Destaques da bolsa

Ação da Marfrig salta mais de 5% após compra de R$ 3,5 bi; Suzano sobe 3% e Petrobras zera ganhos

Confira os destaques da B3 na sessão desta segunda-feira (18)

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SÃO PAULO – O Ibovespa bem que tentou ter mais uma sessão de alta na esteira do movimento dos ADRs na sexta-feira, quando a bolsa brasileira esteve fechada por conta do feriado de Proclamação da República.

Contudo, o índice fechou em queda, na esteira do ceticismo chinês em alcançar um acordo comercial com os americanos, de acordo com informações da CNBC.

Isso impactou as ações das empresas ligadas a commodities de diferentes maneiras: enquanto a alta do dólar por conta da maior tensão internacional impulsionou as ações da exportadora Suzano (SUZB3, R$ 37,82, +3,19%), a Petrobras (PETR3, R$ 31,70, -0,03%;PETR4, R$ 29,08, -0,75%) viu seus papéis fecharem em leve queda impactados pela baixa do petróleo em meio ao pessimismo com o acordo somado às expectativas de excesso de oferta. Já os ativos da Vale (VALE3, R$ 47,61, +1,30%) conseguiram se sustentar no positivo.

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Ainda no radar, as ações da Marfrig (MRFG3, R$ 11,02, +5,56%) subiram forte após o frigorífico comprar fatia adicional de 31,17% da americana National Beef por R$ 3,5 bilhões.

No radar de balanços, a Sabesp (SBSP3, R$ 52,20, +0,62%) teve leve alta, enquanto a Cemig (CMIG4, R$ 12,60, -2,17%) e a Braskem (BRKM5, R$ 28,53, -0,97%) caíram depois dos resultados.

Confira mais destaques:

Maiores altas

AtivoVariação %Valor (R$)
MRFG35.5555611.02
SUZB33.1923637.82
VIVT42.2226356.11
JBSS31.9443426.74
MGLU31.6497244.98

Maiores baixas

AtivoVariação %Valor (R$)
YDUQ3-3.8071137.9
CVCB3-3.6399439.18
NATU3-3.2157431
CIEL3-3.041837.65
IRBR3-2.7236336.43

 

Braskem (BRKM5)

A Braskem apresentou prejuízo de R$ 888 milhões no terceiro trimestre, em função do impacto negativo da depreciação do real frente ao dólar sobre a exposição líquida da Companhia não designada para hedge accounting, revertendo lucro de R$ 1,344 bilhão do mesmo período do ano passado.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) recorrente somou R$ 1,549 bilhão, uma queda de 58% na comparação com o mesmo intervalo de 2018. A receita líquida atingiu R$ 13,368 bilhões, uma redução de 18%. A dívida líquida consolidada foi de US$ 6,566 bilhões, uma redução de 8% na comparação anual.

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No trimestre, as operações no Brasil seguiram impactadas principalmente pelo ciclo de baixa da indústria petroquímica, refletindo em uma menor taxa de utilização de suas centrais petroquímicas. Por outro lado, o resultado das operações do Brasil foi impactado positivamente pela sazonalidade do período sobre a demanda de resinas no mercado brasileiro.

No Brasil, o Ebitda atingiu R$ 919 milhões, uma queda de 59%. Já a receita recuou 17%, para R$ 10,002 bilhões. As vendas no Brasil de resinas recuaram 4%, enquanto de principais químicos caíram 5%. As exportações de resinas subiram 9% e os principais químicos diminuíram 9%.

Para o Morgan Stanley, a Braskem registrou no terceiro trimestre resultados fracos, com a persistente manutenção dos spreads mais baixos, mas em linha com as expectativas. No entanto, destaca o relatório, a Braskem começou a lidar com os seus riscos operacionais (sal-gema em Maceió e fornecimento de etano no México).

A instituição calcula, em seu modelo, que o risco ambiental gere um passivo de R$ 1,7 bilhão, mas “prefere aguardar” que a empresa se pronuncie. De negativo, o Morgan Stanley destaca, entre outros pontos, a utilização de crackers no Brasil a 85%, no nível mais baixo em quatro anos.

Em relação ao Ebitda, o número ficou acima das estimativas, sobretudo pelos volumes superiores registrados no Brasil. Na linha do resultado líquido, a perda foi impulsionada pelos efeitos da desvalorização do câmbio no período, mas que não tem efeito caixa.

“Embora o mercado ainda precise ajustar as estimativas aos spreads petroquímicos ao longo do ciclo, os riscos específicos da empresa também não são avaliados (responsabilidade pela mineração de sal de rocha, possível remoção de subsídios da indústria e preocupações com o fornecimento de etano no México)”, afirmam os analistas.

Alvo de ações judiciais que somam quase R$ 40 bilhões por conta de supostos prejuízos causados por atividade de mineração em Maceió (AL), a petroquímica Braskem anunciou o fim das atividades de extração de sal-gema na cidade.

Segundo comunicado ao mercado na véspera do feriado, a Braskem propôs à Agência Nacional de Mineração (ANM) a criação de uma área de resguardo no entorno de 15 dos 35 poços que compõem as operações da mina. Com isso, serão desocupados 400 imóveis e removidas 1,5 mil pessoas. A empresa propõe que os demais 20 poços sejam monitorados.

A petroquímica diz não estar assumindo a culpa pelo afundamento dos bairros, mesmo propondo a remoção das famílias, o fechamento da mina e o monitoramento de áreas de resguardo. Para a empresa, não há relação entre o fenômeno geológico e a extração de sal-gema.

A petroquímica não informou o custo estimado para a ação, que será realizada em coordenação com a Defesa Civil, nem o destino das famílias removidas. Segundo o Estadão, porém, a empresa pode ser obrigada a desembolsar até R$ 400 milhões para a remoção dos moradores. Em toda a região, a estimativa é de que morem 40 mil pessoas. A empresa não confirma o valor.

Marfrig (MRFG3)

A Marfrig elevou sua participação no capital social da controlada National Beef, pelo valor de US$ 860 milhões, o equivalente a R$ 3,5 bilhões, que serão pagos à vista, sem prejuízo do pagamento a Jefferies dos dividendos referentes ao ano de 2019 no valor aproximado de US$ 110 milhões.

Segundo fato relevante, o acordo prevê a transferência para a NBM, subsidiária integral da Marfrig, e demais acionistas minoritários de ações representativas de 31,17% do capital votante e total da National Beef, sendo este o total de ações detidas pela acionista Jefferies Financial Group Inc, que se retira da sociedade.

“Concluída a transação, a participação da NBM passará dos atuais 51% para 81,73% e os demais acionistas terão a participação que segue: BPI 2,44%, USPB 15,07% e Tim Klein 0,76% do capital social votante e total da National Beef”, afirmou. Não haverá qualquer alteração na atual administração da National Beef.

O BB Investimentos destacou ver a transação com entusiasmo, já que a indústria de carne bovina dos EUA tem mostrado fortes resultados e os analistas esperam uma perspectiva positiva à frente, dados (i) os preços mais altos devido à menor oferta da Tyson e (ii) custos mais baixos devido à maior disponibilidade de gado.

“Como resultado, apesar do aumento inicial da alavancagem, o desempenho positivo traz mais incrementos nos lucros que melhoram o fluxo de dividendos para a Marfrig, permitindo um processo de desalavancagem mais rápido, além da distribuição de dividendos aos acionistas da empresa”, afirmam os analistas.

Vale (VALE3)

A Vale assinou acordo de minério com a Shandong Laigang Yongfeng Trade, baseado em preços futuros da bolsa de Dalian. Em comunicado publicado no site da bolsa chinesa, a Vale é a primeira mineradora estrangeira a realizar operações básicas com base no preço futuro.

O contrato básico de negociação entre Vale e Laigang Yongfeng adota “preço futuro + base” como preço de liquidação, com a Brazilian Blend Fines (BRBF) como a mina escolhida e o porto de Qingdao Qianwan como local de entrega. “Os dois lados usam o Contrato de minério de ferro DCE 2005 como referência de preço e baseiam-se em fatores como o spread entre os futuros domésticos e os preços à vista”, diz.

“O modo típico de oferta ao vendedor é adotado neste acordo, no qual a Vale exerce o preço certo como vendedor, e Laigang Yongfeng bloqueia o custo de compra, protegendo o mercado de DCEs como comprador”, afirma o comunicado, acrescentando que o modelo tem implicações significativas para o mercado global de minério de ferro em termos de promoção do comércio básico, otimização do modelo de preços e melhoria a influência dos preços da China.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras informou que iniciou nesta quinta-feira, 14, a produção de petróleo e gás natural, por meio da plataforma P-68, do campo de Berbigão, no pré-sal da Bacia de Santos. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que após a P-67, no campo de Lula, e P-76 e P-77, no campo de Búzios, a P-68 é a quarta unidade a entrar em operação em 2019, em linha com o Plano de Negócios e Gestão da Petrobras.

“Com capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de óleo e comprimir até 6 milhões de m? de gás natural, a P-68 contribuirá para o crescimento da produção da Petrobras, principalmente em 2020, com a interligação de novos poços do campo de Berbigão e com a interligação de poços do campo de Sururu”, diz a estatal.

A plataforma, do tipo FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo e gás), está localizada a aproximadamente 230 km da costa do Estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.280 metros.

Segundo a estatal, o projeto prevê a interligação de dez poços produtores e sete poços injetores à P-68. O escoamento da produção de petróleo será feito por navios aliviadores, enquanto a produção de gás será escoada pelas rotas de gasodutos do pré-sal.

BRF (BRFS3)

A Coluna do Broadcast Agro informou que compras sem precedentes de 100 contêineres de peito de frango (equivalente a 2,5 mil toneladas) foram realizadas pela China, que busca diferentes cortes no Brasil. Segundo a nota, a BRF seria uma das empresas responsáveis pela venda. Desde agosto, as empresas brasileiras negociam as vendas desse corte – tradicionalmente destinado à União Europeia – mas nunca em tamanho volume.

Em análise, o Bradesco BBI avalia como positiva a notícia, pois as importações da China geralmente se limitam a certos cortes, como pés de galinha, coxas e asas, mas o país agora pode potencialmente importar outros cortes de forma recorrente, como peitos de frango (embora o aumento possa ser gradual).

“Acreditamos que isso também deve ajudar a atenuar as preocupações dos investidores em aumentar a concorrência do frango brasileiro, uma vez que essa notícia vem depois do levantamento da China, na semana passada, de sua proibição de frango nos EUA”, acrescentou o Bradesco.

Gerdau (GGBR4)

A Gerdau confirmou a emissão de bonds no exterior no valor de US$ 500 milhões, conforme antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Os papéis terão vencimento em 2030, com juros remuneratórios de 4,250% ao ano, e foram precificados a 98,973% de seu valor de face.

A emissão será realizada pela GUSAP III LP, com garantia da Gerdau, Gerdau Açominas e Gerdau Aços Longos. A companhia realizou roadshow junto aos investidores estrangeiros nos últimos dias, tendo o Bradesco BBI, Bank of América Merrill Lynch e Mizuho como coordenadores. A S&P Global Ratings atribuiu rating BBB-.

JBS (JBSS3)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) se reuniu na semana passada com bancos de investimento, nas primeiras apresentações de propostas para venda de ações da JBS, diz a Coluna do Broadcast. Por ser uma quantidade relevante, cerca de 21% do capital da companhia, a venda deverá ser feita por meio de uma follow-on, com a primeira metade sendo vendida entre dezembro e janeiro do ano que vem.

O Santander elevou o preço-alvo de JBS a R$ 43, de R$ 35. Em relatório assinado por Marcel Moraes, a instituição reafirmou a recomendação de compra, justificando o novo preço-alvo para 2020 com base nos resultados reportados no terceiro trimestre e, principalmente, devido a uma perspectiva mais brilhante para as exportações de proteínas dos EUA.

Além disso, a peste suína deve seguir gerando um desequilíbrio na dinâmica da oferta e demanda global de proteínas, levando a lucros crescentes para JBS em 2020. No último fechamento, os papéis estavam cotados a R$ 26,23.

Em resposta à CVM, a JBS esclarece ter conhecimento de que o BNDES Participações estuda diferentes alternativas para o desinvestimento de sua participação acionária, inclusive sob a forma de uma oferta pública secundária, “porém não participa das discussões e trabalhos internos de tal acionista”.

“A JBS esclarece que o tema está sendo diretamente conduzido pelo BNDESPar; e, caso assim requisitada pelo acionista, a JBS cumprirá com as suas obrigações em conformidade com a regulamentação aplicável às ofertas de valores mobiliários. A JBS reitera, contudo, que não possui, neste momento, mais detalhes”, escreveu sobre a eventual oferta.

Sabesp (SBSP3)

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) registrou lucro líquido de R$ 1,209 bilhão no terceiro trimestre, um crescimento de 113,9% em relação aos R$ 565,2 milhões apurados em igual período de 2018.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Sabesp alcançou R$ 3,009 bilhões entre julho e setembro, subindo 109,8% na comparação anual. A margem Ebitda ajustada atingiu 55,6% no período, ante 37,6% observados um ano antes.

Em relatório que acompanha o balanço, a companhia atribuiu o desempenho do trimestre a uma série de fatores, com destaque para o início de operações em Santo André, em agosto, e em Guarulhos.

Em relação a Santo André, a Sabesp diz que o acordo firmado com o município teve um impacto inicial positivo de R$ 1,275 bilhão na receita operacional do trimestre e provocou redução de R$ 41,7 milhões nas despesas. Já em relação a Guarulhos, no trimestre, houve reconhecimento de R$ 115,6 milhões na receita operacional e de R$ 37,4 milhões nos custos e despesas (desconsiderando a receita e os custos de construção).

A receita operacional líquida da empresa ficou em R$ 5,411 bilhões entre junho e setembro, alta de 42% na comparação anual.

Para o Brasil Plural, a Sabesp apresentou resultados neutros. Apesar de o resultado ter superado as expectativas, os números foram afetados por itens não recorrentes, principalmente devido aos impactos positivos da adição de nova concessão sob o comando da empresa.

“O setor de saneamento atravessa um momento favorável, com o novo marco regulatório possivelmente sendo aprovado este ano, que deve ser seguido pela privatização da empresa no primeiro semestre de 2020”, destaca.

Cemig (CMIG4)

A Cemig registrou prejuízo de R$ 281,8 milhões no terceiro trimestre, revertendo um lucro de R$ 244,5 milhões do mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado atingiu R$ 983,7 milhões (+9,03%), enquanto o Ebitda IFRS recuou 87,7%, para R$ 110,2 milhões.

A receita líquida somou R$ 6,070 bilhões, queda de 2,9%. A energia vendida, excluindo CCEE, recuou 1,5%, e a energia transportada avançou 0,5%.

A empresa registrou despesa com provisão no valor de R$ 1,182 bilhão, referente a ação judicial de contribuições previdenciárias. A companhia teve ainda ganho de capital em alienação e remensuração de participação com resultado líquido de R$ 224,06 milhões

A dívida líquida encerrou o terceiro trimestre em R$ 13,613 bilhões, uma redução de 0,57%.

Eternit (ETER3)

Em recuperação judicial, a Eternit apresentou lucro de R$ 35,660 milhões no terceiro trimestre, revertendo prejuízo de R$ 43,107 milhões de igual período do ano passado.

O Ebitda no terceiro trimestre ficou positivo em R$ 66,585 milhões, ante um resultado negativo de R$ 25,360 milhões do mesmo intervalo de 2018.

A receita líquida recuou 10,2%, para R$ 127,294 milhões. A empresa ressaltou que fez o lançamento da telha de concreto fotovoltaica, em linha com a estratégia de diversificação de portfólio.

PDG (PDGR3)

Em recuperação judicial, a PDG apresentou prejuízo de R$ 123 milhões, uma piora de 13,2% sobre o mesmo período do ano passado. A receita operacional líquida recuou 58,4%, para R$ 36 milhões.

A dívida líquida da PDG somou R$ 2,828 bilhões ao final de setembro, uma alta de 10% sobre o mesmo mês do ano passado. As disponibilidades recuaram 43,6%, para R$ 132 milhões, enquanto os ativos totais somaram R$ 2,135 bilhões (-13,5%).

Pão de Açúcar (PCAR4)

Depois de dois anos sem abrir lojas, o GPA planeja inaugurar de cinco a sete novos pontos de venda com a marca Pão de Açúcar no ano que vem. Também vai acelerar o projeto de reforma de 17 lojas dentro de um novo modelo de varejo. Nesse modelo, a loja oferece um grande número de serviços apoiados no uso de tecnologia digital e produtos frescos, verduras e frutas, como nos antigos armazéns de secos e molhados.

“Neste ano trabalhamos na revitalização dos ativos existentes e, em 2020, vamos avançar com esse plano e também abrir novas lojas”, afirma Laurent Cadillat, diretor executivo do GPA. Ele assumiu a bandeira Pão de Açúcar no início deste ano com a missão de transformar as lojas de supermercado da bandeira Pão de Açúcar para o formato batizado de Geração 7 e revitalizar a marca.

Hoje 26 lojas operam nesse formato e o ano deve fechar com 46. Se a programação for cumprida, até o segundo trimestre de 2020, terão sido revitalizadas 63 lojas, prevê o diretor. Em quase um ano e meio, os investimentos em reformas devem somar R$ 315 milhões, uma média de R$ 5 milhões por loja. A perspectiva, de acordo com a companhia, é que essas 63 lojas respondam por quase 70% do resultado e mais da metade das vendas da bandeira Pão de Açúcar no ano que vem.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse em entrevista à Bloomberg em Nova York que a privatização da Eletrobras ainda enfrenta resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Segundo ele, deputados não querem enfrentar uma decisão impopular sem ter certeza de que a proposta também terá o aval dos senadores e o governo precisa conseguir um acordo com a Casa.

Embraer (EMBR3)

A Embraer trabalha para enviar as informações solicitadas pelas autoridades antitruste europeias sobre o acordo com
Boeing, disse John Slattery, CEO da Embraer Commercial Aircraft, em entrevista à Bloomberg TV. Além disso, empresa informou que recebeu encomendas firmes de seis aeronaves no Dubai Airshow 2019.

Um dos pedidos, avaliado em US$ 161,4 mi, é da CIAF Leasing, com sede no Cairo, de três aeronaves E190. O segundo,
assinado com a Air Peace, maior companhia aérea da Nigéria e da África Ocidental, envolve mais três jatos E195-E2 e é avaliado em US$ 212,6 milhões.

A Embraer informou ainda que nova designação do KC-390 é C-390 Millennium.

JHSF (JHSF3)

As novas ações da JHSF começam a ser negociadas hoje, após oferta de 108 milhões de papéis ON, que levantou R$ 513 milhões. A precificação ficou em R$ 4,75. A demanda do follow on foi seis vezes superior à oferta, segundo Lauro Jardim, no Globo, citou a Bloomberg.

Os recursos levantados com a captação serão utilizados em projetos de expansão nos segmentos de incorporações, renda recorrente, entre outros e no reforço da estrutura de capital da companhia.

 

(Com Agência Estado e Bloomberg)