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Estácio desaba 8% com fusão emperrada e Petrobras cai 3%; só uma ação do Ibovespa se salva de "sell off"

Confira os principais destaques de ações da bolsa nesta terça-feira

SÃO PAULO - Pressionado pelo sentimento que o governo perdeu forças após a CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado rejeitar o texto da Reforma Trabalhista e por conta da derrocada do petróleo, o Ibovespa teve queda de 2,01% nesta terça-feira (20), a 60.766 pontos, no pior fechamento desde o primeiro pregão do ano. Diante do aumento da aversão ao risco dos investidores, apenas uma das 58 ações do índice encerraram no positivo: a Ambev, que subiu 1,12% hoje. 

Do lado negativo, as ações da Estácio desabaram 7% e lideraram as perdas do Ibovespa, em meio às perspectivas de que o processo de fusão com a Kroton está emperrado. Na sequência, figuraram as ações da JBS, Banco do Brasil e BR Malls, com quedas superiores a 4%. 

Confira abaixo os principais destaques de ações da bolsa nesta terça-feira:

Petrobras (PETR3, R$ 13,01, -2,40%; PETR4, R$ 11,86, -3,50%)
As ações da Petrobras caíram forte nesta sessão, acompanhando os preços do petróleo no mercado internacional, que mergulharam em meio a rumores de que a Nigéria e Libia irão aumentar a produção da commodity. Com isso, os contratos futuros do WTI fecharam em queda de 2,2% nesta sessão, a US$ 43,23 o barril. 

No radar, a Petrobras informou que sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. (PGF), enviou notificações com o anúncio do preço do resgate antecipado aos investidores dos títulos 2,750% Global Notes, 5,875% Global Notes e 4,875% Global Notes, todos com vencimento em 2018. O valor total do resgate equivale a aproximadamente US$ 1,84 bilhão, excluindo juros capitalizados e não pagos e considerando para os títulos em Euros a taxa de câmbio de US$ 1,1149/€. O resgate será financiado com os recursos captados pela companhia na recente emissão de títulos, concluída em 22 de maio de 2017, conforme divulgado ao mercado.

A companhia ainda afirmou que seu conselho de administração aprovou nesta segunda-feira um acordo para encerrar uma ação individual proposta perante a Corte Federal da Pensilvânia (EUA) por um grupo de afiliadas do The Vanguard Group, um dos maiores acionistas da companhia. A empresa já havia feito acordos para encerrar outras 19 ações individuais apresentadas à Corte Federal de Nova York, apresentadas por investidores que se sentiram lesados diante das denúncias de corrupção apuradas pela operação Lava Jato. A ação judicial do Vanguard era a única ação individual proposta fora de Nova York.

Para refletir os acordos celebrados, assim como as negociações em curso com outros autores de ações individuais, o valor total de provisões estimado passa a ser US$ 445 milhões para o segundo trimestre de 2017, ante US$ 372 milhões provisionados no resultado do exercício de 2016.

Vale (VALE3, R$ 25,71, -2,58%; VALE5, R$ 24,06, -2,87%)
As ações da Vale aceleraram queda nesta tarde, acompanhando o Ibovespa, que intensificou perdas, após o CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado rejeitar o texto da reforma Trabalhista. Apesar da forte queda dos papéis, os preços do minério de ferro fecharam entre poucas perdas e ganhos no exterior. 

Hoje, os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa chinesa de Dalian caíram 0,69%, a 431 iuanes, enquanto a commodity à vista negociada no porto de Qingdao, na China, subiu 0,27%, a US$ 56,45 a tonelada. 

No radar, o BTG Pactual optou por reduzir o preço-alvo dos ADRs (American Depositary Receipts) da Vale hoje de US$ 10,00 para US$ 9,00, mas reiterou a recomendação neutra. Os analistas citam que, apesar de uma alta expectativa de um resultado positivo no acordo de governança corporativa da empresa, os preço do minério e do níquel devem seguir pressionando o papel e contribuir para um "momentum" mais fraco no lucro da empresa. Eles destacam que seguem "cautelosos" com o case. 

Acompanharam movimento negativo as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 17,70, -3,01%) - holding que detém participação na Vale - e as siderúrgicas, com Gerdau (GGBR4, R$ 9,01, -2,17%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 4,31, -3,15%), CSN (CSNA3, R$ 6,00, -3,85%) e Usiminas (USIM5, R$ 3,90, -2,01%). 

No setor de siderurgia, destaque para os dados de aço da Inda (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço) para maio, que mostraram mais um mês fraco. Os analistas do Credit Suisse destacaram 3 pontos. São eles: 1) embarques e compras caíram em 12% e 8%, respectivamente; 2) não teve sinal de destocagem nos distribuidores, com estoque ficando em 3,9 vezes os embarques mensais (versus média histórica de 3,2 vezes); e 3) o guidance de junho implica em uma queda de 12% na comparação anual nas compras e 8%, dos embarques.

Além disso, nos destaques corporativos, a CSN indicou Pedro Brito para o lugar de Benjamin Steinbruch, que renunciou ao cargo, para o conselho de administração da Transnordestina. 

Embraer (EMBR3, R$ 15,76, -2,29%)
Com o mercado de olho no campo político, que elevou a pressão dos ativos de risco nesta tarde, as ações da Embraer fecharam em queda, apesar noticiário positivo para a empresa. Na máxima do dia, os papéis subiram 2,17%, a R$ 16,48. 

Hoje, a empresa anunciou, durante o Paris Airshow, acordos com diferentes participantes do mercado de aviação para venda de até 50 jatos, informou a fabricante em comunicados nesta terça-feira. Em relatório, analistas do BTG Pactual comentaram que a notícia é, sem dúvida, positiva. Eles aproveitaram para reiterar o call positivo no papel, acreditando ser uma boa opção com "valuation" atrativo nesse momento (player de câmbio, com baixa exposição a Brasil). A recomendação é compra. 

Veja mais: Embraer volta a brilhar como aposta na bolsa, com potencial de alta de 50%

JBS (JBSS3, R$ 6,10, -3,94%)
A JBS anunciou seu programa de desinvestimentos de ativos da Companhia, estimando a entrada de recursos de aproximadamente R$ 6 bilhões, adicionalmente ao montante de R$ 1 bilhão já anunciado com a venda das operações da companhia na Argentina, Paraguai e Uruguai para a Minerva. 

Os ativos que estão dentro do Programa de Desinvestimentos são: (i) a alienação da participação acionária de 19,2% na empresa Vigor Alimentos S.A.; (ii) a alienação da participação acionária na Moy Park, e (iii) a alienação dos ativos da Five Rivers Cattle Feeding e fazenda, informou a companhia. 

"O programa de desinvestimentos implicará na redução do endividamento líquido e consequentemente a desalavancagem, fortalecendo a estrutura financeira da companhia", que destacou que a alienação dos ativos está sujeita à aprovação prévia do Conselho de Administração da Companhia e à prévia anuência do BNDESPAR, conforme os termos e condições do Acordo de Acionistas, quando aplicável. 

Triunfo (TPIS3, R$ 3,42, +19,52%)
As ações da Triunfo dispararam 29,11% na máxima do dia, a R$ 3,77, após anúncio de uma venda de ativos bilionária. O volume financeiro movimentado com o papel hoje atingiu R$ 33,9 milhões, contra média diária de R$ 2,4 milhões dos últimos 21 pregões. 

Ontem à noite, a empresa anunciou que aceitou vender a fatia de 50% que tem no terminal portuário Portonave para a TIL, do MSC Mediterranean Shipping, parceiro da empresa no empreendimento. Segundo a companhia, o valor total do negócio é de R$ 1,3 bilhão. 

Veja mais: Entenda por que as ações da Triunfo têm potencial para subir mais 215% na bolsa

Natura (NATU3, R$ 27,61, -1,39%)
A Natura informou que pretende assinar contrato de compra e venda de ações de emissão da The Body Shop no próximo dia 26 de junho de 2017, em Londres. No dia 9, a Natura comunicou ter realizado uma proposta para aquisição da companhia britânica em um negócio de 1 bilhão de euros (veja a análise clicando aqui). 

Papel e Celulose 
Seguindo o dia de "sell off" no mercado brasileiro, nem as ações com perfil exportador se salvaram hoje. No setor papel e celulose, os papéis da Fibria (FIBR3, R$ 36,03, -0,50%), Suzano (SUZB5, R$ 14,82, -1,98%) e Klabin (KLBN11, R$ 16,96, -1,45%) fecharam em queda nesta terça-feira, apesar da alta do dólar frente ao real e dados mistos dos preços da commodity no mercado internacional. Hoje, dólar comercial subiu 1,40%, a R$ 3,3302 na compra e R$ 3,3308 na venda. 

Saiu nesta manhã dados da consultoria Foex, que mostram aumento no preço da celulose na Europa pela 23ª semana consecutiva (+0,71%, para US$ 826 a tonelada), enquanto na China o preço caiu para US$ 645 a tonelada (-0,16%), mostrando uma estabilização nessa faixa de preço nas últimas semanas, aponta o Credit Suisse, em relatório.

No radar, a Suzano afirmou na segunda-feira que tem defendido o redesenho da indústria de papel e celulose e que isso pode envolver movimentos de fusão e aquisição por parte da companhia. 

Em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre matéria veiculada semana passada pelo jornal O Estado de São Paulo, de que a empresa contratou Bradesco BBI e Itaú Unibanco para assessorá-la em oferta pela Eldorado, a Suzano afirmou que "permanentemente avalia e se prepara para possibilidades de fusões e consolidação".

Educacionais
As ações da Estácio (ESTC3, R$ 15,80, -7,11%) lideraram as perdas do Ibovespa, com os papéis da Kroton (KROT3, R$ 13,85, -3,89%) caindo na esteira. 

No radar, um pedido da Estácio que ajudaria a resolver a fusão com a Kroton, hoje em análise no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), não teve sequer resposta na secretaria do Ministério da Educação que regula o ensino superior no País, segundo informações da Agência Estado. O objetivo era ter autorização para desmembrar um campus da Estácio em Niterói (RJ), que passaria a ser o veículo para que a empresa vendesse seu braço de ensino a distância.

Além disso, a Abrafi (Associação Brasileira de Mantenedoras das Faculdades Isoladas e Integradas) considera que o "remédio" proposto pela Kroton para conseguir aprovar a proposta de fusão no Cade é "insuficiente e problemática". "O modelo proposto, em tese, pretende maquiar o processo e afetará frontalmente as pequenas faculdades e todo setor", comenta a associação. 

Oi (OIBR4, R$ 3,27, -3,82%)
Em destaque sobre a Oi, está a entrevista do presidente da companhia Marco Schroeder para o G1. Segundo ele, impasse para fechar um plano de recuperação da Oi aumenta a cada dia a probabilidade de a Anatel intervir na empresa.  Schroeder disse que os credores querem mais ações, enquanto proposta da Oi é de 25% de participação de imediato, que pode subir para 38%, caso ela não consiga acelerar a amortização da dívida em 3 anos. Segundo ele, nunca houve uma contraproposta à oferta de 25%, diz o executivo na entrevista. O plano é realizar assembleia em setembro para se buscar um acordo. Para o CEO, caso acordo não seja alcançado, o tempo começa a passar, os credores poderão pedir para receber dinheiro em vez de investir; nesse momento a Anatel tem que tomar uma providência, diz ele, acrescentando se tratar, hoje, de um cenário hipotético.

Além disso, ontem, o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, disse que apoia uma eventual capitalização da Oi e acredita que esse seria o melhor caminho para a operadora de telefonia enfrentar o processo de recuperação judicial e as obrigações de investimento previstas em lei. O presidente da Oi disse em entrevista à Reuters no dia 9 que trabalha em uma proposta para levantar 8 bilhões de reais em capital novo de acionistas e investidores como forma de acelerar a saída da operadora do processo de recuperação judicial.

"Seria ótima (ideia) e só vamos aplaudir se isso acontecer", disse Kassab a jornalistas. "Evidentemente (uma capitalização) pode favorecer a recuperação judicial e é o caminho da Oi. Se capitalizar, ter novas parcerias para que ela possa enfrentar as dívidas e o compromisso na sua modernização", adicionou.

Contax (CTAX3, R$ 4,24, -4,93%)
Dois contratos de financiamento originalmente contratados pela Contax junto ao BNDES, no montante de aproximadamente R$ 150 milhões, foram assumidos pelos bancos fiadores de tais operações, os quais passaram a ser credores diretos da cia. e a integrar o grupo de credores financeiros que permanece em negociação, segundo comunicado. O montante equivale a cerca de 10% do endividamento total da Contax e a transação ocorre “no contexto das negociações da companhia com seus principais credores financeiros de alternativas para fortalecer sua estrutura de capital e o alongamento de seu endividamento financeiro”. A companhia afirmou que “segue com o objetivo de, a curto prazo, obter um amplo consenso junto aos seus credores financeiros para o fortalecimento de sua estrutura de capital”. 

Gol (GOLL4, R$ 7,60, -0,78%)
As ações da Gol viraram para queda, após subirem 3,92%, a R$ 7,96, na máxima do dia, após a empresa ter revisado para cima ontem suas previsões de margem de resultado para 2017 e em meio à derrocada nesta sessão da queda dos preços do petróleo, que contribuiu com a perspectiva de redução de custos da aérea. 

A previsão de margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) para o ano passou da faixa de 11% a 13% para 12% a 14%. A previsão do Ebit (lucro antes de impostos e depreciação, em inglês), subiu do intervalo de 6% a 8% para o de 7% a 9%.

Os analistas do Credit Suisse destacam que a melhora na margem deve ser consequência de um melhor yield de passageiro e/ou receita de cargo no lado da receita; ou, do lado do custo, menor despesa com combustível. Em fato relevante, a empresa ressaltou que os custos com combustíveis devem crescer menos do que previamente esperado devido ao menor aumento projetado para os preços do petróleo. 

"Enquanto acreditamos que a revisão do guidance é positiva, os investidores devem focar na posição de caixa da Gol. A companhia finalizou o 1° trimestre com uma posição de R$ 695 milhões ou R$ 360 milhões se excluirmos o caixa restrito e o da Smiles. A Gol ainda deve queimar caixa esse ano, mesmo com a melhora dos números operacionais. Nas nossas estimativas, para ter um 'breakeven' na geração de caixa, a empresa precisa de uma margem Ebit de cerca de 10%", comentaram os analistas.

Já o BTG Pactual disse que segue otimista com o case, mantendo a recomendação de compra, enquanto o Safra iniciou cobertura das ações da Gol com recomendação "outperform" (desempenho acima da média) e preço-alvo por ação de R$ 10,00. 

Bradesco (BBDC3, R$ 26,51, -0,90%; BBDC4, R$ 26,45, -2,33%)
A diretoria do Bradesco submeteu ao conselho de administração a proposta para o pagamento de R$ 1,102 bilhão em juros sobre capital próprio intermediários relativos ao primeiro semestre de 2017. Segundo fato relevante, o valor equivale a R$0,172493781 por ação ordinária (BBDC3) e R$0,189743160 por ação preferencial (BBDC4). Descontando a alíquota de 15% do imposto de renda, o provento pago ficará em R$ 0,146619714 para cada BBDC3 e R$ 0,161281686 por cada BBDC4.

Receberão estes proventos os acionistas que detiverem ações do Bradesco até o fechamento de 30 de junho. Assim, os papéis serão negociados "ex-juros" a partir de 3 de julho. A data de pagamento dos JCPs será em 17 de julho, informa o banco.

Cosan (CSAN3, R$ 30,70, -1,85%)
Segundo fonte ouvida pela Bloomberg, a maioria dos credores aceitou a proposta de Raízen, joint Venture de Cosan-Shell, de R$ 823 milhões para comprar as duas usinas de cana-de-açúcar pertencentes ao grupo em recuperação judicial Tonon Bioenergia. Os credores aceitaram a oferta sob a condição de que a Raízen retire as pré-condições feitas na proposta original, disse a pessoa. A Raízen disse por e-mail para a agência que está aguardando os "trâmites legais para dar continuidade ao processo". Tonon não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Bloomberg. 

Prumo (PRML3, R$ 8,42, -0,24%)
A Prumo convocou assembleia para 11 de julho para discutir OPA (Oferta Pública de Aquisição). 

Copel (CPLE6, R$ 24,67, -3,25%)
A Companhia Paranaense de Energia anunciou na segunda que aumentou em 41% sua previsão de investimentos para este ano para R$ 2,88 bilhões (sendo que R$ 588 milhões foram realizados no 1° trimestre), ante R$ 2,03 bilhões anteriormente. 

A previsão de investimentos da Copel Geração e Transmissão quase dobrou para R$ 1,02 bilhão. "Essa suplementação tem como objetivo atender demandas regulatórias e prazos contratuais, de modo a preservar o fluxo de recursos previsto para tais empreendimentos", disse a empresa em nota.

Além disso, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje um reajuste médio de 5,85% nas tarifas da Copel. Para consumidores conectados à alta tensão, o aumento será de 5,62% e para a baixa tensão, de 6%. As novas tarifas vigoram a partir de sábado, 24 de junho. A distribuidora atende a 4,5 milhões de unidades consumidoras no Paraná.

Marcopolo (POMO4, R$ 2,70, -1,46%)
A Marcopolo reduziu a 20% sua participação na egípcia GB Polo Bus Manufacturing, de 49% anteriormente, mediante absorção de prejuízos acumulados proporcionais aos 29% de participação reduzida, informou em comunicado nesta terça-feira.

"Desde o início da operação, a companhia busca alternativas para potencializar o desempenho da unidade, afetada principalmente por fatores cambiais, políticos e de mercado", disse a Marcopolo em nota.

Em relatório, o BTG Pactual comentou que vê o movimento como positivo (apesar de pequeno), pois estão reduzindo uma operação deficitária. Os analistas estimam que o impacto seja de cerca de R$ 5 milhões de impacto positivo para o lucro anual.

Unipar (UNIP6, R$ 9,62, -2,76%)
A Unipar Carbocloro informou ontem à noite que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) deferiu o pedido de OPA (Oferta Pública de Aquisição) de ações para cancelamento de registro da empresa. 

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