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BB lucra R$ 3 bilhões, lucro da Azul salta 260% e mais resultados; Eletrobras e recomendações no radar

Confira os destaques do noticiário corporativo desta quinta-feira (10)

sede do Banco do Brasil em Brasília
(Paulo Whitaker/Reuters)

SÃO PAULO - A temporada de balanços é o grande destaque do noticiário corporativo, com atenção para os números do Banco do Brasil, Minerva, Azul e Braskem, entre outras empresas. O projeto de privatização da Eletrobras avançando na Câmara, Bradespar negando problemas com a Litel, entre outras notícias são destaque. Confira no que se atentar. 

Banco do Brasil  (BBAS3

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,026 bilhões no primeiro trimestre, 20,3% superior na comparação com o mesmo período de 2017.

O lucro líquido contábil, que referencia remuneração aos acionistas, somou R$ 2,749 bilhões no período, avanço de 12,5% na base de comparação anual.

O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado pelo critério de mercado foi de 13,2% no primeiro trimestre, alta de 0,8 ponto percentual ante os 12,4% dos três primeiros meses de 2017.  

No critério acionista, o retorno do banco foi a 14,4% no primeiro trimestre ante 16,0% no quarto e 13,7% em um ano.

O índice de inadimplência (INAD+90) apresentou queda pelo terceiro trimestre consecutivo com 3,65%, especialmente por conta do segmento de pessoas jurídicas. "Ao desconsiderar o caso específico, o índice de inadimplência acima de 90 dias do BB (3,22%) retornou ao patamar inferior ao do Sistema Financeiro Nacional (3,30%)", disse a companhia. 

O desempenho do BB no primeiro trimestre foi impulsionado, conforme a instituição explica em relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras, pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão para devedores duvidosos (PCLD) e ainda menores gastos administrativos.

A carteira de crédito ampliada do BB foi a R$ 675,645 bilhões no primeiro trimestre, queda de 0,8% em relação ao fechamento do quarto trimestre, de R$ 681,3 bilhões. Em um ano, os empréstimos tiveram declínio de 1,9%. Na pessoa física, foi visto recuo de 0,9% de ao final de março ante dezembro, mas alta de 0,4% em um ano. Já a carteira da pessoa jurídica diminuiu 3,4% e 8,1%, respectivamente.

O Banco do Brasil registrou R$ 1,423 trilhão em ativos totais, montante 1,5% maior em um ano, quando havia somado R$ 1,402 trilhão. Ante os três meses anteriores, aumentou 3,9%.

Já o seu patrimônio líquido totalizou R$ 101,227 bilhões no primeiro trimestre, com elevação de 12,7% em 12 meses, quando estava em R$ 89,820 bilhões. Ante os três meses imediatamente anteriores cresceu 12,7% também. 

Com relação a proventos, o Banco do Brasil pagará R$ 595,9 milhões em JCP complementar, ou R$ 0,21395486144 por ação em 30 de maio, tendo como base a posição acionária de 21 de maio, de acordo com comunicado. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 22 de maio. 

O Conselho do banco também aprovou a revisão da política de remuneração aos acionistas, segundo comunicado separado. Para o exercício de 2018 foi definido o intervalo de 30% a 40% do lucro líquido a ser distribuído como payout.

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Azul (AZUL4)

A companhia aérea Azul encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 210,5 milhões, 260,8% acima dos R$ 58,4 milhões anotados no mesmo intervalo de 2017.

O Ebitdar (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, mais custos com leasing de aeronaves) teve aumento de 20,8% para R$ 684,2 milhões, e margem de 30,9%, maior que a de 30,1% no primeiro trimestre de 2017. Já o resultado operacional, Ebit, foi destacado pela administração como recorde para primeiro trimestre, ao atingir R$ 275,9 milhões, avanço de 31,9%, e margem Ebit de 12,5%, acima de 11,1% um ano antes. 

A receita líquida da Azul também cresceu, 17,8%, para R$ 2,213 bilhões.

O resultado financeiro líquido foi uma despesa 59,3% menor, de R$ 63,7 milhões no período.

A companhia ao final de março deste ano tinha dívida líquida de R$ 1,110 bilhão, 49,5% menor que a do primeiro trimestre de 2017. No critério ajustado, para refletir a capitalização de arrendamentos operacionais (correspondentes a 7x do aluguel dos últimos 12 meses), a dívida líquida caiu 2,1%, para R$ 9,709 bilhões, sendo que a alavancagem (dívida líquida ajustada sobre Ebitdar) ficou em 3,9 vezes, abaixo da razão de 5,1 vezes ao final de março do ano passado.

A frota operacional da Azul contava com 120 aeronaves no final do trimestre, uma redução líquida de duas aeronaves ante o primeiro trimestre de 2017.

 

Braskem (BRKM5)

A Braskem fechou o primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 1,05 bilhão, uma queda de 42% ante os R$ 1,81 bilhão apresentados um ano antes. No mesmo período, a receita líquida da companhia teve leve avanço de 3%, passando de R$ 12,60 bilhões para R$ 13,03 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recuou 26%, para R$ 2,65 bilhões nos três primeiros meses do ano.

A companhia explicou que a queda do Ebitda se deu, principalmente, pela "menor disponibilidade de produtos em função (i) da parada programada na central de Triunfo/RS; (ii) da interrupção no fornecimento de energia elétrica para as plantas do Nordeste do Brasil em março; (iii) do incidente na planta de cloro-soda de Maceió (AL); e (iv) do menor fornecimento de propeno para as plantas de PP no Brasil".

Minerva (BEEF3)

A Minerva Foods reportou prejuízo líquido de R$ 114,5 milhões no primeiro trimestre de 2018, ante lucro líquido de R$ 2,5 milhões registrado em igual período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 285 milhões entre janeiro e março, um aumento de 44,3% ante igual trimestre de 2017 (R$ 197,6 milhões). A margem Ebitda passou de 9,2% para 8,1%, na mesma base de comparação.

A receita líquida da empresa totalizou R$ 3,531 bilhões nos três primeiros meses do ano, valor 64,9% superior ao apurado em igual intervalo de 2017, quando a companhia havia reportado receita líquida de R$ 2,141 bilhões. A receita líquida acumulada nos últimos 12 meses atingiu R$ 13,5 bilhões, alta de 42,7% ante igual intervalo de 2017.

Conforme a Minerva, se consideradas as receitas proforma das novas unidades adquiridas no Mercosul, a receita acumulada nos últimos doze meses chega a cerca de R$ 14,5 bilhões, em linha com o guidance anunciado pela empresa para os 12 meses contados a partir de julho de 2017, de R$ 13 bilhões a R$ 14,4 bilhões. “Com base nos resultados, a companhia reafirma que o guidance está mantido”, disse a empresa em comunicado.

Segundo o presidente da Minerva Foods, Fernando Galletti de Queiroz, as margens menores refletem o cenário tradicionalmente “desafiador” para o setor pecuário no Brasil no primeiro trimestre do ano, com menor demanda interna, assim como o processo de integração de empresas adquiridas no ano passado, da JBS Mercosul, com unidades na Argentina, Paraguai e Uruguai. “Tivemos um pouco mais de ineficiências no período”, disse o executivo.

De janeiro a março de 2018, a receita bruta da Minerva totalizou R$ 3,752 bilhões, 62,9% acima dos R$ 2,302 bilhões do primeiro trimestre de 2017. Do total, R$ 1,406 bilhão corresponde a negócios no mercado interno, alta de 54,6% ante o resultado de R$ 909,9 milhões dos primeiros três meses de 2017. A receita bruta obtida no mercado externo chegou a R$ 2,346 bilhões, 68,4% acima dos R$ 1,393 bilhão verificado entre janeiro e março do ano passado. 

A empresa informou também que passou a adotar, a partir do primeiro trimestre deste ano, uma nova estrutura de divulgação das receitas, com três divisões de negócios. A divisão Indústria Brasil abrange a produção no País de carne in natura, subprodutos de abate e produtos processados, como os elaborados pela Minerva Fine Foods, vendidos no mercado interno e externo.

A divisão Internacional contempla a produção no Paraguai, Argentina, Uruguai e Colômbia de carne in natura, subprodutos do abate e produtos processados elaborados pela Swift na Argentina, vendidos tanto internamente como exportados. A terceira divisão é a de Trading, que abarca operações na América do Sul e Oceania relacionadas ao segmento de gado vivo, negociação de proteína no mercado externo, de proteína e revenda de terceiros no mercado interno e comercialização de energia somente no Brasil.  

Considerando a nova estrutura, 46% da receita bruta de R$ 3,752 bilhões no primeiro trimestre, correspondente a R$ 1,732 bilhão, foi gerada pela divisão Indústria Brasil; 40% ou R$ 1,489 bilhão veio da divisão Internacional e aproximadamente R$ 530 milhões, ou 14% do todo, foram obtidos com a divisão Trading.

Totvs (TOTS3)

A Totvs lucrou R$ 33,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 13,4% frente o mesmo período de 2017. Já a receita líquida totalizou R$ 562,99 milhões, 0,5% acima do valor obtido há um ano.

Segundo o Bradesco BBI, o balanço foi melhor que esperado em cima de uma mensagem positiva em termos de controle de custos e melhora de margem Ebitda (16,8%, alta de 0,7 ponto percentual na base de comparação anual), com Ebitda em alta de 4%.

Valid (VLID3)

A Valid teve receita líquida de R$ 386,3 milhões e lucro líquido de R$ 19,7 milhões no primeiro trimestre.

Segundo o Bradesco BBI, o resultado foi melhor que esperado, com o Ebitda subindo 45% na base anual, para R$ 73 milhões em cima, principalmente, do controle de custos no segmento de ID – margem Ebitda de cerca de 34%. A melhora no segmento de meios de pagamento também foi ajudado por controle de custos. Os analistas do banco acreditam que essa melhora é significativa e que o turnaround está no caminho certo (renovação de concessões em 2018 deve tirar algum overhang do papel). 

Anima (ANIM3)

A Anima registrou lucro líquido de R$ 46 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 8,7% ante os R$ 50,4 milhões apresentados um ano antes. No mesmo período, a receita líquida da companhia teve alta de 3,9%, passando de R$ 255,2 milhões para R$ 265,1 milhões. O Ebitda ajustado, por sua vez, recuou 4,7%, para R$ 70,4 milhões nos três primeiros meses do ano.

Em seu release de resultado, a companhia reforça que, "apesar de termos começado o ano com um recuo de margens consolidadas, os resultados desagregados mostram evolução e como estes efeitos já eram esperados por nós, continuamos trabalhando para terminar o ano com resultados positivos nesta frente também".

Movida (MOVI3)

A Movida, terceira maior locadora de veículos do país, registrou lucro líquido de R$ 26,9 milhões no primeiro trimestre deste ano, 30,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Já a receita líquida subiu 0,8%, para R$ 604,2 milhões.

O crescimento de vendas foi impulsionado pelo negócio de serviços — locação de carros e gestão de frotas —, alta de 16,4% na base anual, a R$ 268 milhões. A área de revenda de seminovos viu a receita cair 9%, a R$ 336,1 milhões, enquanto o número de carros vendidos caiu 14,5% no trimestre, ficando em 9 mil unidades. 

SLC Agrícola (SLCE3)

A SLC Agrícola obteve lucro líquido recorde de R$ 169,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, mais que o dobro dos R$ 83,9 milhões registrados em igual período do ano passado, disse a companhia nesta quarta-feira. A receita líquida cresceu 21%, para R$ 423,3 milhões.

O Ebitda ajustado aumentou 21,9% na mesma comparação, para R$ 150,5 milhões, também um recorde para o período. O crescimento foi impulsionado principalmente por uma melhora das margens em algodão faturado. A margem Ebitda ajustado aumentou 0,3 ponto porcentual, passando de 35,3% para 35,6%.

Na demonstração dos resultados, a empresa destaca o recorde de produtividade nas lavouras de soja 2017/18, de 3.756 kg/ha, 11,8% superior à estimativa inicial. “As lavouras de algodão e milho também apresentam excelente potencial produtivo, pois foram semeadas dentro das janelas ideais e receberam clima favorável até então. Assim como na soja, o algodão e o milho também apresentam estabilidade nos custos de produção e preços de venda fixados em patamares similares aos de 2017.”

Contribuíram ainda para os resultados os preços mais altos dessas culturas nos últimos meses e o câmbio elevado, “o que traz boas perspectivas em relação ao saldo a vender da safra atual e da safra seguinte”.

Wiz (WIZS3)

A Wiz registrou um lucro líquido de 32% no primeiro trimestre de 2018, queda de 32,5% na comparação anual, enquanto a receita líquida subiu 8,6%, passando de R$ 122,5 milhões para R$ 133,1 milhões. 

O Ebitda contábil caiu 12,3%, a R$ 60,1 milhões, enquanto a margem Ebitda caiu 10,8 pontos percentuais, para 45,2%. O Ebitda foi impactado pela antecipação das parcelas de pagamento do Plano de Incentivo de Longo Prazo, pago em função da saída de executivos, despesas relacionadas a rescisões contratuais de funcionários, anualização de gastos com pessoal e incorporação de custos da Operação Parceiros. 

Energias do Brasil (ENBR3)

A elétrica Energias do Brasil registrou lucro líquido de R$ 214,1 milhões no primeiro trimestre, resultado 58,9% acima do mesmo período do ano anterior, ajudado por um aumento de margem e um melhor resultado financeiro. O Ebitda da companhia, por sua vez, subiu 19,5%, para R$ 644,8 milhões no mesmo período.

A companhia destacou os efeitos positivos para o resultado de um recebimento de R$ 12 milhões por sua usina de Pecém e de um ganho de R$  37,8 milhões com operações de proteção contra o chamado “risco hidrológico”.

Daycoval (DAYC3)

O Banco Daycoval fechou o primeiro trimestre com lucro líquido recorrente de R$ 164,1 milhões, uma alta de 42% em um ano. A margem financeira ajustada da companhia teve alta de 25,9% ante o mesmo período de 2017, para R$ 639,7 milhões, enquanto a carteira de crédito ampliada do banco ficou em R$ 15,654 bilhões, uma alta de 16,6% em 12 meses.

Já as despesas de provisão contra calotes cresceram 20,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para R$ 161,9 milhões.

Bradespar (BRAP4)

Em esclarecimento, a Bradespar negou as informações de uma reportagem publicada pelo Valor sobre uma “dissenção” entre a Litel e a holding da Vale na mineradora.

A Bradespar informou que as duas empresas “sempre atuaram de forma colaborativa com os demais sócios relevantes da Valepar, tanto na defesa de direitos em processos judiciais quanto na geração de valor para todos os sócios da Vale, os acionistas das companhias, milhares de pensionistas e a sociedade em geral”. 

A matéria destacou que quatro fundos de pensão estatais deveriam acionar judicialmente a Bradespar apoiadas em um documento em que o braço de participações do Bradesco reconhece o direito integral da Elétron, ligada ao Opportunity, de demandar uma opção de compra de ações da extinta Valepar. 

Segundo a Bradespar, “os direitos arrogados pela Elétron ainda não foram reconhecidos e decorrem de uma arbitragem cuja regularidade é objeto de recursos no Superior Tribunal de Justiça. Nesse sentido, a Bradespar repudia o vazamento de informações à imprensa, com o nítido propósito de criar falsas percepções de mercado”.

Eletrobras (ELET6)

O relatório do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) ao projeto que autoriza a privatização da Eletrobras (PL 9463/18) deverá ser entregue somente nesta quinta-feira (10). O texto está praticamente fechado, mais ainda faltam alguns ajustes. Ontem, Aleluia anunciou que o substitutivo seria apresentado nesta quarta. A proposta está sendo discutida em uma comissão especial da Câmara.

O gabinete do deputado divulgou uma versão preliminar, ainda sujeita a mudanças. O texto mantém as linhas gerais da proposta do governo, autorizando a privatização pelo aumento do capital social da estatal, que diluirá a participação da União para menos da metade. Atualmente, a União é dona de 64% do capital social da empresa.

A versão preliminar aponta para duas alterações relevantes. A primeira, já antecipada por Aleluia, é a destinação de mais recursos para o programa de revitalização da bacia do rio São Francisco. O projeto prevê R$ 350 milhões anuais nos primeiros 15 anos, e R$ 250 milhões anuais nos últimos 15 anos. A versão preliminar aponta parcelas anuais de R$ 500 milhões, atualizado anualmente, por 30 anos.

Aleluia deverá propor ainda uma nova governança para a revitalização: em vez da Eletrobras ou Chesf, ele deverá sugerir a criação de uma fundação privada, denominada Fundação de Revitalização do Rio São Francisco (Revita), para administrar e aplicar as verbas. O relator estuda ainda a inclusão de um dispositivo obrigando a Chesf a fornecer a energia elétrica necessária à operação do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

A segunda mudança é a destinação de uma parcela maior da renda gerada pela renovação dos contratos de concessão das usinas hidrelétricas “descotizadas” – usinas cujo preço de venda da energia deixará de ser definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para ser comercializado livremente no mercado – para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

O projeto do governo destina 1/3 da renda para a CDE, com o objetivo de reduzir o impacto da descotização nas tarifas de energia. Aleluia deverá propor um valor superior, seguindo diversas emendas apresentadas pelos deputados com esse fim. A CDE é um encargo do setor elétrico que tem vários fins, como estimular a universalização do serviço de energia elétrica.

Após a apresentação do texto, a comissão especial que discute a proposta do governo abrirá o prazo de cinco sessões do Plenário da Câmara para recebimento de emendas ao substitutivo. Se o texto for mesmo apresentado amanhã, o prazo deverá ser contado a partir de segunda-feira (14).

O texto final, que poderá acolher ou não as emendas, será colocado em discussão e votação na comissão especial. A previsão é que isso aconteça a partir da penúltima semana de maio. O projeto tramita na Câmara em caráter conclusivo. Também tramita no Congresso Nacional uma medida provisória (MP 814/17) que abre caminho para a privatização da Eletrobras e de suas subsidiárias. O texto foi aprovado nesta quarta-feira (9) pela comissão mista.

Sabesp (SBSP3)

A Sabesp teve autorização para reajustar suas tarifas vigentes em 3,507%, disse a empresa de saneamento. 

O reajuste autorizado pela Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) passa a vigorar 30 dias após a publicação das novas tabelas tarifárias no Diário Oficial do Estado de SP, disse a companhia.

IRB Brasil (IRBR3)

A IRB Brasil teve a recomendação reduzida para 'neutra' pelo JPMorgan, com o preço-alvo sendo elevado de R$ 42 para R$ 50, implicando potencial de alta de 3,3% em relação ao último fechamento. 

Lojas Americanas (LAME4)

O Conselho da Lojas Americanas aprovou novo programa recompra de ações para cancelamento ou permanência em tesouraria e posterior venda de até 10 mi de ações ON e 10 mi de ações PN, segundo comunicado. O programa terá validade até 9 de maio de 2019.

Existem atualmente 193,2 milhões de ações ON e 682,1 milhões de ações PN em circulação, segundo o documento. O programa de recompra anterior, aprovado em 9 de maio de 2017, teve seu prazo encerrado sem “nenhuma recompra de ações”, segundo o comunicado. 

(Com Agência Estado, Bloomberg e Agência Câmara)

 

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