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Sabesp desaba 8% e novo revés faz Eletrobras cair 4%; varejista salta com possível acordo com Amazon e Even despenca após balanço

Confira os destaques da B3 na sessão desta terça-feira (27)

Cantareira 1
(Cantareira 1)

SÃO PAULO - A sessão prometia ser de ânimo para a bolsa brasileira. Contudo, o noticiário corporativo negativo para muitas empresas e a virada para baixo dos mercados internacionais (notadamente o americano) fizeram com que a bolsa azedasse, com o benchmark da bolsa fechando em baixa de 1,50%, a 83.808 pontos. Em destaque entre as quedas na sessão inteira, estiveram os papéis da Sabesp, enquanto Via Varejo e Pão de Açúcar saltaram com a notícia da Reuters de um possível acordo entre o Casino e a Amazon. Já Eletrobras aumentou as perdas após mais um sinal de dificuldades para a sua privatização. Confira os destaques do mercado nesta terça-feira: 

Sabesp (SBSP3)
A Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) divulgou ontem a nota Técnica Preliminar que contém os parâmetros da segunda etapa da revisão tarifária da Sabesp, que irá para consulta e audiência pública entre 27 de março e 17 de abril. A agência propôs um aumento na tarifa de cerca 4,77%, base de ativos (BRR) de R$ 38,4 bilhões, WACC de 8,11% e tarifa média máxima (P0) de R$ 3,8207 o metro cúbico. 

O montante da base de ativos foi reduzido em relação à primeira etapa da revisão, e o índice de reajuste ficou abaixo das expectativas de analistas de mercado, fazendo as ações caíssem mais de 8%. Vale relembrar que esses parâmetros ainda poderão sofrer alterações após a realização da audiência pública. 

Veja mais em: Não foi "só" ruim, foi péssimo: por que o mercado odiou a proposta de revisão tarifária da Sabesp

Via Varejo (VVAR11) e Pão de Açúcar (PCAR4)

As ações da Via Varejo e do Pão de Açúcar, controlados pelo Casino, subiram forte após a Reuters informar que a empresa francesa e a americana Amazon estão em negociações para uma parceria no Brasil, como as duas empresas fizeram na França, ou para a venda da Via Varejo. O negócio poderia ser estruturado como a parceria Monoprix ou como venda direta da Via Varejo do Casino, segundo a Reuters, que cita uma fonte. 

Em nota, o Grupo Pão de Açúcar informou ter anunciado em outubro de 2016 sua intenção de vender o controle acionário da Via Varejo. "O processo de venda está em andamento e não há nada material para divulgar neste momento", disse a companhia. 

Em nota, o Citi destacou ainda que um possível acordo entre a Amazon e o Casino é negativo para varejistas on-line rivais da Via Varejo no Brasil, com a concorrência devendo continuar aumentando para as empresas online, principalmente para Mercado Livre e B2W (BTOW3). Vale destacar que o Magazine Luiza (MGLU3) também tem baixa. 

"A Amazon pode reformular o mercado brasileiro e fazer mais movimentos no curto prazo para consolidar sua posição na região", apontam os analistas. 

Eletrobras (ELET6)

Em dia de divulgação de balanço, o grande destaque sobre a Eletrobras ficou para mais um adiamento da reunião sobre a desestatização da companhia em comissão na Câmara dos Deputados, sinalizando as dificuldades para a aprovação da privatização da empresa de energia. 

Analistas de política da XP Investimentos já haviam alertado após a primeira reunião da comissão da Eletrobras, no início do mês, que a base aliada do presidente Michel Temer parecia "desorganizada" e com dificuldades para tocar as discussões em meio a tentativas de obstrução da oposição, liderada por partidos de esquerda. Com o cenário voltando a se repetir,  o relator da matéria, deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), afirmou que o governo Temer precisará apelar ao recurso de trocar membros da comissão. Apesar das dificuldades, Aleluia disse acreditar que é possível aprovar a desestatização na Câmara. "É só o governo fazer um pouco de esforço e passar na comissão, porque no Plenário vai passar".

Veja mais em: Presidente da Eletrobras explica por que a privatização é o melhor caminho para a empresa e para o Brasil

No radar de balanços, a Eletrobras encerrou o quarto trimestre de 2017 com prejuízo líquido de R$ 3,998 bilhões, 36% menor que o apurado no mesmo intervalo de 2016. O resultado atribuído aos controladores correspondeu a perdas de R$ 1,763 bilhão nos últimos três meses do ano, queda de 48%. No acumulado de 2017, a companhia teve prejuízo líquido de R$ 1,726 bilhão, revertendo lucro líquido no ano anterior de R$ 3,513 bilhões.

Conforme destacou a companhia, os resultados foram influenciados, principalmente, pelas provisões operacionais e o fraco desempenho do segmento de distribuição. Por outro lado, os números de 2016 foram influenciados, principalmente, pela Contabilização da Remuneração relativa aos créditos da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE).

No critério gerencial, que exclui a distribuidora já vendida Celg D, receita de transmissão com RBSE, Plano de Aposentadoria Extraordinário (PAE), despesas com investigação independente e provisões, o prejuízo líquido do trimestre foi de R$ 491 milhões, 155% inferior ao apresentado entre outubro e dezembro de 2016. No consolidado do ano de 2017, a estatal elétrica obteve lucro líquido de R$ 178 milhões, 22% inferior ao lucro gerencial de R$ 229 milhões de 2016.

Somente no quarto trimestre, as provisões superaram os R$ 6,2 bilhões, totalizando R$ 5,7 bilhões no exercício. Já o resultado do segmento de Distribuição ficou negativo no montante líquido de R$ 1,63 bilhão. No ano, a área, que deve ser vendida nos próximos meses, somou um prejuízo de R$ 4,179 bilhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da Eletrobras ficou negativo em  R$ 3,54 bilhões no quarto trimestre, 48% abaixo dos R$ 6,782 bilhões negativos anotados um ano antes. Em 2017, a linha alcançou R$ 6,744 bilhões positivos, queda de 66% frente o exercício anterior. Pelo critério gerencial, o Ebitda somou R$ 568 milhões nos últimos três meses do ano passado, queda de 42%, totalizando R$ 5,55 bilhões no ano, alta de 44%.

A receita operacional líquida caiu 9% entre outubro e dezembro na comparação com igual período do ano passado, para R$ 11,029 bilhões, chegando a R$ 37,8 bilhões no acumulado de 2017, baixa de 37%. No critério gerencial, a receita cresceu 45% no trimestre, para R$ 9,23 bilhões, atingindo R$ 30,8 bilhões no ano, alta de 21%.

Even (EVEN3)

A construtora e incorporadora Even reportou prejuízo líquido de R$ 234,8 milhões no quarto trimestre de 2017, uma perda nove vezes maior do que no mesmo período de 2016, quando o prejuízo foi de R$ 26,0 milhões. No acumulado de todo o ano de 2017, o prejuízo totalizou R$ 378,6 milhões, revertendo o lucro de R$ 1,8 milhão de 2016. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 26, pela companhia.

O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 192,2 milhões no trimestre, revertendo o indicador positivo de R$ 28,5 milhões do mesmo período do ano anterior. No ano, o Ebitda ajustado totalizou montante negativo de R$ 187,4 milhões, ante R$ 181,738 milhões positivos de 2016. O Ebitda ajustado exclui os efeitos dos encargos financeiros apropriados ao custo de terrenos e produção.

A receita operacional líquida foi a R$ 403,7 milhões no trimestre, alta de 2%. No ano, alcançou R$ 1,584 bilhão, queda de 9%. 

Após o balanço, a companhia teve a recomendação reduzida para underperform pelo Itaú BBA, com a revisão do preço-alvo de R$ 5,70 para R$ 5,80. 

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Direcional (DIRR3)

A Direcional teve um prejuízo líquido de R$ 61,9 milhões no quarto trimestre de 2017, baixa de 5,4% frente o dado negativo do mesmo período de 2016. A empresa informou que o resultado afetado em R$ 23 milhões por dois fatores não recorrentes: R$ 12,3 milhões em redução ao valor recuperável de ativo estoque (“impairment”) frente o empreendimento Parque Ponta Negra, em Manaus; e R$ 10,5 milhões em provisões para manutenção e entregas de projetos do segmento Minha Casa, Minha Vida Faixa 1 por um período mais longo do que o esperado. Já o volume de distratos também impactou o desempenho da construtora, com alta de 19%, para R$ 91 milhões.

A receita líquida do período teve baixa de 33,4%, indo de R$ 254,5 milhões para R$ 169,5 milhões, enquanto o VGV (Valor Geral de Vendas) de lançamentos teve alta de 39,3%, a R$ 490,6 milhões. O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 45,5 milhões, 6,4%, maior na base de comparação anual.

De acordo com o Itaú BBA, o balanço foi fraco, com margens baixas afetadas pelo número de cancelamentos e descontos, enquanto os números também foram impactados pelos impairments. 

CSN (CSNA3)

A CSN reportou um lucro líquido de R$ 377,386 milhões no quarto trimestre do ano passado e reverteu, assim, prejuízo de R$ 55,733 milhões registrado no mesmo intervalo do ano anterior. No ano passado, o lucro registrado foi de R$ 111,229 milhões, ante um prejuízo de R$ 853,058 milhões em 2016. 

O Ebitda (lucro antes de juros antes de impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 1,203 bilhão, recuo de 4% na relação anual e queda de 1% no comparativo trimestral. O Ebitda ajustado somou R$ 4,645 bilhões no ano passado, aumento de 14%. A margem Ebitda ajustado foi de 22,9% o trimestre passado. A receita líquida no último trimestre do ano passado chegou em R$ 4,993 bilhões, crescimento de 10% na relação anual. No comparativo trimestral o aumento foi de 4%. No acumulado do ano, a receita da CSN alcançou R$ 18,525 bilhões, expansão de 8%.

O Itaú BBA destacou que os resultados foram positivos, com atenção para o Ebitda, que ficou 10% acima do esperado pelos analistas do banco. 

A siderúrgica ainda comunicou que Marcelo Cunha Ribeiro passa a ser o diretor executivo de finanças.

Locamerica (LCAM3)

A Locamerica registrou lucro líquido de R$ 22,6 milhões no quarto trimestre do ano passado, 190% acima dos R$ 7,8 milhões registrados em igual período de 2016. Em 2017, o lucro foi de R$ 67,7 milhões, 134,2% superior aos R$ 28,9 milhões de 2016, enquanto a receita líquida foi de R$ 321,6 milhões no último trimestre de 2017, 70,3% acima dos R$ 188,9 milhões na base de comparação anual. Já em 2017, a receita foi de R$ 1,048 bilhão, 38,9% superior aos R$ 754,7 milhões de 2016. O Ebitda recorrente totalizou R$ 106,7 milhões no trimestre, 71% acima dos R$ 62,4 milhões nos últimos três meses do ano anterior.

IMC (MEAL3)

A IMC, dona do Viena e do Frango Assado, teve prejuízo de R$ 15,9 milhões no quarto trimestre de 2017, queda de 75,5% na base de comparação anual, quando o prejuízo foi de R$ 65,1 milhões. Em 2017, a companhia lucrou R$ 3,7 milhões, ante prejuízo de R$ 76,4 milhões em 2016.

Já a receita líquida no trimestre foi de R$ 366,9 milhões, alta de 1%, enquanto houve recuo de 1% na comparação anual, para R$ 1,49 bilhão. O Ebitda nos últimos três meses do ano passado foi de R$ 4,9 milhões, contra um número negativo de R$ 30,9 milhões no mesmo período de 2016. Em 2017, o Ebitda foi de R$ 110,5 milhões, 2,4 vezes acima do registrado em 2016.

Ainda em destaque, o Valor Econômico informa que uma potencial união dos negócios entre a empresa de refeições coletivas Sapore e a IMC voltou ao radar dos acionistas e pode evoluir sob novas condições. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, houve envio de informações financeiras da Sapore à IMC, após rejeição de proposta da Sapore em fevereiro, em parte, porque não era possível fazer uma "análise adequada das informações", segundo a IMC na época. 

 

Petrobras (PETR4)

A Petrobras, após chegar a registrar alta no início do pregão na esteira da alta do petróleo, virou para baixo também em meio à virada do petróleo, com o WTI em queda de cerca de 1%. 

No radar da companhia, a estatal reajustou o preço do GLP empresarial para embalagens acima de 13 quilos, em 4,7% em média nas unidades da petroleira. O aumento vale a partir de hoje. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), a nova correção de preços foi comunicada às suas empresas associadas, na tarde de ontem (26), pela companhia.

O Sindigás informou ainda que, de acordo com as informações que as distribuidoras receberam da Petrobras, o aumento de preço será entre 4,6% e 4,9%, dependendo do polo de suprimento.

A entidade acrescentou que, com o reajuste, o ágio praticado pela Petrobras subiu para 50,3% em relação ao preço praticado no mercado internacional. Para o Sindigás, “esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP”.

De acordo com o Sindigás, para o segmento empresarial de GLP a prática de preços da Petrobras é incompreensível, por não acompanhar as flutuações do mercado internacional, que apresentou queda de 7,9% em janeiro e 8,2% em fevereiro, e em março já acumula queda de 6,6%.

“Já o preço da Petrobras para o segmento empresarial registrou queda menor do que a do mercado internacional em janeiro e fevereiro, de 6,3% e 4,6%, respectivamente”, concluiu a nota da entidade.

Na manhã desta terça-feira, por sua vez, a Petrobras mudou o preço da gasolina nas refinarias de R$ 1,6557 o litro para R$ 1,6643 o litro e do diesel de R$ 1,8702 o litro para R$ 1,8688 o litro, segundo informações no website da empresa.  Os preços antes de impostos são válidos a partir de 28 de março.

 

Bradesco (BBDC4)

Vinicius Almeida Albernaz, atual diretor superintendente da Bradesco Asset Management, será o novo presidente do Grupo Bradesco de Seguros, informou o banco em comunicado. A escolha de Albernaz é resultado de suas experiências profissionais e a perspectiva de um novo ciclo de crescimento da economia, diz  Octavio de Lazari, presidente executivo do Bradesco, na nota. 

“Entendemos que Albernaz será fator de criação de valor para o Grupo Bradesco de Seguros, dado seu perfil profissional qualificado, mesclado ao cenário desafiador, que apresenta grande potencial de expansão do negócio de seguros”, afirma. Segundo Lazari, inflação sob controle e juros historicamente baixos irão propiciar ambiente ideal para o crescimento gradual da participação do setor de seguro no PIB. O comunicado informa ainda que Ricardo Almeida será o novo diretor superintendente da Bradesco Asset Management. Almeida é o atual diretor de investimentos

Ambev (ABEV3)

O conselho de administração da Ambev vai propor na assembleia geral ordinária de acionistas, com data marcado para o dia 27 de abril, a ratificação do pagamento de R$ 4,7 bilhões em dividendos e juros sobre o capital próprio relativos aos resultados de 2017, que já aprovado pelo conselho em reuniões anteriores.

De acordo com o documento com as propostas da administração para a reunião, o valor total destinado para o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio totaliza R$ 8,4 bilhões, com o montante incluindo ainda R$ 3,8 bilhões declarados com base em saldo da reserva de investimento, constituída em exercícios anteriores. 

Guararapes (GUAR3)

A Guararapes propôs orçamento de capital de R$ 360,7 milhões em 2018. O orçamento contempla investimentos de R$ 320,7 milhões nas Lojas Riachuelo, além de aquisição de máquinas e equipamentos e reforço do capital de giro, segundo comunicado ao mercado. A proposta será votada em AGO em 27 de abril, às 9h. 

Ser Educacional (SEER3)

A Ser Educacional propôs investimentos de R$ 143,6 milhões em 2018. A fonte de financiamento proposta para o orçamento será reserva de retenção de lucros, segundo comunicado ao mercado. A proposta será votada em AGO em 27 de abril, às 14h.

A companhia, que sofreu nos últimos três pregões uma queda de 30%, teve a recomendação reduzida a ’neutra’ pelo JPMorgan, com o preço-alvo sendo reduzido de R$ 40 para R$ 26. A empresa antes era a top pick do banco mas, segundo os analistas, perdeu a confiança do mercado e, mesmo nesse novo nível de preço a empresa ainda não é “oportunidade de compra”.

"Esse ciclo de captação de alunos se mostrou ser mais duro que a companhia (e o mercado) esperavam, e a Ser falhou na tarefa de atrair alunos para suas novas unidades. A estratégia de expansão da companhia não funcionou e agora eles terão que rever os planos daqui pra frente", apontam os analistas.

Hermes Pardini (PARD3)

Depois do processo seletivo iniciado em 2017, a Hermes Pardini contratou a Siemens para implementar a sua nova plataforma laboratorial automatizada, cujo início de operação está previsto para 2019. 

A empresa informou que as condições contratadas devem desencadear benefícios para a companhia, como a “redução de capital de giro”, “redução no prazo de entrega de resultados”, “mudança no formato de relacionamento comercial com os fornecedores” e “redução nos custos por exame”.

Celesc (CLSC4)

A EDP Brasil submeteu aos acionistas oferta de ações PN, propondo pagar R$ 27 por ação da empresa.  O total de ações, 7,4 milhões, corresponde a aproximadamente 35% dos papéis preferenciais da empresa. O leilão ocorrerá em 26 de abril, às 16h na B3.

Sanepar (SAPR11)

Em relatório, o Bradesco BBI destacou esperar dois catalisadores fortes em abril para a Sanepar. Em primeiro lugar, o ajuste técnico de tarifa esperado de cerca de 5,5% nominal, incluindo repasse da inflação mais primeira parcela da implementação gradual da tarifa. 

Em segundo lugar, está a perspectiva de maior clareza sobre o cenário político do estado, à medida que os candidatos começam a campanha em 6 de abril (por exemplo, espera-se que o ex-governador Roberto Requião concorra ao Senado). 

As principais mudanças nas estimativas incluem um investimento maior em 2018-20 de cerca de R$ 300 milhões, adicionado ao RAB em 2021 e exclusão do trabalho sob RAB para futuras revisões. Os analistas mantêm recomendação outperform com novo preço-alvo de R$ 100 por unit, implicando o maior upside do setor, de 74%.

(Com Agência Estado, Bloomberg e Agência Brasil)

 

 

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