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Itaú BBA "troca" Bradesco por BB; OGX mudará nome e ticker; Petrobras e mais 10 empresas no radar

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta quarta-feira (20)

trabalhadores OGX Petróleo EBX
(RI OGX)

SÃO PAULO - Os bancos são observados com atenção no noticiário corporativo desta quarta-feira, com atenção para o BB, que virou top pick do Itaú BBA, enquanto o Valor informa que a instituição estatal planeja captação externa. Esta sessão também marca o block trade das ações da Fleury. Confira esta e outras notícias abaixo:

Banco do Brasil (BBAS3)
O Itaú BBA substituiu o Bradesco pelo Banco do Brasil como top pick do setor de bancos na América Latina. A mudança de preferência pode ser atribuída ao desconto do preço sobre lucro do Banco do Brasil em relação ao Bradesco,
que teve uma performance significativamente melhor do que o banco estatal, segundo relatório dos analistas do Itaú BBA Thiago Bovolenta Batista e Alexandre Spada.

O Banco do Brasil tem o terceiro maior crescimento de lucros no universo de cobertura do Itaú BBA, mesmo com previsões abaixo do consenso em 2017 e 2018. Os riscos incluem impactos do cenário macro no Brasil, já que, por causa da alavancagem muito maior que a dos pares e o índice de cobertura muito menor, o desempenho do Banco do Brasil deve sofrer impacto negativo de qualquer deterioração significativa no cenário macro. "O fundo soberano provavelmente continuará a vender as ações do Banco do Brasil, o que poderá pressionar" a performance. O Banco do Brasil e o Banorte são agora as top picks do Itaú BBA no setor na América Latina.

Ainda sobre o BB, segundo o Valor, o banco estatal prepara uma captação externa com a emissão de títulos de dívida (bônus) de pelo menos US$ 750 milhões. A instituição financeira ainda estuda se emitirá os papéis com prazo de sete ou dez anos. Procurado pelo hornal, o BB não comentou o assunto.

OGX (OGXP3)
A OGX aprovou a mudança de nome para Dommo Energia. O código de negociação também será alterado, passando a ser DMMO3 a partir do pregão da próxima quinta-feira (21). 

Petrobras (PETR3;PETR4)
A Petrobras anunciou o corte em 0,4% do preço da gasolina e do diesel, que valerá nas refinarias a partir da próxima quinta-feira (21). 

Magazine Luiza (MGLU3)
O Magazine Luiza confirmou, após ser questionado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que projeta abrir 60 lojas em 2017. A companhia foi questionada após reportagem publicada no dia 13 de setembro pelo jornal "O Globo", em que Luiza Trajano, presidente do conselho de administração da Companhia, indicava o número.

Usiminas (USIM5)
A Usiminas teve o rating elevado de CCC+ para B- por S&P. Os preços médios mais altos, ligeira recuperação da demanda e o foco em produtos de aço de maior valor agregado melhoraram o desempenho operacional da Usiminas, que levou a métricas financeiras mais fortes, diz S&PGR em um relatório. O recente acordo com detentores de dívidas para renunciar à necessidade de uma oferta de troca de dívida para os detentores de títulos de 2018 reduziu substancialmente o risco de uma oferta preocupante, segundo o relatório.

A perspectiva positiva reflete a avaliação de que os ratings da Usiminas podem ser atualizados nos próximos 12 a 18 meses se as condições do mercado continuarem a fortalecer as métricas financeiras e se a liquidez for preservada, já que as obrigações de 2018 continuam sendo o único vencimento relevante da dívida nos próximos dois anos.

BRF (BRFS3)
A BRF teve rating cortado para BBB- por Fitch, com perspectiva estável. O rebaixamento de BBB para BBB- reflete volatilidade de fluxo de caixa e elevada alavancagem da empresa, após uma queda acentuada na performance operacional em 2016 e 2017, disse a Fitch, em relatório divulgado nesta terça-feira. A revisão também reflete incerteza em relação à estratégia e estrutura de capital que serão implementadas pelo futuro presidente da empresa. A perspectiva foi alterada de negativa para estável. A agência de classificação de risco espera que margem Ebitda da BRF melhore no segundo semestre de 2017.

Camil
A Camil informa que promoveu mudanças no prospecto preliminar da oferta seguindo solicitações da CVM, segundo comunicado ao mercado. O prospecto alterado para incluir demonstrações financeiras atualizadas, a minuta atualizada do formulário de referência e para atualizar o cronograma estimado da oferta. Assim, a data para a fixação de preço do IPO será 26 de setembro. Anteriormente, a Camil planejava a fixação do preço do IPO para esta quarta-feira.

Fleury (FLRY3)
O block trade das ações da Fleury nesta quarta é de parte de ações detidas pela Advent, informou a companhia em comunicado. O leilão é de 18,5 milhões ações ordinárias, que representam 5,87% do capital social total e será realizado nesta quarta das 11h30 às 11h45 pela B3.

A companhia solicitou informações ao acionista e foi comunicada de que o leilão refere-se à parte das ações detidas pelo Fundo de Investimento em Participações Simba Investimentos I – FIP (Advent). O preço da ação será de R$ 27,25 no leilão e o Credit Suisse CTVM será a intermediadora. Confira a análise sobre a operação clicando aqui. 

Even
 Dany Muszkat,João Silva se alternam como CEO a cada 2 anos, informou a Even. Nos primeiros 2 anos, Dany Muszkat ocupará o cargo de diretor presidente, enquanto João Eduardo de Azevedo Silva ocupará o de diretor vice-presidente de operações (COO), disse a empresa em comunicado. Vinicius Mastrorosa foi eleito diretor financeiro , substituindo Daniella Sasson de Figueira, que renunciou.

Profarma (PRFM3)
Segundo a coluna do Broad, do Estadão, o grupo Profarma voltou a trabalhar para fazer oferta subsequente (follow on) de ações até janeiro do próximo ano, se aproveitando, assim do momento de alta do mercado de ações. O sindicato de bancos de investimento já foi contratado pela empresa e é formado pelo Santander, BTG Pactual, Itaú BBA e Banco do Brasil (BB), disse a coluna. Procurada pelo jornal, a Profarma não comentou.

Renova (RNEW11)
A Renova Energia, “até o presente momento, não tomou conhecimento ou recebeu nova proposta por parte da Brookfield Energia Renovável”, segundo comunicado da companhia. Nesta terça-feira, a Reuters disse, citando pessoas não identificadas, que Brookfield estaria disposta a elevar a oferta pela Renova em 25%. Em 15 de setembro, a Renova disse que estendeu para 17 de outubro o período de exclusividade concedido à Brookfield Energia Renovável para realização de due diligence e negociação dos documentos finais para um aporte primário na companhia. Em 18 de julho, o conselho da Renova aceitou oferta não vinculante da Brookfield para aporte de capital e aquisição de seu controle societário por meio da compra da totalidade das ações de titularidade da Light Energia. 

Sanepar (SAPR4)
O Conselho de Administração da Sanepar aprovou o aumento da participação societária em reunião realizada no dia 19 de setembro, disse a companhia em comunicado. A  Operação está condicionada à aprovação nos órgãos relacionados à operação: Conselho de Controle das Empresas Estatais, Casa Civil do estado do Paraná, Assembleia Legislativa do Paraná e AGE de acionistas, diz a companhia.

Tecnisa (TCSA3)
Joseph Meyer Nigri, atual vice-presidente da Tecnisa, foi eleito pelo conselho para substituir Meyer Joseph Nigri, que renunciou ao cargo de diretor presidente, segundo comunicado. Meyer Joseph Nigri, fundador da companhia, permanecerá no cargo de vice-presidente do conselho, “com foco em estratégias de longo prazo”. Segundo o comunicado, a mudança é “resultado de um processo de sucessão que vem sendo conduzido há algum tempo”. Em virtude da eleição, Joseph Meyer Nigri deixará de ocupar o cargo de diretor vice-presidente, “que permanecerá vago”. 

Educacionais 
Decreto de hoje criou o comitê gestor do Fies, que terá como objetivo formular a política de oferta e supervisionar a execução das operações. O grupo será formado por 3 representantes do Ministério da Educação; 2 da Fazenda e outros 2 representantes do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, além de um membro da Casa Civil. O comitê definirá, entre outros pontos, os critérios de priorização da oferta de financiamento para cursos e para alocação regional das vagas. Publicado no Diário Oficial, decreto é assinado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no exercício do cargo de presidente da República diante da viagem de Michel Temer aos EUA.

(Com Agência Estado e Bloomberg)

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