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Kroton sobe 5% após balanço e small cap dispara 11%; Fibria avança com reajuste

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bovespa nesta segunda-feira

Ações
(Shutterstock)

11h03: Rumo (RUMO3, R$ 1,19, -2,46%)
A ALL apresentou hoje os resultados combinados da Rumo e ALL do primeiro trimestre deste ano e do ano passado, junto com suas demonstrações financeiras referentes aos meses de janeiro e março de 2015. Os números apontam para um prejuízo de R$ 226,2 milhões no período, revertendo um lucro de R$ 27,7 milhões no mesmo período do ano passado. A receita líquida das operações foi de R$ 970,1 milhões, queda de 1,3% na comparação anual.

Segundo o Brasil Plural, os resultados do primeiro trimestre dão evidências de que o caso de investimentos da ALL-Rumo é uma história de reviravolta que vai exigir capacidade de expansão, ganhos de escala e eficiência de custos para alcançar rentabilidade. 

10h57: Petrobras (PETR3, R$ 15,02, +2,39%; PETR4, R$ 13,97, +1,82%)
As ações da Petrobras sobem em meio à notícia de que a companhia está se preparando para lançar R$ 3 bilhões em títulos no mercado doméstico na semana que vem, segundo informações da Reuters. De acordo com as fontes próximas ao assunto que pediram anonimato, caso haja lotes suplementar e adicional, a oferta poderá alcançar R$ 4 bilhões.  

10h45: Iguatemi (IGTA4, R$ 27,16, -0,69%)
O Iguatemi registrou queda de 6% no lucro líquido, para R$ 45,1 milhões, no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida subiu 24,36%, para R$ 148,6 milhões. Para o BTG Pactual, os resultados foram sólidos sem sinais de fortes desaceleração em vendas e locações no segmento "mesmas lojas" (que considera lojas abertas há pelo menos um ano), diferente da maioria dos concorrentes. O banco, no entanto, permanece cauteloso com o setor de shopping centers dada à desaceleração de vendas do varejo. Apesar de destacar que os números vieram bons, o Banco Espírito Santo disse que via impacto negativo nas ações no curto prazo. 

10h42: Kepler Weber (KEPL3, R$ 28,93, -2,59%)
A Kepler Weber, fabricante de equipamentos para armazenagem e movimentação de granéis, reportou ontem à noite um prejuízo líquido de R$ 14,3 milhões no primeiro trimestre de 2015, ante resultado líquido positivo de R$ 23,8 milhões no mesmo período de 2014. A receita líquida totalizou R$ 107,9 milhões, um recuo de 37,7% em relação aos R$ 173,3 milhões do mesmo intervalo de 2014.

Segundo o Banco Espírito Santo, o resultado da companhia foi muito fraco, ainda pior do que os analistas do banco estavam esperando. Apesar disso, eles mantiveram a recomendação de compra no papel, com preço-alvo de R$ 29,70. 

10h40: Kroton (KROT3, R$ 11,34, +5,49%)
A Kroton sobe após divulgação do balanço. A companhia viu seu lucro líquido ajustado subir 56,9% no primeiro trimestre, com o controle mais rígido de custos e despesas compensando as mudanças no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A companhia teve lucro líquido ajustado de R$ 455,3 milhões entre janeiro e março, frente a R$ 290,2 milhões no mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, parcelamento especial privado, linha criada para alunos ingressantes como alternativa ao Fies, foi um dos fatores que ajudou a empresa a adicionar 319.700 novos alunos de graduação, (+6,2% ante 2014). 

Para a XP Corretora, o resultado foi levemente acima do esperado.Apesar da forte desaceleração na captação e crescimento da base, os números foram acima do projetado pela Kroton. Mesmo com a forte queda na margem, por conta da aquisição da Anhanguera, já observamos uma boa evolução na comparação pro-forma, comentaram os analistas.

10h35: JHSF (JHSF3, R$ 1,76, -4,86%)
A incorporadora registrou lucro líquido de R$ 1,038 milhão no primeiro trimestre, queda de 92% contra o mesmo período do ano passado. A receita líquida da incorporadora ficou em R$ 155,956 milhões, ante R$ 147,989 milhões no primeiro trimestre de 2014, uma alta de 5%.  

10h31: CSU CardSystem (CARD4, R$ 3,28, +11,56%)
A "small cap" CSU CardSystem dispara na Bolsa após balanço. A companhia fechou o trimestre com lucro líquido de R$ 3,7 milhões, crescimento de 156,6% nos últimos doze meses. A receita líquida foi de R$ 112,618 milhões, com uma diferença positiva de R$ 19,34 milhões em comparação ao primeiro trimestre de 2014. O Ebitda fechou em R$ 15,947 milhões, um aumento de 42,2% em relação aos R$ 11.216 milhões do período do ano passado. A margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) ficou em 14,2%, 2,1 pontos percentuais a mais que os 12% de 2014. 

10h28: Time For Fun (SHOW3, R$ 3,25, +5,36%)
A Time For Fun anunciou os resultados deste primeiro trimestre de 2015 e mostrou prejuízo de R$ 2,3 milhões, contra prejuízo de R$ 22,9 milhões do primeiro trimestre do ano passado. O desempenho foi impulsionado pelo aumento na receita de shows ao vivo e de patrocínios, que praticamente dobraram no período, para R$ 74,1 milhões e R$ 22,1 milhões, respectivamente. No primeiro trimestre, a companhia realizou, em São Paulo, o festival Lollapalooza. O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) reverteu de R$ 25,4 milhões negativos nos três primeiros meses do ano passado e fechou em R$ 2,4 milhões este trimestre. 

10h23: Lopes Brasil (LPSB3, R$ 4,80, -7,38%)
A Lopes Brasil desaba após registrar prejuízo líquido de R$ 13,68 milhões no primeiro trimestre, contra lucro líquido de R$ 6,2 milhões um ano antes. O Ebitda foi negativo em R$ 9,3 milhões, ante valor positivo de R$ 10,95 milhões em 2014. A companhia comercializou R$ 1,83 bilhão em imóveis novos e R$ 566,99 milhões em usados, quedas de 24% e 37%, respectivamente.   

10h08: Fibria (FIBR3, R$ 43,33, +1,59%)
A Fibria, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, está anunciando aumento de preços de US$ 20 por tonelada do insumo, válido a partir de primeiro de junho. Com o aumento, os preços na Europa passarão a US$ 810, na Ásia a US$ 700 a tonelada e, na América do Norte, a US$ 900 a tonelada. No fim de abril, a companhia havia afirmado que estava implementando "sem dificuldades" o aumento anunciado para o início daquele mês, diante da boa demanda. "Empresas do setor vem, sequencialmente, anunciando aumento de preços, o que mostra um cenário apertado de oferta, sendo bastante positivo para as empresas", comentou a Elite Corretora.

 

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