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Anhanguera dispara 9,5% e 3 blue chips sobem pós-resultados; veja 22 destaques

Disputa com Apple pode se estender e ações da Gradiente caem 18%; Embraer sobe 4% após superar projeções dos especialistas

Embraer Legacy 600
(Divulgação/Embraer)

SÃO PAULO - Em uma sessão volátil, o Ibovespa fechou esta quarta-feira (26) com queda de 0,25%, aos 46.599 pontos. Grande parte dessa volatilidade foi reflexo dos movimentos apresentados pela Petrobras (PETR3; PETR4), que teve forte queda após divulgar seus resultados na véspera, e pela Vale (VALE3; VALE5), que após chegar a subir 1%, perdeu forças, horas antes de divulgar seu balanço. No geral, foram 6 ações fechando com alta de mais de 3%, enquanto 4 papéis recuaram mais de 2%.

Apesar de avanço no lucro, o mercado parece não ter gostado tanto dos números apresentados pela Petrobras. As ações ordinárias da companhia fecharam com queda de 2,86%, a R$ 12,90, enquanto os papéis preferenciais recuaram 3,53%, para R$ 13,68 - ambas liderando as perdas do Ibovespa. A estatal registrou lucro R$ 6,28 bilhões no quarto trimestre de 2013, o que representa alta de 85% na comparação com o terceiro trimestre de 2013. Além disso, a empresa diminuiu sua previsão de investimentos no plano de negócios 2014-2018 apresentado também na véspera.

Durante a teleconferência, que ocorreu nesta manhã, a presidente da companhia, Graça Foster, destacou o planos de negócios, a entrada em operação de plataformas, as expectativas para os próximos anos e ressaltou o compromisso para a redução do endividamento e manutenção do grau de investimento da companhia. Além disso, Foster ressaltou que a Petrobras não fará nova emissões de ações e seguirá com sua estratégia de aumento de eficiência e redução de custos.

Em relação aos preços de combustíveis, a presidente afirmou que a defasagem de 20% de diesel e 11% para a gasolina e destacou que, após ter tido uma aproximação dos preços em relação às cotações internacionais a partir de maio, houve um novo descolamento. O motivo, afirma a presidente, é a desvalorização cambial. Com a companhia importando em dólares e entregando os resultados em reais, a queda do real resultou em perdas para a empresa, afirmou.

Vale tem dia volátil antes de resultado
Enquanto isso, as ações da Vale passaram por um dia volátil, com ambos papéis oscilando entre perdas de 1% e alta de 1%. No fim, os ativos ordinários tiveram leve alta de 0,03%, aos R$ 32,52, enquanto os preferenciais registraram valorização de 0,07%, para R$ 29,02. O consenso do mercado é que a mineradora registre um bom fim de 2013, com um balanço forte, com os preços do minério sendo o principal driver no período, mas mesmo assim, a última linha da companhia deve apresentar forte prejuízo, causado por alguns eventos não-recorrentes, como sua adesão ao Refis (Programa de Recuperação Fiscal).

Pelo acordo de adesão, a Vale deveria pagar R$ 5,96 bilhões em dezembro e mais R$ 16,36 bilhões parcelados em 179 meses. No resultado do quarto trimestre, a adesão terá impacto de R$ 20,72 bilhões, sendo parte alocado no Resultado Financeiro (aproximadamente R$ 6 bilhões) e o restante como Imposto de Renda.

Anhanguera volta a ter forte alta
Liderando os ganhos do Ibovespa com folga, as ações da Anhanguera (AEDU3) registraram ganhos de 9,61%, cotadas a R$ 12,77. Este é o segundo dia de forte alta dos papéis após caírem por oito pregões consecutivos.

Nos últimos dias, os ativos foram fortemente penalizados por rumores de que a fusão com a Kroton (KROT3, R$ 43,20, +0,93%) não iria acontecer, uma vez que ainda precisa ser aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Nesse cenário, os analistas apontam que a Anhanguera seria a mais prejudicada em Bolsa

Gradiente cai em meio a briga judicial
A batalha da Gradiente, da IGB Eletrônica (IGBR3), contra a Apple parece que não terá um fim tão cedo. Nos últimos 16 dias, as ações da empresa dispararam 98% em meio a rumores de que a empresa poderia conseguir reverter a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que liberou a marca "iPhone" para a Apple, em setembro do ano passado. No entanto, o que parecia certo pode não ocorrer ou demorar mais tempo do que o previsto

Diante de notícias nada agradáveis para a brasileira, os papéis da IGB Eletrônica despencam nesta sessão, depois de terem subido nove vezes nos últimos onze pregões, sendo que em um desses a ação fechou no zero-a-zero. Nesta sessão, as ações caíram 17,84%, cotadas a R$ 5,02, próximo da mínima do dia, quando os papéis recuaram 18,99%, a R$ 4,95.

Fitch coloca rating da Oi em observação negativa
As ações da Oi (OIBR4) atingiram no Ibovespa seu 9º pregão de queda nas últimas 11 sessões. Nesta quarta, os papéis da companhia fecharam com queda de 1,63%, a R$ 3,63. A agência Fitch Ratings colocou em observação negativa os IDRs (Ratings de Probabilidade de Inadimplência do Emissor) e o rating nacional de longo prazo da empresa.

Segundo a agência, a observação negativa reflete a opinião de que, após a proposta de fusão entre a Oi e a Portugal Telecom, é menos provável que o perfil financeiro da entidade pós-fusão sustente um rating 'BBB-'. A Fitch destaque que a observação negativa só será atualizada após o fechamento da transação entre as duas empresas.

13 empresas divulgam resultados:

Ambev
Entre a noite da véspera e a manhã desta quarta, diversas empresas apresentaram seus balanços trimestrais. Em destaque, a Ambev (ABEV3), que registrou um lucro líquido atribuível aos controladores de R$ 4,66 bilhões no quarto trimestre, alta de 106,2% na comparação frente o mesmo período de 2012. No ano, o lucro da fabricante de bebidas subiu de R$ 6,327 bilhões para R$ 9,535 bilhões.

Enquanto isso, o lucro consolidado, que inclui os minoritários, subiu 8,96%, de R$ 10,42 bilhões para R$ 11,354 bilhões em 2013. A receita líquida da companhia subiu 9,1% nos últimos três meses do ano, para R$ 11,05 bilhões, em meio a maior participação de marcas premium nas vendas e aumento da participação da distribuição direta nas operações. No ano, a alta foi de 7,9%, para R$ 34,79 bilhões.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 17,4%, fechando o trimestre em R$ 6,44 bilhões. O mercado parece ter recebido bem o resultado, e a empresa viu suas ações registrarem alta de 1,08%, cotadas a R$ 16,78.

Embraer
Já a Embraer (EMBR3, R$ 20,76, +4,16%) ficou entre os maiores ganhos do Ibovespa após registrar lucro líquido acima das expectativas do mercado em 2013, ultrapassando algumas de suas próprias previsões para o ano passado, com recuo em despesas administrativas e comerciais e melhora no resultado operacional. A fabricante também divulgou suas expectativas para 2014, prevendo uma entrega de aviões praticamente em linha com sua estimativa para 2013, elevando apenas as expectativas para a aviação comercial, em dois aviões.

O lucro líquido atribuível aos acionistas somou R$ 607,2 milhões no quarto trimestre, mais do que o dobro do registrado um ano antes. Em dólares, a empresa lucrou US$ 264,5 milhões, ante uma expectativa média de US$ 213 milhões em uma pesquisa da Reuters com seis analistas.

O Ebitda totalizou R$ 1,253 bilhão de reais no período, quase o dobro do registrado um ano antes. A margem passou de 16,3% para 23,7%. Em dólares, o Ebitda totalizou US$ 543,6 milhões, ante expectativa média de 361 milhões de dólares. O lucro operacional (Ebit) também dobrou no período, para R$ 1,068 bilhão, com margem a 20,2%.

Eletropaulo
A Eletropaulo (ELPL4) registrou prejuízo líquido de R$ 73,3 milhões no quarto trimestre, afetado por amortização de passivo regulatório. No mesmo período do ano anterior, houve prejuízo líquido de R$ 85,9 milhões. Para o quarto trimestre de 2013, analistas ouvidos pela Reuters esperavam prejuízo de R$ 130,8 milhões. Nesta sessão, os papéis da companhia fecharam em queda de 2,60%, a R$ 7,88.

De acordo com a companhia, o resultado foi afetado por R$ 120,2 milhões referentes a amortização do passivo regulatório formado em função da postergação, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de revisão tarifária. O mercado total na área de concessão da AES Eletropaulo apresentou crescimento de 2,7% em relação ao quarto trimestre de 2012, totalizando um volume de 11.836 GWh.

Contribuíram para esse desempenho o aumento de 4% no consumo da classe comercial total e de 4,1% da classe residencial total, disse a empresa. Mas receita operacional líquida caiu 9% na comparação ano a ano, para R$ 2,345 bilhões. As despesas operacionais caíram 9,9%, a R$ 2,1 bilhões. O Ebitda foi negativo em R$ 51 milhões no período, frente a resultado também negativo de R$ 34,6 milhões no quarto trimestre de 2012. Analistas esperavam R$ 108,7 milhões negativos no quarto trimestre.

Telefônica Brasil
A Telefônica Brasil (VIVT4) somou um lucro líquido de R$ 3,7 bilhões em 2013, registrando uma baixa de 16,6% frente 2012, enquanto a receita teve alta de 2,3% no período, para R$ 34,72 bilhões. No quarto trimestre, o lucro caiu 16,5%, passando de R$ 1,47 bilhão para R$ 1,23 bilhão. Já o Ebitda somou R$ 10,5 bilhões em 2013, uma baixa de 16,7%, frente os R$ 12,7 bilhões. No trimestre, o Ebitda caiu 25,5%, para R$ 2,87 bilhões. Mesmo assim, as ações da empresa tiveram alta de 3,03%, cotadas a R$ 43,50.

A Telefônica obteve um crescimento de 26% na base de usuários pós-pagos, mais rentáveis, de telefonia celular no quarto trimestre, que passou a R$ 23,69 milhões. Enquanto isso, a base pré-paga encolheu 6,6%. Em dados móveis, houve a receita teve crescimento de 19 por cento, para R$ 1,864 bilhões, apoiando uma expansão da receita consolidada do segmento celular de 4,5%, a R$ 6,08 bilhões.

Arteris
A Arteris (ARTR3) divulgou avanço de 28,9% no lucro líquido do quarto trimestre sobre igual período de 2012, a R$ 137,2 milhões. Entre outubro e dezembro, o resultado operacional medido pelo Ebitda foi de R$ 328,66 milhões, alta de 16,8% na comparação anual. Os papéis da companhia de concessões rodoviárias registraram alta de 2,92%, cotadas a R$ 16,59.

Comgás
A companhia paulista de gás canalizado Comgás (CGAS5, R$ 50,69, +0,38%) obteve lucro líquido de R$ 173,6 milhões no quarto trimestre, alta de 33,3% na comparação anual. No período, o volume de gás distribuído caiu 5,5%, para 1,3 bilhão de metros cúbicos, mas a receita líquida da companhia cresceu 9,1%, com o aumento de 10% da venda de gás.

As despesas operacionais da companhia tiveram leve alta na comparação anual, para 200,6 milhões de reais. O Ebitda cresceu 31,4% na mesma base de comparação, a R$ 340,3 milhões.

Weg
Enquanto isso, a Weg (WEGE3) viu o seu lucro líquido subir 29,6% na comparação com o quarto trimestre de 2012 e somar R$ 237,44 milhões. No ano, a alta foi de 28,6%, para R$ 843,46 milhões. As ações da companhia encerraram com valorização de 2,65%, atingindo os R$ 29,91.

A receita líquida de vendas, por sua vez, teve alta de 13,9%, para R$ 1,89 bilhão no trimestre enquanto que, no ano, o aumento foi de 10,6%, para R$ 6,83 bilhões. O Ebitda atingiu R$ 341,7 milhões e a margem Ebitda (Ebitda/receita líquida) ficou em 18,0%. O crescimento foi de 17,9% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 4,5% em relação ao trimestre anterior.

Odontoprev
O lucro líquido da operadora de planos odontológicos Odontoprev (ODPV3, R$ 8,80, +1,15%) subiu 74,2% no quarto trimestre, na comparação anual, a R$ 47,13 milhões, informou a companhia. A receita operacional líquida da empresa foi de R$ 281,7 milhões entre os meses de outubro e dezembro de 2013, contra R$ 248,2 milhões um ano antes, crescimento de 13,5%. O tíquete médio de R$ 15,90 no quarto trimestre de 2013 foi 9,7% superior aos R$ 14,49 do mesmo período de 2012.

Paraná Banco
Já o Paraná Banco (PRBC4) registrou um lucro líquido de R$ 132,5 milhões em 2013, contra 196,6 milhões um ano antes. A receita da intermediação financeira foi de R$ 655,5 milhões, crescimento de 10,9% na comparação com 2012, quando alcançou R$ 591 milhões. Entretanto, o resultado operacional ficou em R$ 159,5 milhões, queda de 10,23% em relação a 2012. Com isso, os papéis do banco registraram perdas de 2,95%, a R$ 10,51.

Bematech
A Bematech (BEMA3, R$ 7,85, -0,63%) reportou lucro de R$ 42,9 milhões no ano de 2013, valor 32,1% maior que o ano anterior. No último trimestre do ano passado, a empresa de tecnologia ao varejo obteve R$ 10,4 milhões de lucro líquido, ante R$ 10,8 no mesmo período do ano passado. Já a receita líquida da empresa alcançou patamar recorde e atingiu no quarto trimestre de 2013 R$ 101,1 milhões, valor 15% maior em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda chegou a R$ 20,9 milhões, valor 6,7% superior reportado no último trimestre de 2013.

Tupy
A Tupy (TUPY3, R$ 17,98, +5,45%) apresentou um lucro líquido de R$ 16,1 milhões no último trimestre de 2013, valor 521,2% maior que o divulgado no mesmo período do ano passado. Já a receita, impulsionado por veículo comerciais e aplicações no mercado externo, teve crescimento de 20% e atingiu R$ 780,4 no quarto trimestre do ano passado. Já o Ebitda ajustado foi de R$ 115 milhões, aumento de 41,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

ALL
O cenário para a ALL (ALLL3) segue complicado. Em meio aos rumores de que o acordo com a Rumo logística poderia não sair, a companhia divulgou seu resultado do quarto trimestre de 2013 e mostrou aumento do seu prejuízo no período em 53,5% sobre um ano antes, a R$ 31,4 milhões. O Ebitda ajustado somou R$ 349,6 milhões, alta de 2% sobre um ano antes. Com isso, os papéis da companhia subiram 2,41%, para R$ 6,80, após chegarem a recuar 7,68%.

Além disso, uma notícia do Estado de S. Paulo, afirmou que os fundos de pensão Previ (Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), Funcef (Caixa Econômica Federal) e o BRZ (que tem como cotistas Funcef, Petros, Postalis, Forluz e Valia) já receberam propostas de bancos independentes para representá-los nas negociações que envolvem a união das duas companhias. Isso porque esses fundos buscam maximizar o valor da ALL. Eles consideram que a proposta feita pela Rumo, de R$ 10,80 por ação, não condiz com o tamanho da empresa.

JSL
A JSL (JSLG3, R$ 13,55, -1,45%) registrou no quarto trimestre de 2013 um lucro líquido de R$ 17,4 milhões, queda de 5,4% em relação aos R$ 18,4 milhões do mesmo período do ano anterior. A receita líquida atingiu R$ 1,31 bilhão nos três últimos meses de 2013, alta de 17,7% na comparação anual. Segundo a empresa, o resultado foi influenciado negativamente, principalmente, pelos investimentos para expansão. A empresa contabilizou um aumento de 23,2% nos juros líquidos por conta do aumento da dívida líquida média com a operação.

Outros destaques:

Telebras
Em um esforço contra a espionagem dos EUA, Brasil e a União Europeia vão se juntar, através de um programa de construção de cabos submarinos que ligarão o maior país latino-americano com o Velho Continente. E quem fará essa ligação será justamente a estatal Telebrás (TELB4) e conjunto com a espanhola IslaLink Submarine Cables, em um projeto orçado em US$ 185 milhões, de acordo com o que informou o site Zdnet na terça-feira. As ações da companhia fecharam esta sessão com alta de 1,60%, a R$ 2,54, após chegarem a disparar 12%, a R$ 2,80, no intraday.

O cabo será ligado da capital portuguesa Lisboa até a cidade brasileira de Fortaleza e deve entrar em operação no próximo ano, aponta a reportagem, que destaca as fortes expectativas para a construção da estrutura após a reunião entre a presidente da República, Dilma Rousseff, e o presidente do Conselho Europeu, Herman Von Rompuy, em reunião de cúpula da União Europeia.

Time For Fun
As ações da Time For Fun (SHOW3), companhia brasileira do setor de entretenimento, registraram queda de 4,32%, a R$ 4,21 um dia após a companhia divulgar seus resultados. Na manhã da véspera, a empresa mostrou que reduziu o prejuízo no 4° trimestre de 2013, de R$ 31,2 milhões no mesmo período do ano passado para R$ 3,7 milhões agora.

A recuperação acontece mesmo frente a uma queda de 14% na receita da companhia, que ficou em R$ 222,5 milhões. O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 2,2 milhões, contra uma perda de R$ 50,7 milhões no mesmo período do ano passado.

Para o diretor-presidente da empresa, Fernando Altéri, o cenário para 2014 se mostra animador: "O primeiro semestre de 2014 terá um volume muito ativo de shows em estádio como a empresa não tinha há 4 anos", afirmou o executivo em teleconferência. Até junho, a T4F já tem 15 shows contratados com mais de 600 mil ingressos vendidos.

Tecnisa
A Tecnisa (TCSA3) fechou o dia com perdas de 1,20%, a R$ 7,38, mesmo após seu conselho de administração aprovar o encerramento do programa atual de recompra de ações, no qual foram canceladas o total de 5 milhões de ações, e um novo programa que contemplará até 8,4% do total de ações emitidas pela empresa. Segundo fato relevante, o programa visa adquirir até 6,9 milhões das ações da própria empresa, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social da Tecnisa.

Levando-se em conta que cerca de 900 mil ações TCSA3 são negociadas diariamente na Bovespa, o programa de recompra pretende adquirir o equivalente a 7,7 dias de pregão da companhia - para o cálculo, o InfoMoney tomou como base o volume médio negociado nos últimos 21 pregões até ontem (R$ 6,7 milhões) e o preço de fechamento do último pregão (R$ 7,47).

CSU
A CSU CardSystem (CARD3) comunicou nesta manhã o encerramento de seu programa de recompra de ações. O conselho de administração da companhia havia autorizado a aquisição de até 1 milhão ações ordinárias em um programa que teve início em 6 de dezembro. Naquela data, as ações da CSU eram cotadas a R$ 2,78, sendo que até o final daquele mês, os papéis chegaram a subir para R$ 3,27, alta de 17,6%. Porém, de lá para cá, as ações registram forte queda, e atingem o valor de R$ 2,58, com desvalorização de 3,01% neste pregão.

 

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