À espera pela decisão do Fed, bolsas sobem e risco-Brasil tem queda de 12 pontos

Provável flexibilização monetária adicional nos EUA traz ânimo aos mercados; Global 40 sobe 0,92%, a 120,20 centavos de dólar

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SÃO PAULO – Com as atenções voltadas à provável flexibilização monetária adicional nos EUA, o dia é positivo para as bolsas ao redor do globo e, assim, o risco-Brasil mostra forte queda de 12 pontos. Na esfera corporativa destaca-se o resultado operacional reportado pelo Goldman Sachs.

O banco norte-americano publicou seu primeiro prejuízo desde que abriu capital. As perdas líquidas foram de US$ 2,1 bilhões no quarto trimestre. No mesmo período de 2007, a instituição anunciara lucro de US$ 3,2 bilhões.

Com o clima mais ameno nos mercados, o preço dos Treasuries segue com recuo, e os títulos da dívida externa brasileira contrariam esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano e a dos Globais determina o indicador risco-Brasil.

Risco-Brasil recua

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 495 pontos-base, queda de 12 pontos em relação ao fechamento anterior.

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,92% na tarde desta terça-feira, cotado a 120,20 centavos de dólar.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Anterior Var %
Global 40 120,20 119,10 +0,92