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Gerdau elege novo presidente, EDP compra parte da Celesc e mais notícias agitam o radar

Confira os principais destaques corporativos da noite desta terça-feira (19)

aço - Gerdau - Usiminas - China
(Reuters)

SÃO PAULO - Confira os principais destaques corporativos do noticiário da noite desta terça-feira (19):

Gerdau (GGBR4)
O Conselho de Administração da Gerdau, após formalizar a aceitação do pedido de renúncia do diretor presidente André Bier Gerdau Johannpeter e dos diretores Vice-Presidentes Claudio Johannpeter e Guilherme Chagas
Gerdau Johannpeter, elegeu seus novos membros.

Para o cargo de diretor presidente, foi eleito Gustavo Werneck da Cunha, que também passará a ser o substituto do diretor de Relações com Investidores. Também foram eleitos como diretores: Marcos Eduardo Faraco Wahrhaftig, Fladimir Batista Lopes Gauto, Fernando Pessanha Santos, Cesar Obino da Rosa Peres, Mauro de Paula e André Brickmann Areno.

Cielo (CIEL3)
A Cielo informou que suas ADRs (American Depositary Receipts) serão negociadas, a partir de 02 de janeiro de 2018, no Nasdaq International Designation, o novo segmento do mercado de balcão norte-americano (OTC).

A Cielo lançou seu programa de ADRs Nível I em março de 2010, no qual cada ADR representa uma ação ordinária da companhia. O Bradesco continua como instituição depositária das ações da empresa, enquanto o Deutsche Bank segue como instituição depositária contratada pela Cielo nos Estados Unidos.

Gafisa (GFSA3)
A Gafisa adiou o vencimento de dívidas de R$ 456,32 milhões para o período entre 2020 e 2021. A postergação, feita em condição suspensiva do aumento de capital em valor mínimo de R$ 200 milhões, cumpre uma das condições para a obrigação da Wishbone Management, acionista da
empresa em conjunto com a Conifer Capital Management, e fundos de
investimento sob gestão de suas afiliadas, de subscrever ações e eventuais sobras no contexto do aumento de capital a ser deliberado por AGE, disse a Gafisa em comunicado.

Energias do Brasil (ENBR3)
A Energias do Brasil comunicou a aquisição de participação na Celesc (CLSC4) por R$ 230 milhões. A empresa se comprometeu a adquirir da Previ 33,1% das ações ordinárias e 1,9% das preferenciais, que juntas totalizam 14,5% do capital total da Celesc.

O valor de R$ 230 milhões será atualizado pela variação do CDI até a data de conclusão da operação. Além disso, a Energias do Brasil pretende indicar membros para o conselho da Celesc, mas não tem intenção de alterar a composição do controle acionário da empresa.

Por fim, a companhia informou que, concluída a operação, pretende fazer uma OPA a R$ 27 por ação para adquirir até 32% das preferenciais da
Celesc em circulação.

Equatorial (EQTL3)
Nesta terça-feira foi cumprida a última das condições precedentes para a conclusão da operação de aquisição de ações representativas de 51% do capital social da Integração Transmissora de Energia (Intesa), disse a Equatorial Energia em comunicado.

Dentre as condições precedentes para a operação, estavam a aprovação dos termos e condições pelo Cade e pela Aneel. Com cumprimento das condições, nesta terça foram transferidas para Equatorial ações representativas de 51% do capital social da Intesa, mediante pagamento de aproximadamente R$ 277 milhões.

 

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