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As ações que ganham e que perdem com a redução da TJLP, segundo o Santander

TJLP menor, anunciada na semana passada, beneficia transporte, papel e celulose, afirma o Santander

Papel e celulose

A redução da TJLP de 7,5% para 7%, anunciada na semana passada, tem impacto sobre as empresas que têm exposição da
dívida à taxa de juros de longo prazo e juros sobre capital próprio pagos com base na TJLP, de acordo com relatório assinado por Daniel Gewehr e João Noronha.

  • Setores com maior exposição da dívida à TJLP: telecomunicações (31%), energia e saneamento (21%), mineração (21%), transporte (16%), alimentação e bebidas (9,8%),
  • * Empresas: Totvs (90%), Renova Energia (64%), Engie Brasil (56%), Mahle Metal Leve (51%), Linx (50%) 
    * Impacto consolidado no lucro líquido em 2017: 
  • * Setores com maior impacto positivo: transporte (2%), celulose e papel (1,6%), siderurgia (0,6%), telecomunicações (0,3%),
    * Empresas com maior impacto positivo: Rumo Logistica (15,4%), Renova (7,4%), Klabin (4,1%), Randon (2,3%), Tim (0,9%)
    * Setores com maior impacto negativo: bancos (0,9%), saúde (0,9%), mineração (0,6%), outras instituições
    financeiras (0,4%), alimentos e bebidas (0,3%)
    * Empresas afetadas negativamente: EcoRodovias (1,1%), JBS (1,1%), Banco do Brasil (1%), Fleury (1%)
    * A notícia mais importante no anúncio foi a criação de uma nova taxa, a TLP , “que será definida por uma lógica mais
    baseada no mercado”, de acordo com os analistas, citando a economista do banco, Adriana Dupita

 

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