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Petrobras alivia queda de até 9%; Usiminas afunda 8% e vira "penny stock"

Confira os principais destaques de ações da Bovespa nesta sexta-feira

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(Shutterstock)

12h31: Vale (VALE3, R$ 9,10, -5,70%; VALE5, R$ 7,08, -5,85%)
A Vale figuram próximas as mínimas do dia, assim como das siderúrgicas CSN (CSNA3, R$ 3,15, -4,55%), Usiminas (USIM5, R$ 0,96, -7,69%) e Gerdau (GGBR4, R$ 3,42, -3,12%), seguindo o desempenho das mineradoras externas, que são pressionadas pelo novo "sell-off" da Bolsa chinesa, que traz apreensão aos mercados globais. Com a derrocada, a ação da Usiminas perdia o patamar de R$ 1,00 e se tornava "penny stock" (ações de centavos). 

O pessimismo leva abaixo os preços das commodities, com os metais caminhando para a 2ª semana de baixa. Ontem, estrategista do Citigroup disse que são fortes as chances do minério de ferro cair para baixo de US$ 30,00 a tonelada até o fim deste ano, seguindo o exemplo do petróleo.

12h29: Petrobras (PETR3, R$ 7,00, -3,45%; PETR4, R$ 5,36, -5,80%)
As ações da Petrobras aliviam queda após mergulharem até 9% após a presidente Dilma Rousseff afirmar que não descarta capitalização da Petrobras caso petróleo continue caindo. Após comentário, o terminal da Bloomberg informou que a Petrobras realizaria uma coletiva de imprensa às 13h30 (horário de Brasília). No entanto, a assessoria de imprensa da companhia negou a notícia.  

Para Álvaro Bandeira, economista-chefe do home broker da Modalmais, a saída do governo capitalizando está sempre prevista, só não se sabe qual é o tamanho desta capitalização. "Se for só de R$ 50 bilhões não vão ajudar a Petrobras, enquanto uma capitalização suntuosa traria uma diluição acionária, o que levaria a muita confusão no mercado", disse.
Antes da fala da presidente, a estatal pressionada principalmente pela derrocada dos preços do petróleo, caía agora 2,59%, mas chegaram a afundar mais de 5% nesta manhã, indo para baixo de US$ 30,00 - no patamar mais baixo desde 2003 -, em meio às especulações internacionais de que o Irã estaria perto de aumentar sua produção de petróleo. 

O pessimismo leva praticamente toda a alta vista ontem nas ações da Petrobras embora. Na quinta-feira, os papéis da estatal marcaram sua primeira alta depois de três quedas seguidas. Dando força ao cenário nebuloso para as ações de commodities, projeções do mercado já trabalham com petróleo abaixo US$ 30,00 até o fim desse ano. 

11h32: Suzano (SUZB5, R$ 16,10, +1,13%)
Neste momento, os papéis da exportadora de papel e celulose Suzano são os únicos que se salvam dentro das 61 ações que compõem a carteira teórica do Ibovespa. Apesar de outras ações esporadicamente aparecerem em alta, apenas a Suzano registra ganhos desde o início do pregão. Vale lembrar que a companhia é beneficiada pela alta do dólar, já que possui suas receitas denominadas na moeda norte-americana. Hoje o dólar comercial tem alta de 1,16% a R$ 4,0437 na compra e a R$ 4,0449 na venda. O dólar futuro para fevereiro sobe 1,1% a R$ 4,060. 

11h04: Santos Brasil (STBP11, R$ 10,86, -1,45%)
A Santos Brasil informou ontem que paralisou temporariamente as operações no Tecon Santos e no Terminal de Veículos (TEV) em função do vazamento de produto químico e do incêndio ocorridos na tarde de quinta (14) no terminal da Localfrio, localizado na margem esquerda do Porto de Santos, no município do Guarujá.

O terminal de contêineres da Santos Brasil fica ao lado do terminal da Localfrio. Em nota, a Santos Brasil afirma que evacuou suas instalações no Porto de Santos como medida de precaução e que os funcionários da empresa foram dispensados. A companhia ainda informa que as operações serão retomadas assim que houver a liberação por parte das autoridades competentes.

10h57: Telebras (TELB4, R$ 2,19, +12,77%)
As ações da Telebras entraram em leilão às 10h38, quando disparavam 19%, saíram com alta de 12,77% e voltaram a entrar em leilão às 10h57. Os papéis da empresa apresentaram uma forte volatilidade nesta semana diante de notícia não confirmada sobre fusão com a Dataprev e a Serpro. As ações já disparam 278,57% nos últimos 5 dias. 

10h35: Rumo (RUMO3, R$ 2,25, -13,79%)
As ações da Rumo desabam mais um dia na Bovespa, conquistando disparado o posto de pior ação do ano, com desvalorização superior a 60%. Essa é a 11ª sessão seguida de perdas da ação. Os papéis ficaram menos de um minuto em negociação e logo voltaram novamente para leilão na Bolsa, com preço teórico agora em R$ 2,18. Como pano de fundo, a companhia anunciou nesta manhã que pode cancelar aumento de capital de R$ 650 milhões. 

O cancelamento pode vir após recomendação do conselho de administração, que vê risco potencial de que a captação não atingisse o mínimo necessário para se tornar viável diante do cenário macroeconômico, informa fato relevante da empresa, divulgado nesta manhã na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

A companhia informa que vai convocar nos próximos dias uma nova assembleia geral extraordinária (AGE) para referendar o cancelamento. 

10h20: Ser Educacional (SEER3, R$ 7,13, -0,83%)
A Ser Educacional aprovou a recompra de até 2,95 milhões de ações ordinárias, no prazo de um ano.  

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