Destaques da Bolsa

Ações de Hapvida e Intermédica sobem até 5% com fusão; Braskem avança com acordo no México, Vale salta 4% e Petrobras cai

Confira os destaques da B3 na sessão desta segunda-feira (1)

SÃO PAULO – O noticiário corporativo teve como destaque o anúncio de Hapvida (HAPV3, R$ 16,32, +5,29%) e Notre Dame Intermédica (GNDI3, R$ 89,68, +3,41%) no fim de semana de que houve acordo para a combinação de negócios, o que faz com que as ações saltem cerca de 10 % nesta sessão.

Após uma forte queda no mês de fevereiro, as ações da Petrobras (PETR3, R$ 22,01, -0,63%; PETR4, R$ 22,00, -1,08%), chegaram a subir nesta manhã, mas acabaram fechando em terreno negativo, ainda atentas ao risco político que ronda a companhia. A estatal vai elevar os preços da gasolina e do diesel em cerca de 5% a partir de terça-feira, informou a companhia nesta segunda-feira, com ambos combustíveis renovando os maiores níveis em mais de um ano nas refinarias da estatal.

Segundo o Credit Suisse, a notícia é positiva, com a estatal correndo atrás da defasagem dos preços dos combustíveis em relação aos preços praticados no exterior. O preço da gasolina ainda está com um desconto de 9% e o do diesel em 7%, respectivamente, aponta o banco suíço.

Porém, o noticiário político segue afetando a companhia, uma vez que foi o reajuste de 18 de fevereiro que desencadeou um novo movimento de aversão ao risco na estatal com o anúncio da troca de CEO.

Com o reajuste atual, o preço médio de venda da gasolina passará a ser de R$ 2,60 por litro, alta de 12 centavos por litro (ou 4,7%), enquanto o diesel passará a média de R$ 2,71 por litro, aumento de 13 centavos por litro (5%), disse a Petrobras (veja mais clicando aqui).

Enquanto isso, as ações dos bancos viraram para queda na reta final do pregão, reduzindo os ganhos do Ibovespa, após a notícia do jornal O Globo de que o governo decidiu aumentar o imposto cobrado sobre as instituições financeiras, entre outras medidas, de forma a gerar uma compensação com o objetivo de zerar o PIS/Cofins sobre o diesel. Também será zerado imposto federal sobre o gás de cozinha (GLP).

Com isso, Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 24,77, -3,00%), Bradesco (BBDC3, R$ 19,92, -3,25%; BBDC4, R$ 22,24, -3,30%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 27,86, -0,68%) e Santander Brasil (SANB11, R$ 36,95, -1,18%) fecharam em queda.

A publicação aponta que, como se trata de uma redução de impostos, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) exige uma compensação com corte de gastos ou aumento de receitas. O decreto que irá zerar as alíquotas está pronto e será acompanhando de uma medida provisória (MP) com as ações para elevação da receita (veja mais clicando aqui).

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Já a Méliuz (CASH3, R$ 28,59, +1,38%) anunciou na noite de sexta-feira a compra de 51,2% do site de cupons de desconto Picodi por R$ 120 milhões. É a primeira aquisição da companhia desde sua Oferta Pública de Ações (IPO) em novembro do ano passado, que trouxe R$ 300 milhões para o caixa.

A Braskem (BRKM5, R$ 31,78, +1,66%) também registrou ganhos – apesar de ficar longe da máxima, quando subiu 6,81% – após comunicar nesta segunda-feira que a unidade no México Braskem Idesa (BI) assinou contrato de prestação de serviço de transporte de gás natural com agência do governo mexicano, após ser notificada sobre interrupção do serviço de transporte de gás natural em dezembro do ano passado.

Ainda na ponta positiva, os papéis da Vale (VALE3, R$ 98,57, +4,28%) subiram forte e acabaram ajudando o Ibovespa a sustentar os ganhos após a virada dos ativos dos bancos.

Confira os destaques:

Hapvida (HAPV3, R$ 16,32, +5,29%) e Notre Dame Intermédica (GNDI3, R$ 89,68, +3,41%)

A Hapvida e a Notre Dame Intermédica  anunciaram na noite de sábado que chegaram a um acordo para a combinação de negócios. A operação prevê a incorporação das ações de Notre Dame pela Hapvida que criará uma das maiores provedoras de soluções de saúde verticalizadas no mundo.

De acordo com o documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cada acionista da Notre Dame receberá 5,2490 ações ordinárias da Hapvida por papel da empresa, além do valor de R$ 6,45, o que resultará na empresa combinada em que acionistas da Hapvida passariam a deter 53,6% do capital social enquanto os da Intermédica vão ter 46,4%.

Ambas as empresas convocaram Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs) para o próximo dia 29 de março para deliberarem sobre o assunto, que dependerá de aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) caso seja aprovado.

Irlau Machado Filho, atual diretor presidente da Notre Dame, e Jorge Pinheiro, diretor presidente da Hapvida, atuarão como co-CEOs na nova empresa combinada. O Conselho de Administração será ampliado para, no mínimo, nove membros, sendo dois indicados pelo atual Conselho de Notre Dame, cinco pela Hapvida (incluindo o presidente do colegiado) e dois independentes.

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Os custos estimados serão de aproximadamente R$ 116 milhões, os quais incluem custos com assessoria financeira, avaliações, assessoria jurídica e demais assessorias para implementação da operação, publicações e demais despesas relacionadas.

O BTG Pactual e o Itaú BBA atuaram como assessores financeiros da Hapvida e o JPMorgan e o Citi pela Notre Dame. O escritório Pinheiro Neto é o assessor legal da Hapvida; e Souza, Mello e Torres coordena pelo lado da Notre Dame, juntamente com Lefosse e Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga.

A XP Investimentos iniciou a cobertura para as ações das duas empresas ambas com recomendação de compra e preços-alvos de R$ 21 para HAPV3 e de R$ 117 para GNDI3.

“Acreditamos que, separadamente, as empresas estão bem posicionadas para capturar uma oportunidade de crescimento orgânico, consolidando ainda mais os mercados em que já estão presentes. Entretanto, juntas elas criam uma rede complementar única de abrangência nacional com espaço adicional para uma consolidação inorgânica e sinergias relevantes – estimamos impacto de até R$ 1,1 bilhão”, avaliam.

O Credit Suisse, por sua vez, apontou que a principal diferença da proposta inicial é o premio de 15% oferecido aos acionistas da Notre Dame versus os 10% anteriormente proposto. Após a conclusão, os acionistas da Hapvida passarão a ter 53,6% da NewCo e os da GNDI, 46,4%, caso haja novos ajustes. Essa proporção será possível devido aos R$ 4 bilhões em cash a serem pagos aos acionistas da GNDI no fechamento da transação (R $ 6,45/ação).

Os analistas veem baixo risco de alguma barreira do CADE ou regulador dado a limitada intersecção geográfica e solvência apropriada das companhias. “Porém, como ainda deve levar um tempo para a integração operacional efetiva, a retenção de profissionais até lá é um risco. A duplicação planejada de estruturas pode atrasar sinergias, mas acreditamos que tal decisão pode mudar ao longo do tempo”, avaliam.

O banco ressalta que a nova empresa terá dois CEOs, Jorge Pinheiro, da Hapvida, e Irlau Machado, da Notre Dame. E que o conselho será composto por 9 membros, 2 advindos da NortreDame, 5 da Hapvida e 2 independentes, um indicado por cada empresa.

O Bradesco BBI, por sua vez, manteve o valor estimado para a sinergia entre as empresas, de R$ 14 bilhões, mas afirma que ele pode ser conservador. O cálculo inclui estimativa sobre goodwill (valor intangível obtido com a fusão de duas marcas), economia com despesas gerais e administrativas, e oportunidades de vendas complementares.

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O Morgan Stanley comentou a notícia sobre a fusão entre Hapvida e NotreDame, e disse afirmar que espera a aprovação do negócio sem grandes mudanças, o que deve permitir grandes sinergias já no primeiro ano.

Méliuz (CASH3, R$ 28,59, +1,38%)

A Méliuz anunciou na noite de sexta-feira (26) a compra de 51,2% do site de cupons de desconto Picodi por R$ 120 milhões. É a primeira aquisição da companhia desde sua Oferta Pública de Ações (IPO) em novembro do ano passado, que trouxe R$ 300 milhões para o caixa.

Méliuz: a trajetória dos empreendedores que levaram uma startup à Bolsa

Segundo o CEO da empresa Israel Salmen, o objetivo é que a Picodi, que possui sede na Polônia, se torne a bandeira global da Méliuz. A empresa adquirida tem 4 milhões de usuários cadastrados, opera em 19 línguas diferentes e atua como uma plataforma de promoções e cupons de descontos, mas ainda não oferece o cashback.

Hypera (HYPE3, R$ 31,45, -4,06%)

A Hypera informou na sexta-feira que seu lucro líquido de outubro a dezembro de 2020 somou R$ 314,9 milhões, alta de 31,9% ante mesma etapa de 2019.  A receita líquida de R$ 1,13 bilhão foi 22,2% superior no comparativo anual, com apoio das vendas de produtos da família Buscopan,  cuja incorporação foi concluída no terceiro trimestre, que adicionou R$ 85,7 milhões ao faturamento.

Entre os fatores que impulsionaram as vendas, a Hypera citou no relatório a “melhora da demanda no varejo farmacêutico resultante da maior flexibilização das regras de restrição para circulação da população por conta da pandemia de Covid-19”.

Além disso, as despesas comerciais cresceram apenas 3,3%, diante de menos gastos com propaganda, promoções e despesas com visitas médicas, diante da pandemia.

O resultado operacional da companhia medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 349 milhões, um aumento de 55,7%, considerando as operações continuadas. Segundo a Hypera, a integração das marcas da Takeda, concluída neste primeiro trimestre, além de lançamentos recentes a colocam em condições de buscar a liderança do mercado farmacêutico brasileiro em 2021.

O Morgan Stanley comentou os resultados apresentados pela HyperaPharma, e afirmou que a receita líquida está em linha com as estimativas, com o destaque para os resultados obtidos por genéricos. Vitaminas e suplementos se beneficiaram de novos lançamentos, e de a população se tornar mais consciente sobre sua própria saúde.

O banco mantém avaliação overweight (expectativa de valorização acima da média do mercado) para a empresa, com preço-alvo de R$ 39, frente aos R$ 32,78 de fechamento na sexta (26).

O Bradesco BBI comentou os dados da Hypera Pharma, e afirmou que a empresa está fortalecendo sua estrutura para se consolidar, com destaque para a alta de investimentos em 2020, que preparam a empresa para se tornar um consolidadora no mercado farmacêutico.

O banco diz esperar que, a empresa continue a efetivar as sinergias de ativos adquiridos, e expandir a venda de novos produtos. O banco diz que a companhia deveria continuar a trabalhar em novas oportunidades.

No entanto, o banco mantém avaliação neutra (expectativa de valorização dentro da média do mercado) até que tenha mais clareza sobre a direção das operações e o seu possível risco. O Bradesco mantém preço-alvo de R$ 38, frente aos R$ 32,78 negociados na sexta (26).

BR Distribuidora (BRDT3, R$ 19,69, -1,15%)

A BR Distribuidora informou na sexta que sua unidade em Betim (MG) estava operando sob escolta policial em meio a uma greve de caminhoneiros que atuam no transporte de combustíveis em Minas Gerais. Segundo a empresa, autoridades de segurança foram acionadas para garantir o desbloqueio do acesso à base de Betim, que opera de forma restrita.

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 27,86, -0,68%)

Os investidores seguem monitorando o noticiário sobre estatais. Na sexta, as ações do Banco do Brasil caíram quase 5% após a notícia do jornal O Globo de que André Brandão, presidente da estatal, teria colocado seu cargo à disposição.

A agência internacional de notícias Reuters também publicou reportagem segundo a qual Brandão manifestou a interlocutores desconforto em permanecer no cargo, segundo uma fonte cujo nome não foi identificado. Em fato relevante publicado depois do fechamento, também na sexta, o Banco do Brasil afirmou que “não houve pedido de renúncia por parte de seu presidente”. As especulações sobre a saída de Brandão vêm aumentando desde que o presidente Jair Bolsonaro ameaçou demiti-lo após o anúncio de planos de fechamento de 361 agências e 5.000 demissões como forma de economizar R$ 2,7 bilhões até 2015. As especulações se acirraram após Bolsonaro demitir o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo general da reserva, Joaquim Silva e Luna.

WEG (WEGE3, R$ 78,00, +0,39%), GM (GMCO34), Iochpe Maxion (MYPK3, R$ 12,36, -1,83%), Marcopolo (POMO4, R$ 2,49, -0,80%), Tupy (TUPY3, R$ 20,94, -1,46%), Mahle Metal Leve (LEVE3, R$ 17,07, -3,67%)

O Bradesco BBI repercutiu um painel realizado com o World Resources Institute, GM e WEG para discutir o movimento global de descarbonização e potenciais impactos para mobilidade urbana. O banco cita um estudo do WRI que indica que a descarbonização poderia resultar em impacto de US$ 535 bilhões para o PIB brasileiro.

A GM reafirmou seu compromisso em se tornar neutra em emissões de carbono, ou seja, em atingir o equilíbrio entre emissões e absorção de carbonos, até 2040, deixando de vender veículos movidos por motores de combustão interna.

O Bradesco diz acreditar que a WEG deve ser a maior beneficiária do movimento, por ser aquela com a maior exposição a investimentos em energia renovável, mas que outras empresas também devem ganhar. O banco destaca que Iochpe Maxion, Randon e Marcopolo também estão investindo em novos produtos, visando surfar em oportunidades geradas pela eletrificação de veículos. A Tupy estuda usar hidrogênio em motores de combustão interna. A Mahle Metal Leve deve ser a mais afetada negativamente, por fabricar componentes para motores de combustão interna, principalmente para carros de passageiros em Brasil, Europa e América do Norte.

Eneva (ENEV3, R$ 66,94, -1,56%)

A Eneva apresentou à reguladora ANP nesta sexta-feira a declaração de comercialidade da acumulação Fortuna, que tem potencial para se tornar o segundo maior campo da Bacia do Parnaíba (MA), afirmou à Reuters o diretor de Operações, Lino Cançado.

A descoberta, que deverá ser batizada como campo de Gavião Belo, tem uma reserva “in place” estimada de 6,78 bilhões de metros cúbicos de gás natural, contida em apenas uma única estrutura geológica, o que reduz a necessidade de perfuração de um número maior de poços e o custo de desenvolvimento.

IMC (MEAL3, R$ 3,01, -2,90%)

A International Meal Company comunicou no final do domingo decisão arbitral negando pedido da Kentucky Fried Chicken International Holdings de revogação da exclusividade da subsidiária da companhia na condução da operação KFC no Brasil.

Desse modo, o contrato que envolve a KFC e a KSR Master Franquia Ltda, subsidiária da IMC, se mantém vigente, afirmou a em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a IMC, que também é master franqueda exclusiva da rede Pizza Hut no Brasil.

A ação cautelar ajuizada pela KFC Holdings corre em segredo de justiça e envolve divergências relacionadas ao contrato de master franquia com a empresa brasileira acerca da rede KFC no país.

De acordo com a IMC, a 2ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem da Comarca de São Paulo autorizou a KFC a negociar com potenciais parceiros a expansão da rede no Brasil, destacando que a existência da disputa objeto da ação cautelar constitui informação essencial aos eventuais interessados.

A companhia ainda relatou que a autorização valerá até a constituição do tribunal arbitral, ocasião em que aquele juízo analisará o mérito da disputa entre as partes. A decisão está sujeita a recurso na forma da legislação processual em vigor.

Petrobras (PETR3, R$ 22,01, -0,63%; PETR4, R$ 22,00, -1,08%)

A Petrobras assinou contrato para a venda de sua participação majoritária no parque eólico Mangue Seco 2 ao fundo de investimento em participações FIP Pirineus, por R$ 32,97 milhões, a serem pagos em parcela única no fechamento da operação.

O negócio envolve a fatia de 51% da Petrobras na usina eólica, que possui capacidade de 26 megawatts em Guamaré, no Rio Grande do Norte, disse a estatal em comunicado na noite de sexta-feira. Atualmente, o FIP Pirineus já é sócio da Petrobras em Mangue Seco 2, com 49% de participação.

A usina é parte de um complexo no Rio Grande do Norte, com as eólicas Mangue Seco 1, 2, 3 e 4, que soma capacidade instalada total de 104 megawatts. A Petrobras já havia anunciado em janeiro a assinatura de contratos para a venda de sua participação nas demais eólicas do complexo, em acordos com empresa da gestora Vinci Partners.

As transações fazem parte de um amplo programa de desinvestimentos da Petrobras que visa reduzir dívidas e focar atividades na exploração e produção em águas profundas e ultraprofundas.

A Petrobras ainda informou que recebeu, na última semana, aproximadamente R$ 360 milhões (US$ 65 milhões) em decorrência de acordo de leniência celebrado pela Samsung Heavy Industries. Esses recursos são referentes à primeira parcela do acordo com a Samsung, de um total de R$ 705,9 milhões que serão destinados ao ressarcimento da Petrobras.

Braskem (BRKM5, R$ 31,78, +1,66%)

A Braskem comunicou nesta segunda-feira que a unidade no México Braskem Idesa (BI) assinou contrato de prestação de serviço de transporte de gás natural com agência do governo mexicano, após ser notificada sobre interrupção do serviço de transporte de gás natural em dezembro do ano passado.

“Com a assinatura desses documentos pela BI, a BI começou a receber, desde já, o serviço de transporte de gás natural que havia sido interrompido unilateralmente”, afirmou a Braskem, acrescentando que o contrato com o Centro Nacional de Control del Gas Natural (Cenagas) tem prazo final de 15 anos.

No final do ano passado, a Braskem Idesa anunciou que estava paralisando as atividades operacionais no Complexo Petroquímico do México após ser notificação pelo Cenagas sobre interrupção do transporte de gás natural, destacando que se trata de insumo energético essencial para produção de polietileno.

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, afirmou que não renovaria o contrato de fornecimento de gás natural para a central petroquímica erguida pela Braskem no país.

(Com Reuters e Agência Estado)

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