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Prejuízo da MPX sobe 73%; veja mais 22 resultados do 2º trimestre

Temporada de resultados corporativos segue a pleno vapor em sua reta final; Sabesp, Light e outras também divulgam números

BHG Piscina
(Divulgação BHG)

SÃO PAULO - A temporada de resultados corporativos segue a pleno vapor em sua reta final. Após o pregão da véspera e antes da abertura dos mercados, várias empresas divulgam seus balanços referentes ao período entre abril e junho deste ano.

A empresa mais "chamativa" a divulgar o balanço foi a MPX Energia (MPXE3), que viu o prejuízo crescer 73%, para R$ 233 milhões - embora as receitas tenham sido positivas em um 2º trimestre pela 1ª vez. A empresa, porém, é cada vez mais "operacional", devendo dobrar a sua capacidade instalada até 2014, atingindo 2.238 MW até o ano que vem. 

Segundo a companhia, o balanço foi impactado "principalmente pela compra de energia para cumprir as obrigações contratuais de Pecém I e Itaqui e pelos custos de indisponibilidade das usinas em operação comercial". Itaqui e Parnaíba I ressarciram às distribuidoras valores referentes a custos de geração para a energia não entregue. No trimestre, esses custos totalizaram 49,2 milhões de reais e 20,3 milhões de reais para Itaqui e Parnaíba I, respectivamente, disse a empresa.

HRT vê prejuízo crescer mais de 10 vezes
A empresa de petróleo e gás HRT (HRTP3) viu seu prejuízo líquido crescer mais de 10 vezes no segundo trimestre deste ano, ante igual período de 2012, em um período marcado pela descoberta de um poço sem volume comercial na Namíbia e um poço seco na bacia do Solimões, no Brasil.

A companhia registrou resultado negativo de R$ 546,06 milhões entre abril e junho ante prejuízo de R$ 50,6 milhões no segundo trimestre de 2012.

O impacto ocorreu na linha "outras despesas", que passou de R$ 8,96 milhões para R$ 457,78 milhões no período.

Segundo a HRT, a variação ocorreu como "resultado dos custos de exploração impactados pela baixa de ativos intangíveis, no montante de R$ 450 milhões, os quais se referem aos poços do projeto Solimões e Namíbia que não obtiveram resultados comerciais, bem como os blocos SOL-T-219 e SOL-T-220 que foram devolvidos."

O Ebitda ficou negativo em R$ 562,94 milhões, ampliando em quase cinco vezes o número também negativo registrado um ano antes.

Já a receita líquida da empresa somou R$ 852 milhões, ante dado negativo em R$ 12 milhões um ano antes.

Light vê receita líquida avançar
A Light (LIGT3) registrou avanço de 3,2% em sua receita no segundo trimestre, atingindo R$ 1,84 bilhão, ante um resultado de R$ 1,79 bilhão um ano antes. Enquanto isso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia passou de R$ 255,1 milhões para R$ 277,9 milhões na comparação anual, o que representa uma alta de 8,9% entre os trimestres.

Com esse crescimento, o lucro líquido da companhia também registrou avanço, passando de R$ 39,8 milhões no segundo trimestre de 2012 para R$ 58,2 milhões entre abril e junho deste ano, uma alta de 46,2%.

Se na comparação trimestral os números mostraram crescimento, o mesmo não ocorreu no semestre. Apesar da alta de 4,8% na receita semestral, que atingiu R$ 3,86 bilhões nos seis primeiros meses do ano, o Ebitda da companhia apresentou queda de 8% em comparação com 2012, passando de R$ 688,5 milhões para R$ 633,1 milhões.

O lucro da Light, que foi de R$ 179,8 milhões entre janeiro e junho do ano passado, passou para R$ 136,9 milhões nos seis primeiros meses de 2013, o que representa uma queda de 23,9%.

Sabesp tem lucro R$ 361 milhões
A Sabesp (SBSP3) teve lucro líquido superior no segundo trimestre, graças ao aumento das receitas após reajustes tarifários, informou a empresa de sanemento básico do Estado de São Paulo nesta terça-feira.

A companhia registrou lucro líquido de 361,7 milhões de reais no segundo trimestre, avanço de 23,5 por cento em relação ao segundo trimestre de 2012. O Ebitda ajustado foi de 911,4 milhões de reais, alta de 14,2 por cento na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A receita operacional líquida subiu 13 por cento, para 2,8 bilhões de reais. Já os custos, despesas administrativas, comerciais e de construção tiveram avanço de 12,4 por cento, para 2,08 bilhões de reais. Os custos das vendas, serviços prestados, de construção, despesas administrativas subiram 12,4 por cento, puxados por um salto de 50,6 por cento das despesas gerais, em meio a provisões para processos judiciais, que somaram 49 milhões de reais e incluem contingências ambientais.

A receita operacional bruta relacionada à prestação de serviços de fornecimento de água e coleta de esgoto subiu 12,6 por cento, para 2,3 bilhões de reais.

BHG tem prejuízo 25% menor
A lista começa com a BHG (BHGR3), que reportou prejuízo de R$ 3,72 milhões, 25,2% melhor que os R$ 4,97 milhões negativos apresentados um ano antes. Enquanto isso, no semestre, o prejuízo ficou 1,6% pior, atingindo R$ 7,64 milhões.

Por outro lado, a receita líquida da companhia registrou crescimento de 5,5% entre abril e junho, passando para R$ 54,26 milhões, ante resultado de R$ 51,43 milhões um ano antes. Nos seis primeiros meses do ano, a receita atingiu R$ 112,86 milhões.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu de R$ 13,66 milhões no segundo trimestre de 2012 para R$12,28 milhões no mesmo período deste ano. Enquanto isso, na comparação trimestral, o resultado cresceu 12,5%, passando de R$ 25,01 milhões para R$ 28,15 milhões.

Aliansce tem queda no lucro
A administradora de shopping centers Aliansce (ALSC3) teve forte queda no lucro líquido no segundo trimestre, pressionada por maiores despesas financeiras, apesar do avanço dos indicadores operacionais. De abril a junho, a companhia teve lucro líquido gerencial de 17,56 milhões de, queda de 48,6 por cento na comparação anual, informou nesta terça-feira.

Incluindo os resultados atribuídos a acionistas não controladores, o lucro consolidado foi de 21,3 milhões de reais, queda de 43,7 por cento na comparação anual."No segundo trimestre, o lucro líquido foi impactado pelo resultado financeiro", afirmou a companhia, em relatório.

Lopes Brasil vê lucro subir 43%
A consultoria imobiliária Lopes Brasil (LPSB3) teve um lucro líquido de R$ 40,6 milhões no segundo trimestre deste ano, representando um aumento de 43% sobre resultado obtido um ano antes.

Segundo a empresa, esse valor é ajustado por efeitos não caixa provocados pela adoção de normas do sistema contábil IFRS. O lucro líquido após o IFRS somou R$ 33,114 milhões, queda de 14% ante o segundo trimestre de 2012.

A geração de caixa medida pelo Ebitda totalizou R$ 63,13 milhões, alta de 49% sobre um ano antes. A margem passou de 39,8% para 45,9%.

A receita líquida subiu 29% na mesma base de comparação, para R$ 137,4 milhões.

O valor geral de vendas intermediadas totalizou R$ 5,35 bilhões no segundo trimestre, alta de 9%.

Prejuízo da Biosev cai no trimestre
A produtora de açúcar e etanol Biosev (BSEV3) teve prejuízo 7,3% menor no primeiro trimestre do ano safra 2013/14 na comparação anual, em um resultado influenciado negativamente por problemas climáticos que levaram a empresa a reduzir sua estimativa de moagem na atual temporada.

A Biosev reduziu sua estimativa de moagem para entre 28,7 milhões a 30,1 milhões de toneladas na atual safra, contra as 33 milhões de toneladas inicialmente previstas, por conta da seca na região Nordeste e as recentes geadas ocorridas em Mato Grosso do Sul, que prejudicaram os canaviais.

Mas mesmo com os problemas climáticos, a empresa conseguiu reduzir o seu prejuízo no período de abril a junho para R$ 325,8 milhões, refletindo um aumento na receita e melhora no resultado financeiro. No mesmo período do ano passado, a divisão brasileira para energia da trading francesa de commodities Louis Dreyfus teve prejuízo de R$ 351,6 milhões.

Segundo a Biosev, ao excluir o efeito do ajuste para o ativo biológico --os canaviais afetados pelo clima-- a empresa teria um prejuízo de R$ 182,6 milhões, ou 48,1% menor ante igual período do ano passado.

O Ebitda subiu 2,2%, para R$ 43,86 milhões no primeiro trimestre.

O Ebitda ajustado, que exlcui o efeito de amortização em tratos culturais dos canaviais entre outros, cresceu 20,6 por cento para 220 milhões de reais.

A receita no período saltou 18,7%, para R$ 1 bilhão, em meio ao salto no volume moído de cana e aumento de 30 por cento nas vendas, puxado sobretudo por volumes maiores embarcados para o mercado externo.

A moagem no trimestre somou 9,2 milhões de toneladas, acréscimo de 52,9% ante o mesmo intervalo da temporada anterior, reflexo de investimentos em renovação e antecipação do início da safra.

O resultado financeiro foi negativo em R$ 241,8 milhões, queda de 26,6% ante igual trimestre do ciclo anterior.

Oi tem prejuízo de R$ 124 milhões
O grupo de telecomunicações Oi (OIBR3;OIBR4) sofreu prejuízo líquido de R$ 124 milhões no segundo trimestre, pressionado por aumento de despesas financeiras após a desvalorização do real ante o dólar e aumento do endividamento da empresa, informou a companhia nesta quarta-feira.

Analistas consultados pela Reuters esperavam, em média, lucro líquido de R$ 315,7 milhões para a operadora.

A empresa informou ainda que decidiu alterar sua política de remuneração de acionistas e com isso vai pagar dividendos de R$ 500 milhões relativos aos exercícios sociais de 2013 a 2016.

Log-In tem prejuízo menor
A empresa de logística Log-In (LOGIN3) teve prejuízo menor no segundo trimestre, graças à "suave recuperação da produção industrial" tanto no Brasil como na Argentina, o que aumentou a demanda por fretes, informou a empresa, ratificando números divulgados em 17 de julho.

De abril a junho, a Log-In teve prejuízo líquido de R$ 25,9 milhões, menor que o prejuízo de R$ 31,9 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

O Ebitda foi de R$ 47,1 milhões, crescimento de 61% frente ao período de abril a junho de 2012.

Apesar do prejuízo menor, a empresa lembrou que o "ambiente desafiador para a economia brasileira" no período pressionou os resultados.

"A maciça expedição da super safra de grãos, adicionada à onda de protestos e greves ao final do segundo trimestre impactaram fortemente as operações de acesso aos portos brasileiros deteriorando o nível de serviços dos operadores de cabotagem", afirmou a empresa em relatório.

Apesar disso, o volume de cabotagem subiu 28,4% no período, para 27,3 mil TEUs (unidade equivalente a 20 pés). A Log-In operou com uma capacidade estática de 14.500 TEUs, devido à disponibilidade operacional de 100 por cento com os novos navios Log-In Jacarandá e Log-In Jatobá.

"Em relação às condições operacionais portuárias foi possível observar melhoria em produtividade nos terminais escalados pela Log-In", afirmou a empresa, destacando Santos (SP), Suape (PE), Manaus (AM) e Buenos Aires, Argentina.

A Log-In registrou redução de 11,4% na movimentação de contêineres no Terminal de Vila Velha (TVV), no Espírito Santo. "O TVV apresentou menores resultados, influenciado pela queda de movimentação de contêineres de importação", disse a empresa.

Os gastos com despesas gerais e administrativas atingiram R$ 8,5 milhões, ante R$ 8 milhões no segundo trimestre de 2012. Segundo a companhia, o avanço ocorreu devido a reajustes contratuais de aluguéis e serviços.

JHSF tem lucro líquido de R$ 17 milhões, queda de 60%
A incorporadora JHSF Participações (JHSF3) teve um lucro líquido de R$ 17 milhões de reais no segundo trimestre, uma queda de 60% sobre o resultado de um ano antes.

De acordo com a empresa, os números refletem a fase de investimentos concentrados no desenvolvimento de três shoppings centers, sendo que dois já foram inaugurados e o terceiro será inaugurado no fim deste ano, além das vendas na área de incorporação para os clientes de alta renda.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 72,9 milhões, um aumento de 4,5% sobre igual período de 2012. A margem ebitda subiu de 31% para 39%.

Já a receita líquida da JHSF caiu 17,3% na mesma base de comparação, para R$ 187,5 milhões.

CPFL Renováveis vê prejuízo crescer 9 vezes
A CPFL Energias Renováveis (CPFR3) teve no segundo trimestre de 2013 um prejuízo líquido de R$ 51,64 milhões, valor 838% maior do que o resultado negativo de R$ 5,506 milhões entre abril e junho do ano passado. Já a receita operacional líquida da companhia teve alta de 23,5% no segundo trimestre, para R$ 186,706 milhões, frente aos R$ 151,14 milhões no mesmo período do ano passado.

O resultado financeiro foi negativo em R$ 63,33 milhões, com uma despesa financeira líquida de R$ 36,82 milhões, alta de 72%. Já o Ebitda cresceu 7,4%, para R$ 98,68 milhões, ante R$ 91,867 milhões, enquanto a margem Ebitda foi de 52,9%, queda frente aos 60,8% do mesmo período de 2012.

Lucro líquido ajustado da Technos cai 38,4%
A comanhia Technos (TECN3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 13,2 milhões no segundo trimestre, ante R$ 21,3 milhões vistos no mesmo período do ano anterior, o que mostra queda de 38,4% no resultado. O Ebitda ajustado mostrou alta de 0,7% na mesma base comparativa, atingindo R$ 23,4 milhões. O ajuste foi feito com reversão de provisões e realização de um ativo fiscal.

Sem o ajuste, o lucro líquido da companhia foi de R$ 3,2 milhões, mostrando queda anual de 82,7% e o Ebitda ficou em R$ 9,6 milhões, ante R$ 20,6 milhões do segundo trimestre do ano passado. A receita líquida da companhia, por outro lado, cresceu 51,6% em comparação com o ano passado, atingindo R$ 76 milhões.

Lucro da Cemig atinge R$ 617,2 milhões no 2º tri
A Cemig (CMIG4) registrou alta de 2% em seu lucro líquido trimestral, com R$ 617,24 milhões. O Ebitda da empresa ficou em R$ 1,252 bilhão, com alta de 3,15% em comparação com o segundo trimestre do ano passado. Já a margem Ebitda passou de 35,06% para 36,42%.

Alupar tem lucro líquido consolidado de R$168,5 mi 
A Alupar Investimentos (ALUP11), que atua na transmissão e geração de energia, registrou lucro líquido consolidado de R$ 168,5 milhões no segundo trimestre, crescimento de cerca de 31% sobre o ganho obtido um ano antes.

A companhia, que realizou uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de units em abril, teve alta de 19% no Ebitda na mesma base de comparação, para R$ 260,9 milhões.

A margem Ebitda passou de 79,9% no segundo trimestre de 2012 para 86,3% entre abril e junho deste ano.

A receita líquida ajustada somou R$ 302,2 milhões no período, alta de 10,2% sobre um ano antes. 

BR Brokers fecha trimestre com lucro de R$ 20,1 milhões
A Brasil Brokers (BBRK3) fechou o segundo trimestre com um lucro de R$ 20,1 milhões, registrando baixa de 4% frente a abril e junho de 2012. Enquanto isso, as receitas subiram 4%, somando R$ 101,4 milhões.

O Ebitda somou R$ 33,7 milhões, registrando alta de 6% na comparação com o mesmo período de 2012. Já as vendas contratadas somaram R$ 4,5 bilhões no trimestre, estável em relação a 2012.  

Helbor: lucro líquido sobe 17,6%
A Helbor (HBOR3) registrou um lucro líquido de R$ 83,12 milhões no segundo trimestre, com alta de 17,6%. No primeiro semestre, o lucro foi de R$ 135,3 milhões, alta de 10,4% frente ao mesmo período do ano anterior.

Já a receita operacional líquida da companhia somou R$ 454,4 milhões, leve queda de 0,4% no trimestre. O ROE (rentabilidade sobre patrimônio líquido) atingiu 26,3%.  

Sofisa vê lucro cair 89,3%
O Banco Sofisa (SFSA4) registrou um lucro líquido de R$ 300 mil, com queda de 89,3%, contra igual período do ano passado. Já o ROAE (retorno sobre o patrimônio líquido anualizado) ficou em 0,2% de abril e junho de 2013 frente aos 1,6% do mesmo período do ano anterior.

No segundo trimestre, a carteira de operações de crédito somou R$ 1,8 bilhão, com queda de 11,6% frente ao mesmo período de 2012. 

Lucro da Tegma caiu 6,4%
O lucro líquido da Tegma (TGMA3) caiu 6,4% no segundo trimestre, com R$ 17,9 milhões. Já a receita da companhia atingiu R$ 461 milhões - crescimento de 19,3% em relação ao mesmo período de 2012.

Já o Ebitda ajustado da companhia ficou em R$ 41,77 milhões, ante R$ 45,81 milhões vistos no ano passado, mostrando queda de 8,8%. A margem Ebitda caiu 2,8 pontos percentuais, para 9,1%.

Prejuízo da Wilson Sons quase dobra no 2º trimestre
A Wilson Sons (WSON11) registrou prejuízo líquido de US$ 7 milhões, resultado negativo de US$ 3,9 milhões visto no segundo trimestre de 2012. Por outro lado, a receita líquida da companhia cresceu 7% no mesmo período, para US$ 157,2 milhões. 

O Ebitda da empresa ficou em US$ 42,8 milhões - alta de 36,6% em relação aos US$ 31,3 milhões vistos no mesmo período do ano anterior.

Lucro líquido da Tracetebel cai para R$ 324 milhões
O lucro líquido da Tractebel (TBLE3) caiu 5,3% no segundo trimestre deste ano, para R$ 324 milhões. Já a receita líquida de vendas da companhia subiu 6,6%, chegando a R$ 1,273 milhões no mesmo período.

O Ebitda, por sua vez, mostrou queda de 7,5%, com R$ 719,9 milhões e a margem Ebitda recuou 8,6 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre de 2012, com 56,5%.

A companhia anunciou ainda a distribuição de R$ 767,6 milhões em dividendo intercalares, correspondentes a R$ 1,1759 por ação e os ativos ficarão "ex-dividendo" a partir de 19 de agosto.

Paraná Banco tem alta de 14% no lucro líquido ajustado
O Paraná Banco (PRBC4) registrou um lucro líquido ajustado de R$ 31,67 milhões, uma alta de 14,1% frente ao mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre de 2013 o banco obteve um lucro líquido ajustado de R$ 71 milhões, resultado 11% acima dos R$ 63,8 milhões apresentados no mesmo período de 2012.

Nos primeiros seis meses de 2013, a rentabilidade medida pelo ROAE foi de 11,8%. A Basiléia de 24,3%. A carteira de crédito apresentou um crescimento de 17,3% na comparação com junho de 2012, encerrando o primeiro semestre com saldo de R$ 2,6 bilhões.

Springs Global registra prejuízo
A Springs Global (SGPS3) divulgou um prejuízo líquido de R$ 11 milhões, revertendo o lucro de R$ 3,1 milhões de um ano antes. Já o Ebitda ajustado passou para R$ 31 milhões, uma alta de 13,1%, enquanto a margem Ebitda teve queda de 0,4 ponto percentual, para 6,6%.  

Taesa registra alta no lucro e receita
A Taesa (TAEE11) registrou um lucro de R$ 102,4 milhões no segundo trimestre, alta de 38,5% frente ao mesmo período de 2012. Enquanto isso, a receita da companhia somou R$ 263,3 milhões no período, alta de 49,2%. Já os custos subiram 242,8%, para R$ 47,5 milhões. 

 

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