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Eletrobras afunda 4% e varejista sobe quase 20% em 6 pregões; Vale e Petrobras fecham no zero

Confira os destaques da B3 na sessão desta segunda-feira (3)

Eletrobras 05
(Divulgação/Eletrobras)

Petrobras (PETR4; PETR3)

As ações da Petrobras tiveram leve alta seguindo a valorização do petróleo nos mercados internacionais. A valorização dá sequência à alta dos papéis após o salto de mais de 4% na sexta-feira (3), com os investidores animados com o resultado da empresa no segundo trimestre. A estatal registrou um lucro líquido de R$ 10,07 bilhões no segundo trimestre de 2018, ante expectativa de R$ 6,92 bilhões, valor 3.086,7% superior a um ano atrás.

A estatal informou nesta manhã ter feito o pré-pagamento de dívidas bancárias no total de US$ 975 milhões, sendo US$ 325 milhões para o Bank of America, US$ 150 milhões para o Safra e US$ 500 milhões para o Mitsubishi UFJ Financial Group.

Os vencimentos originais eram em 2022. "As operações estão em linha com a estratégia de gerenciamento de passivos da companhia, que visa à melhora do perfil de amortização e do custo da dívida, levando em consideração a meta de desalavancagem prevista em seu Plano de Negócios e Gestão 2018-2022", informou a empresa em comunicado enviado ao mercado nesta segunda-feira. 

CCR (CCRO3)

As ações da CCR caiu diante da notícia de que a empresa negocia delação com potencial envolvimento do candidato à presidência Geraldo Alckmin. Segundo o colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim, o Ministério Público de São Paulo está rastreando o caminho do dinheiro da CCR em delação e a concessionária de rodovias estaria negociando um acordo de leniência e delação de alguns executivos. Os repasses ilegais poderiam ter beneficiado Alckmin, José Serra e Aloysio Nunes. O doleiro Adir Assad teria operado o repasse de valores.

Vale (VALE3)

As ações da Vale fecharam no negativo mesmo com a forte valorização do minério de ferro nas bolsas asiáticas. Em Dalian, a commodity saltou 5% e na Qingdao subiu 2,9%.

BB Seguridade (BBSE3)

As ações da BB Seguridade caíram após resultado trimestral fraco. A empresa reportou lucro ajustado de R$ 909,666 milhões no segundo trimestre de 2018, queda de 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado. A BB Seguridade também anunciou a distribuição R$ 1,559 bilhão em dividendos, o equivalente a 80% do lucro no semestre, acrescido de saldo de dividendos prescritos de exercícios passados. O pagamento será feito em 21 de agosto, com base na posição acionária de 9 de agosto.

Segundo o Brasil Plural, o resultado foi fraco, abaixo do guidance, e a companhia também revisou para baixo seu guidance de ganhos para -6% a -4% ante a projeção anterior de -2% a +2%. 

Eletrobras (ELET3; ELET6)
Com a volta dos trabalhos legislativos, volta também o debate sobre a privatização das distribuidoras da Eletrobras, que mais uma vez enfrenta forte resistência dentro da própria base aliada. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) alerta que o consumidor pagará a conta dessa privatização por meio de aumento da tarifa ou da redução de investimentos. Já o senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que as empresas serão vendidas "a preço de banana".

Magazine Luiza (MGLU3)

A Magazine Luiza fechou em alta com as expectativas de divulgação de balanço. A empresa publica seus resultados referentes ao segundo trimestre após o fechamento dos mercados. A estimativa é de lucro de R$ 125,5 milhões, conforme mediana das pesquisas da Bloomberg.

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RD - ex-Raia Drogasil (RADL3)

O Itaú BBA reduziu preço-alvo das ações da RD (ex-Raia Drogasil) após reunião com a cúpula da empresa na semana passada. A classificação de market perform (desempenho em linha com o mercado) foi mantida e o preço-alvo foi cortado de R$ 85 no fim de 2018 para R$ 78 ao fim de 2019 devido ao ambiente mais competitivo na cidade de São Paulo.

Localiza (RENT3)

A Localiza teve sua nota de risco de crédito reafirmada em ‘AAA’ em escala nacional pela agência Fitch Ratings. É a nota mais alta da agência, que está associado ao menor risco de crédito para empresas que emitem títulos no Brasil. 

Via Varejo (VVAR11)

A varejista segue seu rali, subindo 19,6% em apenas 6 pregões com o mercado atento à possível venda da companhia. Na última semana, o Estadão informou que o Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) espera encerrar a venda da Via Varejo em outubro. As ofertas devem ser recebidas até setembro, conforme o cronograma almejado, disse Coluna do Broadcast, 

Magazine Luiza, Amazon e a chinesa Tencent são apontadas como potenciais interessadas. Questionado, o grupo Pão de Açúcar disse à coluna que o processo de venda está em andamento e não há nada material para divulgar neste momento. Magazine Luiza, Amazon e Tencent não comentaram. 

"Não acreditamos que Amazon ou Magalu tenham interesse principalmente pelo tempo para digerir o tamanho do negócio. A Amazon deve seguir caminho orgânico e o Magazine Luiza deve focar no desenvolvimento do seu multicanal e ecommerce", aponta o BTG Pactual.

Além disso, a Via Varejo anunciou sua expansão de novo modelo de loja no formato de quiosques, com área de 6m2 a 24m2. A previsão é de abertura de 20 quiosques neste ano.

Marcopolo (POMO3)

A empresa divulga seus resultados relativos ao segundo trimestre após o fechamento do pregão. Segundo os analistas do BTG Pactual, o desempenho deve ser forte, com lucro líquido de R$ 26 milhões e margem ebitda ajustada em 10,2%, se recuperando com a depreciação do real e volumes fortes. 

Kroton (KROT3)

A Sabre, empresa criada pela Kroton para educação básica, vê a possibilidade de comprar entre 8 e 10 marcas em 10 anos e expandir todas elas, informou o CEO Mario Ghio em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. 

Copasa (CSMG3)

Copasa fará resgate antecipado da 9ª emissão em 28 de agosto.

Randon (RAPT4)

Randon alterou vencimento da sobretaxa de debêntures da 4ª emissão

Biosev (BSEV3)

Biosev rebaixada a market perform (desempenho em linha com o mercado) pelo Banco do Brasil.

Bradesco (BBDC4)

O banco se prepara para lançar uma nova plataforma de investimentos em 21 de agosto, após colocar sob o mesmo guarda-chuva as operações para investidores individuais da Ágora e sua unidade de corretagem. O site pretende ser uma porta de entrada para clientes e não clientes para seus produtos bancários tradicionais. investimentos e fundos de pensão e opções de investimento de terceiros. A nova operação nasce com R$ 600 bilhões a R$ 700 bilhões investidos por pessoas físicas e jurídicas, dos quais o Bradesco detém cerca de 10%. As informações são do jornal Valor Econômico.

(Com Agência Senado)

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