Tchéquia e África do Sul teve primeiro trio de arbitragem feminino das Copas

Tori Penso foi a primeira mulher a atuar como árbitra central de uma Copa masculina. Ao lado dela, as árbitras assistentes também eram mulheres

Sara Baptista

18 de junho de 2026 - Árbitra Tori Penso e assistentes Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt apitaram a partida entre Tchequia e África do Sul. Foto: REUTERS/Bernadett Szabo     TPX IMAGES OF THE DAY
18 de junho de 2026 - Árbitra Tori Penso e assistentes Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt apitaram a partida entre Tchequia e África do Sul. Foto: REUTERS/Bernadett Szabo TPX IMAGES OF THE DAY

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O jogo entre Tchéquia e África do Sul nesta quinta-feira (18) foi apitado pela árbitra americana Tori Penso. Ao lado dela, as árbitras assistentes também eram mulheres (Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt).

Esta foi a primeira vez na história dos Mundiais masculinos que uma partida foi comandada por um trio de arbitragem feminino. Foi também a primeira vez que uma mulher atuou como árbitra central em uma Copa do Mundo masculina.

O fato é um avanço em termos de igualdade de gênero, mas o cenário continua profundamente desequilibrado. Nesta edição, seis mulheres compõem a arbitragem, o que representa 3,5% do total de árbitros da Copa (170).

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A Copa de 2026 é a segunda na história a ter mulheres na arbitragem. A primeira foi a do Catar, em 2022, que também contou com seis mulheres na equipe de árbitros.

Nesta edição, participam duas árbitras centrais, três árbitras assistentes (bandeirinhas) e uma oficial de vídeo (VAR). Veja quem são:

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Ábritras centrais

Ábitras assistentes

Oficial de vídeo

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