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Aos 67 anos, completados na última quarta-feira, dia 10, Carlo Ancelotti admite a sensação nova que terá ao entrar no gramado do MetLife Stadium, na noite deste sábado. O Brasil estreará na Copa do Mundo de 2026, contra o Marrocos, e o treinador estará pela primeira vez à beira do campo comandando uma seleção em um Mundial.
“É uma experiência nova, especial, obviamente. É uma grande responsabilidade e uma honra representar um país do futebol, a seleção mais consagrada do mundo. Quero aproveitar esse momento, que é muito bonito na minha história”, disse Ancelotti.
Um repórter lembrou uma frase dita por ele quando comandava o Real Madrid, de que, em determinados momentos, é bom sentir medo Ancelotti afirmou não estar temeroso para a estreia porque considera que sua equipe está bem preparada. Ele não revelou a escalação que entrará em campo contra os marroquinos.
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“Temos uma equipe que pode competir com todos. Estamos convencidos de que podemos competir contra qualquer adversário. Pelo nível técnico, pela qualidade, pela experiência e pela confiança do grupo, temos absoluta convicção de que podemos enfrentar qualquer seleção”, disse o treinador.
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Ele explicou por que escolheu Ederson, e não um lateral, para substituir Wesley, que sofreu uma lesão muscular no amistoso contra o Egito, no sábado passado, e precisou ser cortado. Ancelotti admitiu ainda que percebeu a necessidade de contar com mais opções para o meio-campo.
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“Poderíamos levar nove defensores ou seis meio-campistas na lista inicial. Optamos por nove defensores. Mas, agora, entendemos que Danilo e Ibañez podem atuar em mais de uma posição e desempenhar bem a função na lateral direita. Por isso, preferimos levar mais um meio-campista. O Ederson fez a última parte da temporada muito bem. É importante se adaptar cedo e trabalhar para estar competitivo na Copa do Mundo”, disse.
Sobre o Marrocos, Ancelotti foi só elogios à equipe que terminou a Copa do Mundo do Catar, em 2022, na quarta colocação. “O Marrocos é uma equipe muito bem organizada e tem qualidade em todos os aspectos do jogo. É completa defensivamente, ofensivamente, nas transições e também na bola parada. Hoje, no futebol, não há equipes pequenas, e o Marrocos é uma das melhores seleções”, afirmou o treinador.
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