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MP pede fechamento da Shell, Ipiranga e BR no Rio de Janeiro por venda de combustível adulterado

Procurador também pede ainda que o estado "não mais conceda ou renove benefícios fiscais ou financeiros" às empresas

Ipiranga
(Grupo Ultra)

SÃO PAULO - O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública contra três das maiores empresas de combustíveis: Ipiranga - do grupo Ultrapar (UGPA3) -, Shell e BR Distribuidora. No processo, o órgão pede a cassação do registro destas empresas em todo o estado do Rio por adulteração de combustíveis.

No documento, o procurador Alberto Flores Camargo afirma que as empresas vendiam álcool adulterado com metanol, produto proibido no Brasil. No documento, ele diz que houve perigo de dano para a ordem econômica e social. O metanol é altamente tóxico, e pode causar danos à saúde. Camargo também pede ainda que o estado "não mais conceda ou renove benefícios fiscais ou financeiros" às empresas.

As ações com pedido liminar têm por base o fato de postos de combustíveis dessas redes terem sido flagrados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) vendendo etanol adulterado com metanol em novembro do ano passado.

"Pode-se dizer que, com essa operação, a Agência Nacional de Petróleo realizou a maior interdição de combustível adulterado de sua história. Nos tanques das distribuidoras Shell, Ipiranga e BR Distribuidora, foi encontrado o volume de 16.000.000 litros de etanol adulterado por metanol", diz um trecho da decisão do procurador.

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