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Petrobras sobe, Kroton dispara 22% em 4 pregões e Suzano afunda 6%

Confira os principais destaques de ações da Bovespa nesta terça-feira

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(Shutterstock)

SÃO PAULO - O pregão desta terça-feira (20) começa levemente positivo para o Ibovespa, na contramão das quedas amenas das bolsas internacionais. Confira as ações em destaque neste pregão.

11h38: Siderúrgicas
As ações do setor siderúrgico operam entre perdas e ganhos nesta sessão, apesar de dados fraco do setor. As vendas domésticas de aço bruto caíram mais de 20% em setembro na comparação anual, enquanto a produção nacional caiu 13%, para 2,5 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Aço Brasil. Na Bolsa, as ações da Usiminas (USIM5, R$ 3,25, +1,25%), Gerdau (GGBR4, R$ 6,20, +1,47%), Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 2,99, +1,36%), enquanto CSN (CSNA3, R$ 5,15, +0,39%) recua. Vale mencionar que a ação da CSN foram as que mais subiram esse mês, descolando das demais. Enquanto CSN subiu 27,5% até agora em outubro, Gerdau e Metalúrgica Gerdau avançaram 13,16% e 2,4%, respectivamente, e Usiminas caiu 3%.   

Do lado da Gerdau, figura no radar do investidor a notícia de que a companhia colocou à venda a controlada Sidenor, siderúrgica adquirida pela companhia na Espanha em 2005, conforme informou a imprensa internacional.

11h17: Papel e celulose
As ações do setor de papel e celulose afundam na Bovespa em meio à queda do preço da celulose na China. Segundo o Foex reportou nesta manhã, o preço da celulose da semana do dia 13 ao dia 20 caiu US$ 9 a tonelada, ou 1,4% indo para US$ 650,3 a tonelada. "Um declínio relevante e, juntamente com a queda do dólar frente ao real, estão levando as ações do setor abaixo", comentaram os analistas do BTG Pactual. Hoje, as ações do setor de papel e celulose lideram as perdas do Ibovespa: Suzano (SUZB5, R$ 17,77, -5,73%), Fibria (FIBR3, R$ 53,01, -5,42%) e Klabin (KLBN11, R$ 22,21, -2,12%). 

11h07: Lojas Americanas (LAME4, R$ 17,44, -0,06%)
Segundo informações da coluna Radar, da Veja, a Lojas Americanas deve reduzir o ritmo de abertura de lojas neste ano. Com o adiamento da entrada em operação de shopping centers e empreendimentos comerciais, a rede teria sinalizado a analistas que deve abrir apenas 95 lojas em 2015, contra 118 em 2014. Em agosto, a companhia anunciou que planejava abrir 117 lojas esse ano.  

10h58: PDG e Tecnisa 
Com o objetivo de reduzir seus endividamentos, a PDG Realty (PDGR3, R$ 2,53, +2,85%) e Tecnisa (TCSA3, R$ 3,35, 0,0%) comunicaram ontem que venderam suas fatias no empreendimento Jardim das Perdizes para a Hines. A PDG vendeu 25% do projeto por R$ 160 milhões, enquanto a Tecnisa vendeu 17,5% (dos 75% que possui) por R$ 180 milhões. O valor de mercado da PDG no fechamento da véspera era de R$ 121 milhões, enquanto o da Tecnisa era de R$ 603 milhões.  

10h50: BR Properties (BRPR3, R$ 11,10, +1,65%) 
Segundo matéria da coluna Mercados, da Veja, a BR Properties está fechando a venda de mais um pacote de ativos, que tem a Brookfield como um dos compradores. Na lista do que está sendo vendido há edifícios comerciais e galpões em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Na nota, não há citação de valores.

10h44: Kroton (KROT3, R$ 10,80, +4,15%)
As ações da Kroton sobem pelo quarto pregão seguido, quando acumulam valorização de 21,7%. Ontem, a companhia anunciou aquisição da startup de ensino Studiare por R$ 4,1 milhões. Acompanham a alta hoje as demais empresas do setor: Estácio (ESTC3, R$ 16,79, +1,39%), Anima (ANIM3, R$ 15,84, +4,21%) e Ser Educacional (SEER3, R$ 9,22, +3,60%). Nesses últimos quatro pregões essas ações subiram 5%, 21,7% e 8,7%, respectivamente.  

10h30: BRF
As ações da gigante do setor alimentício BRF (BRFS3, R$ 67,17, +0,55%) sobem nesta sessão. Segundo a coluna de Ancelmo Góis, do jornal O Globo, a companhia estaria negociando a compra da mineira Pif Paf.

10h22: Petrobras (PETR3, R$ 9,78, +1,14%; PETR4, R$ 8,03, +1,01%)
Entre os destaques do mercado acionário brasileiro nesta sessão, aparecem as ações da Petrobras, com ganhos superiores a 1%. No noticiário da estatal, os investidores observam o relatório final da CPI (Comissão parlamentar de Inquérito), que eximiu de responsabilidade sobre envolvimento em esquema de corrupção os ex-presidentes da companhia José Sérgio Gabrielli e Graça Foster, a presidente Dilma Rousseff (ex-presidente do conselho de administração) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também ficaram de fora do relatório final parlamentares investigados - caso do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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