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Braskem chega a cair 6% com oferta de ações, mas ameniza; Vale e siderúrgicas caem 4%; BR Pharma salta até 38%

Confira os destaques da B3 na sessão desta terça-feira (23) 

Braskem_petroquímico
(Divulgação)

Braskem (BRKM5, R$ 50,94, -2,09%)
As ações da Braskem intensificaram as perdas nesta sessão, chegando a cair 6%, após o Estadão informa que a Braskem prepara oferta de ações para dar saída à Petrobras da companhia. Caso toda a fatia da Petrobras na Braskem fosse à venda, a estatal poderia levantar R$ 8 bilhões a valores de hoje. A Petrobras tenta se desfazer desde 2015 da fatia na Braskem, em que tem como sócia a Odebrecht, com os outros 50,1%, segundo o jornal. Contudo, os papéis amenizaram a baixa minutos depois. 

Vale ressaltar que na última sexta-feira, a Petrobras informou em comunicado ao mercado que as tratativas com Odebrecht para revisão dos termos e condições do acordo de acionistas da Braskem evoluíram para estudos com objetivo de realizar uma reorganização societária com a unificação das espécies de ações da Braskem. Os estudos ainda se encontram em fase preliminar, segundo a empresa.

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Em julho do ano passado aumentaram os rumores de que as duas empresas estão revendo o acordo, firmado em fevereiro de 2010 e que garante à Petrobras direitos como a a indicação de executivos e veto a investimentos. O acordo, porém, não permite a transferência desses direitos a um eventual comprador da fatia da estatal. 

Na época, a própria Petrobras já havia dito que o objetivo das negociações é a "criação de valor para todos os acionistas da Braskem", mas desde então não houve novidades sobre o assunto. A estatal tem 47% do capital votante da Braskem, que é controlada pela Odebrecht, com 50,1% das ações com direito a voto.

Fibria (FIBR3, R$ 55,07, +1,42%)
As ações da Fibria acompanham o movimento de alta do dólar e registram mais um dia de ganhos, sendo o destaque de alta no pregão. O dólar comercial registra alta de 1,078%, a R$ 3,2438 na venda. 

Veja mais: A ação mais "anti-caos" da bolsa brilha em 2018 mesmo com tudo dando certo no País

Wiz (WIZS3, R$ 12,33, +6,85%)
As ações da seguradora Wiz chegaram a saltar até 9,2% após caírem até 4,7% no início da sessão.  A virada ocorre após matéria do Estadão apontar que a companhia está em conversas com o seu acionista controlador Caixa Seguridade para uma futura joint venture que assegurará à Wiz 50% das operações de seguro. 

A Wiz teria uma participação de pelo menos 40% da joint venture, segundo a publicação. Originalmente, a Caixa queria 75% das receitas, deixando a Wiz
com 25%. 

A francesa CNP e a Caixa estão atualmente em negociações para um novo contrato de distribuição de produtos de seguros no Brasil, e as ações da Wiz têm caído em meio à especulação de que ela poderia perder o acesso a contratos-chave. A WIZ recuou 39% nos últimos 6 meses em meio a todas essas questões, contra ganho de 25% para o Ibovespa. 

BR Distribuidora (BRDT3, R$ 17,89, +1,47%)
Grandes bancos iniciaram cobertura para a BR Distribuidora, que estreou na bolsa em 15 de dezembro, todos eles com recomendação equivalente à compra, caso de Bradesco BBI (preço-alvo de R$ 23,00), JPMorgan (R$ 23), Santander (R$ 24) e Morgan Stanley (R$ 21). Mais tarde, foi divulgado que o Citi também iniciou cobertura para as ações da BR, com preço-alvo de R$ 23, assim como o Itaú BBA, que possui preço-alvo de R$ 25,00. Com isso, as ações chegaram a subir 3,18%. 

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O Bradesco BBI classifica a companhia como o melhor veículo para ganhar exposição à recuperação do mercado de combustível no Brasil e aponta que o EV/Ebitda de 7,7 vezes reflete o status de empresa estatal, mas um desconto de cerca de 33% em relação aos pares parece excessivo. O desconto deve diminuir para cerca de 20% em 2018. O Morgan Stanley, por sua vez, destacou que essa é uma oportunidade de compra no setor de distribuição de combustível, com múltiplos baratos. Os analistas veem potencial de alta com expansão da margem e potencial de bom rendimento de dividendo. 

Ainda no radar da companhia, a Petrobras e a BR Distribuidora firmaram contrato de compra e venda de gás natural, segundo comunicado. A modalidade contratual tipo take-or-pay para mercado não térmico firme inflexível e o prazo do contrato é de 365 dias. 

BR Pharma (BPHA3, R$ 2,70, +26,17%)
As ações da BR Pharma chegaram a disparar 37,85% mais cedo, sem motivo aparente. Desde quando a companhia pediu recuperação judicial, em 10 de janeiro, os papéis já caíram 38,5%.

 No radar da companhia, na noite de ontem foi divulgada uma proposta da administração solicitando aos debenturistas da sétima emissão (no valor de R$ 400 milhões) que não declararem vencimento antecipado dos títulos. Os papéis foram adquiridos pela PPLA, veículo de investimento de pessoas físicas e sócios do BTG Pactual.

"A declaração de vencimento antecipado representaria um ônus que possivelmente inviabilizaria referido processo de reestruturação", afirma a BR Pharma. A assembleia está com data marcada para ocorrer no dia 2 de fevereiro.

Petrobras (PETR3, R$ 19,33, -0,92%;PETR4, R$ 18,21, -1,41%)
As ações da Petrobras intensificaram as perdas no final da manhã desta terça, apesar da alta mais forte do petróleo, com o WTI em alta de 0,91% e o brent com ganhos de 0,96%. Os ativos seguem o movimento de queda da bolsa brasileira em meio à cautela pré-julgamento do ex-presidente Lula e ainda repercute a redução de recomendação das ações da Petrobras pelo HSBC, de compra para neutra, com preço-alvo de R$ 18,00. 

No radar da companhia, ela anunciou redução de 0,5% para preço do diesel e de 0,8% no valor da gasolina comercializados nas refinarias, com reajustes válidos partir da próxima quarta-feira (24).

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Ainda no radar da empresa, dados da Bloomberg e da ANP apontam que as 13 refinarias da Petrobras no Brasil processaram 1,72 milhão de barris por dia de petróleo no ano passado, o menor volume desde 2004. Em 2017, o processamento de petróleo bruto registrou queda de 4,9% na base anual, enquanto a taxa de utilização foi de 73%, a menor desde pelo menos 2000. 

Vale (VALE3, R$ 41,05, -3,75%) e siderúrgicas
As ações da Vale registram um dia de queda em meio à forte baixa, de cerca de 4%, do minério de ferro em Dalian, com os estoques atingindo recordes nos portos com os cortes de produção nas siderúrgicas. O inverno na China retarda a atividade no setor de construção, um dos maiores consumidores de aço. A China também impôs restrições à produção de aço em 28 cidades de novembro a março em sua campanha contra a poluição.

Já no radar da companhia, o Credit Suisse elevou o preço-alvo para os ADRs da Vale de US$ 15,00 para US$ 16,00, mantendo a recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) e o top pick da mineradora no setor. 

Os analistas fizeram a revisão do preço-alvo ao atualizar os preços das  commodities para o trimestre, incorporar o guidance anunciado no Vale Day e também os preços de carvão sugeridos pela equipe de commodities do banco suíço.  "O valuation parece interessante e enxergamos o papel negociando a 4,7 vezes o EV/Ebitda para 2018 com 11,4% FCF yield. Em um cenário de minério 20% pra baixo, enxergaríamos o papel negociando a 6,5 vezes o EV/Ebitda com 7% de FCF yield", apontam os analistas. 

Além de Vale, a holding Bradespar (BRAP4, R$ 30,75, -3,70%)  e as siderúrgicas registram baixa na bolsa seguindo o movimento das commodities, com Usiminas (USIM5, R$ 10,71, -4,80%), Gerdau (GGBR4, R$ 13,67, -2,22%) e CSN (CSNA3, R$ 10,35, -3,72%) em baixa. Contudo, vale destacar os dados positivos do  Instituto Aço Brasil (IABr) divulgados na véspera. Segundo o instituto, a produção de aço bruto em 2017 foi de 34,4 milhões de toneladas, alta de 9,9% ante 2016. Somada à produção de aço bruto, a de laminados foi de 22,4 milhões de toneladas, uma expansão de 7,2% frente ao ano anterior. A produção atendeu à demanda externa, com expansão nas exportações, mas as importações também chamaram a atenção no ano passado.

 Conforme a IABr, as vendas internas cresceram 2,3% em 2017 ante 2016, atingindo 16,9 milhões de toneladas. Com isso, o consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 19,2 milhões de toneladas ano passado, crescimento de 5,3% em relação a 2016. Consumo aparente corresponde ao total da produção adicionada das importações e subtraída das exportações.

 No comércio internacional, as importações cresceram 23,9% em 2017 frente ao ano anterior, totalizando 2,3 milhões de toneladas, informou o IABr. Em valores, as importações somaram US$ 2,2 bilhões, avanço de 32,7% na mesma base de comparação. Já as exportações foram de 15,4 milhões de toneladas ou US$ 8,0 bilhões, expansão de 14,3% em volume e de 43,9% em valor na comparação com 2016.

De acordo com o BTG, os dados do setor continuam apontando para uma perspectiva positiva para os aços planos, enquanto a realidade para os longos ainda não é tão animadora (demanda por planos está crescendo 20% na base anual versus queda de 1% para os longos).

"Estamos bem construtivos com o setor, vislumbrando um 2018 bastante positivo. As importações permanecem em patamares baixos e o forte cenário de preços internacionais está configurado para ajudar a emplacar os aumentos de preços no mercado interno recentemente anunciados. Reiteramos nossa posição construtiva no setor e mantemos compra em Gerdau e Usiminas", apontam os analistas do BTG.

Sanepar (SAPR11, R$ 54,12, -1,24%)
As units da Sanepar passaram de leves ganhos no início do pregão para perdas de mais de 1%, acompanhando o movimento de aversão ao risco do mercado. Nesta sessão, o Bank of America Merrill Lynch iniciou a cobertura para os papéis da estatal paranaense com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 89,00, implicando um potencial de valorização de 62%. O banco aponta três motivos para ter visão positiva: i)  CAGR (Taxa Composta Anual de Crescimento Real) do lucro por ação de 11% esperado para 2017 a 2020, ii) um dividend yield atrativo de 7,6% e iii) uma regulamentação positiva para o setor. Os analistas apontam que o risco político não pode ser desprezado, mas ainda assim o valuation parece excessivamente descontado. 

Mais recomendações
O UBS iniciou cobertura para as ações do IRB (IRBR3, R$ 38,30, +0,39%) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 45,00.  Já a Gafisa (GFSA3, R$ 18,83, -3,94%) foi rebaixada a ’underperform’ pelo Bradesco BBI, enquanto o BK Brasil (BKBR3, R$ 17,13, -1,32%) foi iniciado com recomendação ’neutra’ pelo JPMorgan, com preço-alvo de R$ 19.

Sobre a recomendação do Bradesco BBI sobre Gafisa, o analista do banco apontou a avaliação cara para os ativos e a  falta de fatores positivos para estimular o crescimento. Segundo o banco, a Gafisa precisaria de lançamentos/vendas com crescimento de cerca de 50%, além da previsão atual do Bradesco de alta de 80%, para atingir um ROE estimado de cerca de 15% entre 2020 e 2021.

Carrefour Brasil (CRFB3, R$ 15,28, +0,99%)
Destaque para uma notícia da matriz que afeta as ações do Carrefour Brasil nesta sessão. O grupo varejista francês Carrefour anunciou  planos de investir, cortar empregos, formar parcerias e reduzir custos, como parte de um nova estratégia para impulsionar seu desempenho.

O Carrefour revelou que pretende investir 2 bilhões de euros (US$ 2,44 bilhões) anualmente a partir deste ano, sendo que 2,8 bilhões serão destinados à área digital nos próximos cinco anos. A meta do Carrefour é tornar-se um grande concorrente no comércio eletrônico de alimentos, com uma participação de pelo menos 20% na França até 2022 e vendas de 5 bilhões de euros.

O Carrefour também informou que vai oferecer um plano de demissão voluntária a cerca de 2,4 mil funcionários de sua sede francesa, na região administrativa de Ilha de França. O escritório principal do grupo emprega 10,5 mil pessoas. A estratégia do Carrefour agradou investidores. Por volta das 7h15 (de Brasília), a ação do varejista saltava 6,5%, a 19,67 euros, na Bolsa de Paris.

Cesp (CESP6, R$ 14,62, +0,90%)
Segundo o Valor Econômico, a Vinci Partners tem interesse em disputar o leilão da companhia. De acordo com a publicação, a gestora está em conversas com potenciais parceiros para fazer um lance pela companhia estatal, uma vez que o governo sinalizou que trabalha em um decreto que permitiria a prorrogação da concessão da hidrelétrica de Porto Primavera por mais 20 anos, até 2048. Vale ressaltar que as ações da companhia paulista sobem quase 11% no mês, desde que foram retomadas as conversas sobre a privatização da empresa. 

Embraer (EMBR3, R$ 19,47, -0,61%)
Segundo a Folha de S. Paulo, a fabricante sueca Saab pode rever seu contrato para fornecer caças Gripen à Força Aérea Brasileira se considerar que a eventual associação entre a americana Boeing e a brasileira Embraer coloca em risco segredos tecnológicos de seu produto.

Em 2013, o avião sueco venceu uma longa concorrência internacional contra o francês Dassault Rafale e o americano F/A-18, da Boeing.

Locamerica (LCAM3, R$ 21,45, -3,38%)
A ação da Locamerica cai, apesar de uma boa notícia: a Superintendência Geral do CADE aprovou sem restrições o acordo entre Locamerica-Unidas. "A decisão já era esperada uma vez que a sobreposição operacional das duas empresas é baixo. Reiteramos compra em Locamerica (e vemos como um dos principais calls de small caps para 2018)", afirmam os analistas do BTG Pactual. 

Helbor (HBOR3, R$ 2,05, -1,91%)
A Helbor cai após chegar a subir 2,4% mais cedo após divulgar os resultados operacionais preliminares e não auditados para o quarto trimestre de 2017. A companhia revelou vendas contratadas totais de R$ 338,3 milhões, 27,3% superior ao mesmo período de 2016 e 58,7%  acima do terceiro trimestre de 2017. A parte Helbor alcançou R$ 235,3 milhões, 13,6% maior na base de comparação anual e 42,8% maior frente o terceiro trimestre. 

Em 2017, as vendas atingiram R$ 1,145 bilhão, 28,6% acima do ano anterior. As vendas sobre oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, foram de 11,2% no trimestre, 180 pontos-base na comparação anual. 

No acumulado do ano, os lançamentos somaram R$ 795,2 milhões em VGV total e R$ 425,0 milhões em parte Helbor, altas respectivas de 182,8% e 107,9% em relação ao ano e mesmo período de 2016.

De acordo com o BTG Pactual, a prévia operacional veio acima do esperado, com vendas líquidas de R$ 180 milhões e velocidade de vendas de 6.5%, mesmo com altos cancelamentos. "mantemos o Neutro, pela falta de momento operacional (velocidade de vendas ainda fraca) e alavancagem alta", apontam os analistas. 

Cia Hering (HGTX3, R$ 22,12, -6,67%)
A Cia. Hering cai também após divulgar prévia operacional. A receita bruta da varejista alcançou R$ 537,6 milhões no quarto trimestre de 2017, 4,4% superior na base anual. Em 2017 a receita bruta avançou 5,3% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 1.841,6 milhões, "impulsionada pelo desempenho das lojas operadas pela companhia e o crescimento de dois dígitos do e-commerce", informou a empresa. 

As vendas no 4º trimestre de 2017 da rede Hering Store, que compreende as vendas a consumidores finais de lojas próprias e franquias (sell-out), regrediram 0,8% na base anual. Já asvendas base mesmas lojas (same-store sales), as quais consideram as lojas comparáveis abertas há pelo menos 13 meses, mesmo apresentando melhora sequencial em cada mês ao longo do trimestre, encolheu 1,1% na base anual, "ainda com alta dispersão de resultados entre lojas, destacando-se, no lado positivo, os desempenhos das lojas localizadas em shopping centers e lojas operadas pela companhia", disse a Cia. Hering.

Segundo o BTG, os números do quarto trimestre foram fracos, apesar da base de comparação fraca. "Os resultados recentes foram mistos, com melhora relevante de margens de um lado, receita fraca e ROIC ainda bem abaixo da média histórica. Seguimos com visão cautelosa pela falta de recuperação de vendas e mantemos recomendação neutra", apontam os analistas. 

 

JBS (JBSS3, R$ 9,56, -1,95%)
O grupo J&F, dono da JBS, iniciou novas conversas com o Ministério Público Federal (MPF) que podem resultar numa repactuação do acordo de leniência da empresa. As novas tratativas, ainda incipientes segundo uma fonte revelou ao ‘Estado’, incluiriam a confissão por parte dos irmãos Joesley e Wesley Batista do crime de uso de informação privilegiada (insider trading, em inglês) que resultou em lucro no mercado financeiro à época da divulgação dos seus acordos de delação.

As informações foram reveladas pela agência Reuters e confirmadas pelo Estadão. A defesa dos irmãos Batista negou as tratativas. Por meio de nota, afirmou que eles não cometeram o crime de insider trading e “jamais confessarão delitos que não cometeram”.

 Joesley e Wesley tiveram prisão preventiva decretada no âmbito da Operação Acerto de Contas, segunda fase da Tendão de Aquiles, que investigou o uso indevido de informações privilegiadas em transações ocorridas entre abril e 17 maio de 2017, data de divulgação de informações relacionadas a acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República. Joesley ainda cumpre mandado de prisão por causa de supostas omissões na delação premiada.

Oi (OIBR3, R$ 3,69, -2,89%;OIBR4, R$ 3,67, +0,55%)
O Société Mondiale informou a redução no último dia 19 de sua participação no capital social da Oi de 43.637.500 ações ordinárias, equivalente a 6,53% das ações ordinárias emitidas pela companhia para 30.306.300 ações ordinárias, equivalente a 4,54% do total de ações ordinárias emitidas pela empresa, totalizando a redução de 5,28% do capital social para 3,67%. 

O Fundo declarou que a redução não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou estrutura administrativa da companhia.

(Com Agência Estado) 

 

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