquido de R$ 223,2 milhões, valor três vezes maior que a perda de R$ 72,9 milhões no segundo trimestre de 2017. A receita líquida somou R$ 46,9 milhões, recuo de 24,1%.O Ebitda ajustado foi de R$ 33,4 milhões, com margem de 71,2%, e queda de 23,4% em relação ao mesmo período de 2017.

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