À espera de indicadores nos EUA, dólar comercial abre com alta modesta

Agenda é motivo de ansiedade e impulsiona moeda pela manhã; ação do BC e IPCA-15 são destaques internos

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SÃO PAULO – Após duas quedas consecutivas, o dólar comercial inicia a quarta-feira (26) com alta, corrigindo parte das perdas sofridas nas últimas sessões. Fora o movimento de acomodação, a cotação reflete a apreensão dos investidores com a agenda dos EUA.

Entre os eventos pautados para esta manhã, destaque para os números sobre o consumo norte-americano com bens e serviços, além de dados sobre o setor industrial do país, com a divulgação do Durable Good Orders e do Chicago PMI, que mede o nível de atividade industrial da região.

Completando a cena nos EUA, saem ainda indicadores sobre o mercado imobiliário de outubro, o estoque semanal de petróleo e a prévia da confiança do consumidor de novembro. O deflator do PCE, uma das medidas de inflação mais acompanhadas pelo Fed, também marca presença no final da manhã.

Mantendo o feito das sessões anteriores, o Banco Central brasileiro continua pressionando a cotação do dólar, com novos leilões de swap cambial. Além dos 6 mil contratos agendados para esta sessão, a autoridade anunciou outros 21 mil com rolagem para 1º de dezembro. O IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) também chama atenção, com taxa de 0,49%.

Confira as cotações

O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,3390 na compra e R$ 2,3400
na venda, alta de 0,60% em relação ao fechamento anterior.